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sábado, 5 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? Caio Fabio critica o Pastor Silas Malafaia e o Apóstolo Estevam Hernandes: “eu quero que eles se arrependam”

Caio Fabio critica o Pastor Silas Malafaia e o Apóstolo Estevam Hernandes: “eu quero que eles se arrependam”
O Pastor Caio Fábio afirmou em um programa de televisão que os grandes líderes evangélicos precisam voltar ao evangelho. “Eu não tenho inimizade com ninguém. O meu desejo é que todo mundo venha para a simplicidade do evangelho”, afirma Caio Fábio.
No vídeo disponível no Youtube, o Pastor relata encontros que teve com líderes evangélicos, entre eles, Bispo Rodovalho, Pastor Silas Malafaia, Apóstolo Estevam e Bispa Sônia Hernandes.
Citando o Pastor Silas Malafaia, Caio Fábio afirma que o conheceu quando “ele tinha 18 anos, dirigia uma Kombi, empolgado com o evangelho” e que hoje em dia, Malafaia virou “essa raposa”, criticando fortemente o envolvimento de Silas com o Pastor Morris Cerullo. Para exemplificar sua crítica, Caio Fábio apresentou um vídeo onde Malafaia pede aos fiéis que façam uma oferta especial no valor de seu aluguel ou prestação da casa própria. “Eu choro, me dá uma angústia… uma agonia”, conta Caio Fábio.
“Enquanto eu não vejo a pessoa dar fruto de arrependimento e continuar pregando as mesmas coisas, ensinando as mesmas mazelas, enganando as pessoas do mesmo jeito, por mais condoído que esteja meu coração, antes me importa obedecer a Deus do que os homens”, afirma Caio Fábio. Ele ressalta que seu grande sonho é ver esses grandes líderes, que conheceu tempos atrás, desistindo “dessa loucura”, em referência às estratégias que são adotadas para atrair fiéis. “Eu quero que eles se arrependam!”, finaliza o Pastor Caio Fábio.
Assista ao vídeo:



Fonte: Gospel+

terça-feira, 28 de junho de 2011

QUE LOUCURA? U2 é uma banda Cristã?

          
O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.
A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão – estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico – em proporções que não limitariam seu alcance de público.
Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.
A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.
Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado – seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.
É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.
Fé particular
A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.
Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.
Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”
Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez – apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.
Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual – e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.
Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.
A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.
Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.
Turnê eclesiástica
A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.
Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal – especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.
A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.
Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 – ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.
Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.
E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

Fonte:

terça-feira, 22 de março de 2011

Caio Fábio ironiza declarações de Ricardo Gondim sobre controle de Deus no mundo e o chama de bipolar e "bundão" !

As declarações do pastor Ricardo Gondim sobre o terremoto que devastou o Japão no dia 11 de março chamaram a atenção de Caio Fábio, tanto que o pastor resolveu se manifestar sobre o texto de Gondim que tira a responsabilidade de Deus sobre o controle do mundo.

Caio Fábio teve acesso às mensagens que o pastor da Igreja Betesda andou divulgando pelo twitter e resolveu falar sobre isso em seu programa de TV, lembrando aos telespectadores que ele conheceu Gondim quando ele era “ultra pentecostal” e que ao longo do tempo foi mudando de atitudes e acabou se perdendo no caminho.

“Eu acho que o Ricardo Gondim se perdeu na viagem, eu conheci o Ricardo é um cara bipolar. Eu conheci o Ricardo pregando igual o Jimmy Swaggart“, diz Caio Fábio no programa da Vem & Vê TV.

O líder do ministério Caminho da Graça lembra que há algum tempo atrás, em um evento chamado “Teologando”, que aconteceu em São Paulo, Gondim chamou Rubem Alves de “meu herói”. “Um cara que chama um bundão como o Rubens Alves de meu herói está danado meu irmão, virou um papel higiênico do pensamento e da fé”, disse Caio Fábio.

O pastor se justifica dizendo que em um programa do Jô Soares, Rubem Alves diz que a fé faz parte do seu passado. “Esse é o herói de Ricardo Gondim”, ironiza.

Fazendo uma comparação nos textos que Gondim vem escrevendo, o polêmico pastor que não tem papas na língua diz que ele perdeu a fé. “Um cara assim perdeu a fé e precisa ter de fato um encontro com o Rei dos Reis”.

O apresentador do Vem & Vê pergunta como será que o pastor da Betesda lê o livro de apocalipse para dizer que Deus não está no controle do mundo e lamenta que ele tenha caído no humanismo.

“Não falta uma gota de água na casa dele, mas ele está mais angustiado do que os japoneses a respeito de Deus”, fala Caio Fábio que acabada ofendendo o pastor “Você é um bundão fazendo de-serviço a fé”.

Ainda sem poupar ofensas e xingamentos Caio Fabio continua afirmando que o Gondim não tem profundidade nas palavras. “Você pensa que pensa, mas você é raso como uma praia sem água”.

Ouça o áudio do programa:

Fonte: G+/G1gospel

quarta-feira, 9 de março de 2011

Pr. Silas Malafaia chama blogueiros e pastores crentes de bandidos!

Silas Malafaia estava dando uma entrevista a Revista Igreja em novembro de 2010, quando surgiu uma pergunta sobre o seu comportamento em relação ao seu pede-pede, programa de tv com convidados como Morris Cerrullo e Mike Murdock veja a pergunta e a resposta do Pastor Silas Malafaia:
Revista Igreja: O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?
Silas Malafaia: Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta. 
       
Isso é uma vergonha! Como um Pastor evangélico pode dizer isto? A Teologia da Prosperidade é um câncer na igreja evangélica mundial, sim!
Faço minhas as palavras de Clauber Ramos: “Uma coisa engraçada dessa gente da prosperidade é que nenhum deles nos pedem para semear nosso dinheiro em obras de caridade, em ajudar meus vizinhos necessitados, em ajudar ONGs que fazem um bom trabalho comunitário, etc. A “benção” só é válida se eu semear no campo deles, coisa estranha isso” e completou: “Deus não olha minha oferta (seja em dinheiro ou não), Ele olha o meu coração, isto é muito claro na Bíblia. Ele vai olhar a minha generosidade, o meu amor pelo próximo, o quanto eu me compadeço com o sofrimento do outro… Ai sim creio que Deus tenha prazer em retribuir, mesmo que eu não mereça esta retribuição”.
Vou deixar claro que não existe nada contra ganhar dinheiro, e muito menos dízimos e ofertas, mas fazer parte desse cassino celestial, como disse o
Danilo do Genizah, onde se aposta 10 para receber 100 é um disparate!
       
Informação: Gospel+ / Você para Deus

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ex-pastor evangélico Caio Fábio abre o bico e conta podridão de Edir Macedo e Silas Malafaia

Caio Fábio foi um líder da Igreja Presbiteriana que era muito badalado. Na década de 90 se envolveu no Dossiê Cayman, além de ter se envolvido em um caso de adultério que praticamente acabou com sua carreira evangélica.
Posteriormente foi inocentado no processo que foi movido por Fernando Henrique Cardoso, pelo seu envolvimento no Dossiê Cayman.
O pastor abre o bico em vários vídeos disponíveis no You Tube. Fala de Edir Macedo, Crivela, Silas Malafaia e outros, com detalhes sobre dinheiro.
Os vídeos são intitulados Caio Fábio Conta Tudo I e II. Na verdade é um conjunto de vídeos recheado de acusações.
O Pastor Silas Malafaia é o maior acusado, falando dos casos com fiéis e chamando-o de ladrão. Fala que Silas confessou que ganhava US$ 40 mil da Igreja Universal do Reino de Deus.