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sábado, 16 de julho de 2011

QUE LOUCURA? Muçulmano recebe 100 chibatadas por fazer sexo antes do casamento!

Um casal de   namorados estrangeiros muçulmanos foram condenados a 100 chibatadas por terem feito sexo antes do casamento nos Emirados Arábes Unidos. O casal, formado por uma filipina e um homem de Bangladesh, foi punido por um tribunal local e a pena foi atribuída por serem islâmicos. O caso ocorreu em Sharjah, a 32 km da capital Dubai.

O bangalês já foi submetido às 100 chibatadas. 

De acordo com a lei do país, os muçulmanos que cometem adultério devem ser punidos com 100 chibatadas e deportados. Caso não pertencessem à religião islâmica, eles apenas seriam presos e deportados.

Eles foram denunciados pela dona da casa em que estavam morando e confirmaram ter feito sexo por várias vezes na casa. A mulher ainda não sofreu a punição.

Um caso semelhante ocorreu em 2008, quando dois britânicos foram deportados por fazer sexo em uma praia em Dubai.
Esta lei da punição com chibatada foi determinada por Maomé no livro dos mulçumanos, o Alcorão.
 
Fonte: http://naoerreis.blogspot.com/2010/11/casal-muculmano-recebe-100-chibatadas.html

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dr. Hollywood revela que missionários o tiraram do crime e que dá o dízimo mensalmente!

Acima de qualquer suspeita o “Doctor Robert Rey”, mais conhecido como Doutor Hollywood (foto), revelou ser uma pessoa bastante religiosa. Em entrevista concedida ao IG o médico especializado em cirurgias plásticas revelou um pouco de seu passado e sua intimidade com a religião cristã, além de falar um pouco de sua rotina.
Entre um palavrão e outro Robert disse que quando mais novo no Brasil foi preso duas vezes, dormia em uma mesa e tinha raiva do pai que dava todo o seu dinheiro para suas amantes. O doutor também afirma ser o “fracassado mais sortudo do mundo” pois de filho de faxineira foi para os Estados Unidos estudar em Havard e conseguiu cerca de R$157 milhões apenas no ano passado com seus produtos e suas cirurgias: “Me visto assim por conta dos US$ 5 mil que minhas clientes pagam por meia hora comigo no consultório de Beverly Hills”.
O que poucos sabiam é que o Doutor Hollywood foi levado do Brasil por dois missionários americanos, eles lhes deram educação e uma chance de sair do crime. Segundo Robert o segredo do seu sucesso é simples: “Passei muitas horas de joelhos. E pagando o dízimo cada mês. Dez por cento”, revela.
Segundo o doutor seu maior sonho é “Estar perante do meu Deus, e falar: ‘Olha eu fiz os meus errinhos, mas eu melhorei a condição humana’. E não tem que olhar para baixo. Eu quero olhar nos olhos de Deus. Quero também poder falar: ‘Fui leal a minha esposa, fui bom pai’.
Apesar de tudo o médico reconhece: “Depois de vinte anos eu percebi que fiquei milionário abusando da baixa autoestima das mulheres”.
Robert também nega que seja gay: “Quebrei o braço de um gringo lá em Nova York. Durante um desfile num teatro gótico superlegal. Saindo do teatro, eu escuto: ‘Rey, quando você vai sair do armário?’. Escutei 150 vezes e sorri, desliguei. Mas foi 151 vezes. Eu tirei meu paletó – claro, não ia estragar meu Versace de US$ 6 mil -, esvaziei meu bolso, tirei meu pó M.A.C., só pra ele ver que eu tinha, e disse: ‘O que você falou de mim? Vou te dar uma surra’. A alta sociedade de Nova York abriu uma roda e viu a luta. Aquele gringo nunca mais vai chamar brasileiro de vi***. Todo mundo aplaudiu”.
Dr. Hollywood no Carnaval 2011 em Salvador
 
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Vergonha? - crônica sobre o BBB 11

          
          Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos  chegar ao fundo do poço. A décima primeira (está indo longe) edição do BBB é  uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil  encontrar  as  palavras  adequadas  para  qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.


               
         Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu  fim  marcado  pela  depravação  dos  valores  morais  do  seu  povo,
principalmente pela banalização  do  sexo. O BBB  atual  é  a  pura e suprema
banalização do sexo. Impossível  assistir  ver  este  programa  ao  lado     dos
filhos.. Gays, lésbicas, heteros, transexuais... todos na mesma casa, a casa dos heróis?, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra  gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza  ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais e nesta edição, até uma transexual. O BBB atual é a realidade em busca do IBOPE.
            bbb 11
        Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB atual. Ele prometeu
um zoológico humano divertido?. Não sei se será divertido, mas parece  bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas. Se entendi corretamente as apresentações, são bichos? animais? do zoológico?: um gay declarado, mas quando ri e debocha, solta as plumas, o gay afeminado, que adora ficar fazendo caretas e fofocas com o outro, a modelo gostosa, a gordinha sapeca, a loira sapatão, lésbica convicta,a gostosa com cabelo que deve estar cheio de piolhos,  o carioca marrento,que vive se esfregando na  namorada boazuda,  o baiano gaguinho que adora apertar a vesguinha. Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível.
       Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente
bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.


       Outro dia, durante  o  intervalo  de  uma programação da Globo, um outro  repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e  meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São   esses  nossos
exemplos de heróis?


        Caminho  árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros,
 profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os  professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores  incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com  dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados...
            gifwatcher: Via lovegifs
        Heróis  são  milhares de brasileiros  que sequer tem um prato de comida
 por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a  isso todo santo dia.


      Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças  complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais  saudável e digna.


        Heróis são inúmeras pessoas, entidades  sociais  e  beneficentes, ONGs,
voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de  carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).


        Heróis  são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam
suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como  mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.


        O Big Brother Brasil   não  é  um  programa cultural, nem educativo, não
acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos  telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro  estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à  criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e  moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol,  fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o  escolhido? receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo  de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!


       Veja  o que está por detra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José  Neumani  da
Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de  pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta  centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e  setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil  reais a cada paredão.


       Já  imaginaram  quanto  poderia  ser   feito  com  essa   quantia se fosse
dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino  e saúde de muitos brasileiros?  (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!) (por paredão !!!)


     Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.


Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário  Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar..., ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins..., telefonar para um amigo..., visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao  BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

Gifs para msn
autoria desconhecida(dizem que é do Érico Verissimo, mas esta noticia não procede!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O "bispo", a igreja e a prosperidade!


Edir Macedo comemorando sua conquista no continente Africano

Há exatos 14 anos e 83 edições a revista Ultimato estampava na capa uma nota de cem dólares. Em preto e branco e sem o auxílio luxuoso de um Photoshop, confesso que fiz. A capa. A matéria trazia o acertado título de “Quase tudo sobre a teologia da prosperidade”. O acerto está no “quase” e não exatamente na matéria. O que era ruim vai ficando pior.


Não é novidade que seções de descarrego, novenas, vale de sal, manto sagrado, entre outras ginásticas litúrgicas, são transmitidas ao vivo diuturnamente pela televisão — tirem as crianças da sala. Pode parecer, mas a onipresente Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) não está sozinha nem é a primeira a recorrer a tal expediente. Naquela edição de 1994, Ultimato perguntava: “Super-crentes ou Super-incrédulos — qual grupo cresce mais?”.

A pergunta continua sem resposta. No entanto, com o lançamento da biografia do fundador e primaz da IURD (“O Bispo — a história revelada de Edir Macedo”, Editora Larousse), os milhares de fiéis e outros nem tanto podem conhecer melhor o que pensa (ou o que pensava) o líder de uma das igrejas que mais crescem no mundo.

Às vésperas do lançamento da sua biografia, em entrevista (para assinantes) à “Folha de S. Paulo”, o dono da Rede Record “revela” um pouco do que se pode ler em sua biografia. No blog O tempora, o mores!, o escritor Solano Portela apresenta algumas considerações sobre a entrevista, especialmente em relação às declarações do bispo sobre aborto, homossexualismo e teologia. Para ele, “estamos testemunhando não uma convergência da IURD com o evangelicalismo, mas um afastamento gradativo ainda maior”. Vale a pena conferir a sua análise do discurso do bispo.


1. Aborto: Não há base bíblica para as convicções éticas. Elas são formadas a partir de slogans e bandeiras sociológicas do liberalismo. Macedo cita a Bíblia apenas uma vez, fora de contexto, para provar um ponto que o texto não procura substanciar. A lógica de Macedo é falsa e traça conexões e ilações que não se sustentam:

a. Macedo afirma que mulheres morrem ao tentar o aborto (essa premissa, é constantemente repetida, mesmo sem comprovação), portanto é legítimo assassinar crianças com tecnologia (conclusão moralmente errada), para que as mães não morram.

b. Ele apresenta as crianças abandonadas como sendo fruto da ausência de aborto, em vez de uma conseqüência da irresponsabilidade dos pais (a sociedade que quer se preservar agirá nesse último ponto, educando todos os cidadãos a serem bons pais; criando oportunidades de sustento e emprego; etc.).

c. Macedo infere que o repúdio ao abandono das crianças, leva necessariamente à aceitação do aborto (conclusão falsa, de que o aborto é a única opção a este mal social, e de que ele é moralmente neutro, e não condenável).

d. Ele acusa que quem é contra o aborto não faz nada pelas crianças abandonadas (afirmação totalmente falsa: historicamente, os grandes orfanatos; os projetos de adoção; a assistência às mães jovens e solteiras foram implantados por segmentos da sociedade que são contra o aborto e não pelos que são a favor). Para Macedo, eliminar as crianças abandonadas, matando-as antes que nasçam seria a solução. Entretanto, essa é a forma mais cruel e imoral de resolver essa situação de abandono.

e. Macedo diz que aborto é igual a planejamento familiar (essa é uma forma asséptica e indolor, de se referir ao aborto, favorita dos seus proponentes, porque anestesia a consciência e torna a questão acadêmica e palatável, em vez de ética. Os dois termos não são equivalentes).

2. Homossexualismo: Edir Macedo, procurando dar a resposta que agrada à mídia, demonstra, na realidade, a própria rejeição que é enraizada em preconceito, porque não tem nem oferece base metafísica maior (bíblica) para sua posição. Quer ser politicamente correto e diz que aceita o homossexualismo, no entanto, ficaria “decepcionado”, se fosse um filho seu; e procuraria “ajudá-lo” (ajudar em que sentido? A ser aceito pelos demais? A se recuperar? Por que, se ele seria “aceitável”?). O cristão que firma suas convicções a partir das Escrituras, da Palavra de Deus, rejeita a prática porque a identifica como pecado, como disfunção de comportamento – e é claro nisso. Não a chama de “livre opção de vida” aceita por Deus, como faz Macedo; mas reconhece como uma “opção de vida” condenada por Deus – como várias outras o são.

3. Cosmovisão da IURD:
a. Visão deista/semi-intervencionista: Ao dizer que as crianças “não vêm pela vontade de Deus” e que “a criança gerada de um estupro” estaria fora do controle de Deus (“Não do meu Deus”, diz ele); e ao segregar a ação de Deus na doação da vida apenas “ao primeiro homem e à primeira mulher” sendo as demais crianças meramente “geradas por estes”; Macedo está na realidade adotando uma cosmovisão deista, ou seja: Deus iniciou a criação e deixou as situações e fenômenos naturais se desenrolando. Isso coloca Deus distante e não envolvido (supostamente resolvendo o dilema da responsabilidade) com as questões humanas. Mas como explicar a ênfase nos milagres e nas intervenções divinas, da IURD? É que esse “deismo seletivo”, não construído a partir dos dados da Bíblia, é limitado às situações convenientes. Ocasionalmente, Deus intervém, aqui e ali, consertando as coisas que o homem faz de errado, curando, restaurando relacionamentos. Para motivar Deus a fazer isso, é necessário, entretanto, intenso clamor e bastante fé, senão as coisas continuam como estão.

b. Dualismo espiritual: Macedo diz, na mesma entrevista: “não tenho ódio de ninguém, senão do Diabo e de seus espíritos”. Entretanto, o reconhecimento de um Reino das Trevas, pela IURD, não se prende ao que as Escrituras revelam sobre o assunto. Há a absorção da visão popular de duas esferas que se degladiam, uma vez vencendo uma, outra vez a outra. Para se contrapor às hostes do mal, a IURD utiliza-se do procedimento de exorcismo e de outras atividades que emulam as encontradas exatamente pelos que são classificados como dominados pelos demônios.

c. Práticas religiosas místicas: Na IURD, outros meios de conhecimento religioso são tão importantes quanto as Escrituras, daí as práticas estranhas à Palavra de Deus se misturarem com tanta intensidade na forma cúltica dos seus templos (peças de roupa, lugares santos, essencialidade da cura física, prosperidade como sinal inequívoco de aceitação divina, etc.). O resultado não é a religião verdadeira, mas um misticismo pagão com roupagem cristã.

d. Pragmatismo: Como demonstrado nas palavras do Macedo, na entrevista, as convicções éticas, na IURD, são essencialmente pragmáticas. Avança-se aquilo que é considerado a tarefa messiânica do segmento com quaisquer parâmetros, afirmações, conexões ou práticas, desde que funcionem. Princípios não regem a prática, mas os objetivos, sim. Não há âncora metafísica maior (revelação) para estabelecimento da verdade. Daí a conformação com o que é politicamente correto, com o que agrada às massas.
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Fonte:  www.ultimato.com.br/conteudo/o-bispo-a-igreja-e-a-prosperidade

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

BBB, lingeries, corpos nus e erotismo.

Hoje o Brasil irá assistir a a abertura da 11ª versão daquilo que considero ser um dos piores programas de televisão do país, o Big Brother Brasil. Lamentavelmente, nos próximos três meses, as imagens de corpos nus, lingeries ousadas e muita sensualidade invadirão as residências brasileiras transformando o mais famoso reality show do mundo num programa erótico. Copie o código abaixo e cole no Orkut

Pois é, não é preciso ser profeta para perceber que o perfil  escolhido dos 17 "Brothers" tem tudo para corroborar com a transformação de um programa de entretenimento numa versão  mais  “light” do canal Sexy Hot, onde debaixo de mantas e edredons tudo é possível.

Caro leitor, vivemos dias complicadíssimos em nosso país. Nossa sociedade encontra-se absolutamente deteriorada, nossas famílias perdidas e sem rumo, nossos adolescentes e jovens sem perspectivas e referências. Tenho a impressão de que do jeito que a coisa anda caminhamos a largos passos para a “sodomização” da existência.

Sem sombra de dúvidas vivemos em um mundo submerso em pecado e que despreza os padrões de moral e justiça divina. A sociedade, de forma geral, encontra-se envolvida em um estilo de vida que se contrapõe aos princípios da lei de Deus. Os padrões de moralidade parecem não mais existir, a forma de se medir felicidade e sucesso difere daquela encontrada na Palavra de Deus. O objetivo de vida do ser humano não é a glorificação do nome do Senhor e sim a busca desenfreada pela satisfação pessoal, ainda que para isso seja necessário desconstruir conceitos e valores jogando-os definitivamente na lata do lixo.

Como já escrevi anteriormente, nós cristãos  fomos chamados pelo Senhor a vivermos de modo absolutamente diferente daqueles que compõem esta geração. Compromisso com a moral, decência e santidade devem fazer parte da vida daqueles que nasceram de novo, levando-nos a exalar sobre os que se encontram em estado de putrefação espiritual o bom perfume de Cristo.

BBB, eu tô fora, e você?

Pense nisso!
Por  Renato Vargens
fonte: http://www.pulpitocristao.com/









sábado, 20 de novembro de 2010

Depois da igreja para gays, para os pelados, conheça agora as “Piranhas de Jesus”, o ministério evangélico para prostitutas

Conheça Annie Lobert, ex-prostituta dedicada a uma única missão: salvar as piranhas de Las Vegas.
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Lobert e sua missão de fé, que ela batizou de “Hookers for Jesus”
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Lobert e sua missão de fé, que ela batizou de “Hookers for Jesus” [Piranhas de Jesus, em tradução livre], serão o tema de “Hookers: Saved on strip“, documentário em três partes. Esse programa especial do canal Investigation Discovery estreia dia 8 de dezembro, nos EUA.

“Toda vez que eu era presa e os policiais me chamavam de ‘piranha’, aquilo realmente me ofendia. Um dia estava pensando que, se queria chegar nessas mulheres, entrar em cassinos e dizer: “Meu nome é Annie. Eu posso ajudá-la a mudar sua vida”, seria uma coisa estranha. Então pensei no nome “Piranhas de Jesus”. Acredito em Deus, além disso fui uma prostituta e agora quero ‘pescar’ essas piranhas”, disse Lobert ao The New York Post.

As câmeras de TV seguem Lobert enquanto ela tenta ensinar a ex-garotas de programa como mudar de vida. No episódio de estreia, a ênfase é a história de Regina. Ela vem de uma família de classe média de Nova Jersey e caiu na prostituição quando estava na Marinha (onde conheceu seu cafetão).

Annie Lobert, 43, é natural do Minnesota. Ela trabalhou como prostituta em Las Vegas por mais de 10 anos. Só abandonou essa vida depois de quase morrer de overdose e de sofrer repetidamente abusos físicos de cafetões violentos.

Ela começou o “Piranhas de Jesus” em 2006. Posteriormente, iniciou a parceria com a Igreja do Sul, de Las Vegas. Foi o seu pastor, Benny Perez, que ajudou Lobert a montar a “Casa do Destino” – um abrigo para ex-prostitutas que as auxilia a recomeçar a vida (arranjando emprego, moradia etc.)

“As outras igrejas não receberam as meninas como eu gostaria que elas fossem recebidas. Mas foi quando viemos para esta igreja que realmente eles ajudaram a mudar a vida das meninas”, diz Lobert.

“Depois que essas mulheres largam seus cafetões, acabam ficando sem casa, sem roupas, sem jóias, sem dinheiro e sem carro. Antes eu as levava para meu pequeno rancho ou as colocava em hotéis. Então Benny disse: “Gostaria que tivéssemos uma casa para estas meninas?”

“Nós a chamamos de Destiny House [Casa do Destino]. O nome surgiu porque eu tive um aborto espontâneo e nome da criança seria Destiny.”

A história de Lobert, que inclui a relação com seu marido, Oz Fox – guitarrista da banda de metal cristão Stryper – imediatamente pareceu interessante para um programa, diz Henry Schleiff, presidente do Investigation Discovery, parte da rede Discovery Channel.

“Certamente é algo que se enquadra na nossa ênfase: o conceito de que uma pessoa pode fazer a diferença. Apreciamos histórias fascinantes, e vemos Annie como uma mulher que viveu essa vida… mas agora está tentando salvar outras dessa indústria crescente, violenta e perigosa. Todo ano cerca de 100.000 mulheres são compradas e vendidas nos Estados Unidos contra a sua vontade. Essa minissérie colabora com nosso desejo de lançar uma luz sobre essa questão séria. Faremos isso de uma maneira divertida mas que, ao mesmo tempo, vai gerar o debate “, finaliza Schleiff.
Fonte: New York Post e Discovery

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Pastores gays fundam igreja evangélica em Belo Horizonte?

Após lutarem contra a própria orientação sexual e se assumirem como homossexuais, os pastores Marcos Gladstones, 34, e Fábio Inácio, 29, fundaram uma igreja evangélica em Belo Horizonte que prega o livre acesso ao Evangelho, sem discriminar o público gay. O primeiro culto da Igreja Cristã Contemporânea aconteceu no último sábado, em um hotel no centro da capital, quando ocorreu a inauguração da igreja. Pelo menos 30 pessoas, segundo os pastores, participaram da celebração. O próximo culto está marcado para domingo à noite no salão do hotel Amazonas.
Ontem, a reportagem de O TEMPO, conversou por telefone com o casal de pastores. Eles são do Rio de Janeiro, onde foi fundada a primeira unidade da igreja, em 2006. Marcos Gladstone, formado em teologia e direito, e Fábio Inácio, supervisor de telemarketing, foram os primeiros pastores do país a oficializarem uma união homoafetiva.
De acordo com o pastor Gladstone, a igreja nasceu de um sonho e do amor entre ele e o companheiro e a adoração que sentem por Jesus. "Durante anos convivemos com os preconceitos contra os homossexuais. Enfrentamos conflitos pessoais, mas hoje sabemos que Deus nos aceita como somos", afirmou ele.
Atualmente, segundo os pastores, existem mais duas outras unidades da igreja no Rio de Janeiro e aproximadamente 500 membros.
O pastor Fábio Inácio explicou que os cultos das igrejas são ministrados como em qualquer igreja evangélica, com oração, pregação e louvor. A bíblia usada também é a mesma. "Estamos levando a palavra de Deus para aquelas pessoas que desejam fazer parte de uma congregação, mas não são aceitas devido a sua orientação sexual", informou.
Apesar de a maioria dos membros ser gays (cerca de 90%), Gladstone e Inácio afirmam que a igreja é frequentada também por heterossexuais. "Os gays são a maioria porque não são aceitos em outras igrejas".
O cabeleireiro Guilherme Braga, 25, morador da capital, contou que era membro de uma tradicional igreja evangélica, mas, desde que tomou conhecimento da Igreja Cristã Contemporânea, vai ao local uma vez por mês. "O amor de Deus é sem preconceito. Agora eu me encontrei".
Vídeo é marco de diversidade
Marcos Gladstone e o pastor Fábio Inácio se conheceram em maio de 2006 e, três anos depois, em 20 de novembro de 2009, oficializaram a união com uma cerimônia religiosa.<CW-34> O vídeo da cerimônia, considerada por eles "um marco divisor na luta contra a homofobia religiosa" (confira abaixo). (AS)



Igreja funciona em hotel da capital e prega livre acesso ao Evangelho
Publicado no Jornal OTEMPO em 10/03/2010
ANDRÉA SILVA
FOTO: REPRODUÇÃO/SITE IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA

Oficial. Casamento é o primeiro homoafetivo de pastores do país
REPRODUÇÃO/SITE IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA
Oficial. Casamento é o primeiro homoafetivo de pastores do país
Cpemg
Ordenação não é reconhecida
O presidente do Conselho de Pastores e Ministros Evangélicos de Minas Gerais (Cpemg-MG), Jorge Linhares, não foi encontrado para falar sobre a criação da Igreja Cristã Contemporânea de Belo Horizonte. Não há nenhum um órgão que regulamente o funcionamento de igrejas evangélicas, que são independentes, ao contrário do que acontece na Igreja Católica, por exemplo.
Entretanto, o Cpemg não reconhece a ordenação de pastores homossexuais. A justificativa seria que os ensinamentos bíblicos não aprovam o comportamento.
Desde 2004, funciona também na capital mineira a Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), fundada pelo pastor Marcos Martins, que tem um relacionamento homossexual estável há quatro anos. Para Martins, não há polêmica. "É natural aparecerem mais grupos de evangelho inclusivo", diz.
O pastor trabalha com dados sociológicos que calculam que cerca de 150 mil pessoas em Belo Horizonte tenham orientação sexual diferenciada. "Temos que acolher quem precisa de ajuda, porque a orientação sexual é uma benção que Deus nos deu e não deve ser renegada. Ninguém pode ser discriminado por uma ação divina", afirma. (Tereza Rodrigues/Especial para O TEMPO)
Minientrevista
"Foi um sonho que nós realizamos"
Marcos Gladstone Pastor, 34 anos Fundador da igreja
Como é sua relação e a do Pastor Fábio com a religião? Tivemos uma criação evangélica. Na adolescência, enfrentamos preconceitos e lutamos como os nosso próprios conflitos.
Vocês dois chegaram a viver relações heterossexuais? Sim. Eu fui noivo durante quatro anos, e o Fábio também teve uma namorada, mas não estávamos felizes. Eu só aceitei minha orientação sexual depois que fui para os Estados Unidos.
Como vocês resolveram fundar a igreja? Nós dois gostávamos de frequentar cultos, de louvar e orar, mas não éramos aceitos por sermos gays. Foi um sonho nosso que realizamos, sem sabermos que ele era também de milhares de pessoas.
Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=135740

Pastora lésbica vai a tribunal da igreja presbiteriana por realizar casamento gay!

Esta é a segunda vez que a Rev. Jane Adams Spahr, a lésbica ativista, 
foi à corte por violar a lei da Igreja.
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Uma sacerdote presbiteriana aposentada está enfrentando processo terça-feira pela manhã, por realizar cerimônia de casamento de mesmo sexo na Califórnia.

Anteriormente, em 2008, ela foi inocentada de má conduta pelo Supremo Tribunal da Igreja Presbiteriana (EUA), a Comissão Judiciária Permanente da Assembléia Geral. O Supremo Tribunal tinha revertido uma decisão pelo comitê judicial regional que encontrou Spahr culpada de haver cometido uma falta quando ela conduziu cerimônias para dois casais de lésbicas em 2004.

Novas acusações foram trazidas contra ela por leigos anônimos depois que Spahr oficializou os casamentos de 16 casais de gays e lésbicas durante o breve perído em que o casamento homossexual era legal na Califórnia, entre Junho e Novembro de 2008. A ministra de São Francisco tem sido acusada de publicamente, intencionalmente e repetidamente violar a lei denominacional.

Recordando o tempo em que proprocionou o casamento aos casais, Spahr disse no The Peter Collins Show que seus amigos se aproximaram dela, pedindo que ela oficializasse suas cerimônias.

“Eles perguntaram-me porque eu era uma pastora e eles puderam ir à corte civil, mas eles disseram que queriam que fosse eu que fizesse," disse Spahr ao programa de rádio.

"O que fazemos na Igreja Presbiteriana ou Igrejas é que você tem a autoridade civil e, em seguida, podemos pronunciar," explicou. “Entao eu pronunciei-os em nome do Estado e em nome da Igreja. “Eu tinha que dizê-lo em nome da Igreja, porque é uma questão da minha fé... e da vocação que tenho."

De acordo com os advogados de Spahr, ela enfrenta julgamento por representar as uniões de pessoas do mesmo sexo que ela presidiu como matrimônios.

O PC(USA) é a maior denominação Presbiteriana do país com mais de 2 milhões de membros. A Igreja define como casamento a união entre um homem e uma mulher e o órgão legislativo mais alto da mesma votou em Julho para manter essa definição.

Spahr tem sido uma sacerdote da ordem Presbiteriana há 36 anos. Ela se aposentou do Ministério em tempo integral em 2007.

O órgão The Presbytery for the Redwoods, de gestão local da PC(USA), está retendo o julgamento na Igreja Presbiteriana Covenant em Napa, Califórnia.

Fonte: Christian Post

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nudismo “sem culpa” para evangélicos em praias brasileiras

Agora parece que virou moda tirar a roupa para Jesus! Você não leu errado não. É isto mesmo.
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Conhecidos por seus costumes religiosos rígidos, os fiéis das religiões pentecostais sempre tiveram horror a tudo que estivesse ligado a sensualidade. Isto incluía as vestimentas dos fiéis, que deveriam cobrir a maior parte do corpo possível, em especial, tratando-se do corpo feminino. Porém, com o surgimento das novas religiões neopentecostais, fundado por pregadores oriundos do catolicismo popular, as normas religiosas foram flexibilizadas. Hoje, os crentes já podem ir à praia e usar roupas mais curtas. Mas, quem pensa que o liberalismo evangélico termina por aí está muito enganado. Um grupo de evangélicos da nova geração decidiram despir-se de todos os véus religiosos, literalmente. São os evangélicos naturistas.

O Arte Profana teve acesso ao depoimento de alguns evangélicos que foram veiculados pelo conservador “Informativo Batista”. Procure ler sem preconceitos.

Pureza não está ligada às roupas

“Há muitos evangélicos naturistas no Brasil. A pureza da alma não está ligada às roupas. Considero o naturismo uma visão da Criação. As pessoas ainda têm preconceito contra o nu porque falta esclarecimento. Sempre fui atuante na Igreja e não esperava ser excluído de minhas atividades de uma maneira tão desagradável. Mas a religião não deixou de estar no meu dia-a-dia. Converso com Deus seja onde for. Não escondo que sou naturista. Não tenho do que me envergonhar“. Estevão Prestes, 31 anos, arquiteto.

“Não me considero um pecador”

“Na minha vida, o naturismo antecedeu a religião. Fico nu há 15 anos, desde que fui à Praia de Trancoso, na Bahia. Já frequentei a Praia de Abricó e gosto da Praia Olho de Boi. Há sete anos, eu me tornei evangélico. Não me considero um pecador por ainda buscar praias de nudismo. Onde está na Bíblia que é proibido ficar nu ? Temos o espírito livre e puro. O que dizer do Carnaval, então ? E das revistas de mulheres ou homens pelados ? Nós temos uma filosofia de vida: a do respeito ao próximo”. Carlos Moreira, 44 anos, comerciante.

Um nova forma de comunhão com Deus, segundo alguns

Um paraíso ecológico, nenhuma roupa e… a Bíblia. Pode parecer contraditório, mas naturismo também é coisa de crente. Isso mesmo: no Rio, até mesmo pastores evangélicos se bronzeiam como vieram ao mundo nas praias frequentadas por nudistas. Membro de tradicional igreja evangélica há sete anos e naturista há 15, o comerciante Carlos Moreira, 44 anos, é um dos que defendem que não há barreiras entre a religião e o nu. “O pecado não está no corpo despido, mas, sim, na malícia das pessoas. Meu coração é puro”, argumenta.

A comunhão entre Deus e nudismo também é praticada pelo arquiteto curitibano Estevão Prestes, 31 anos. Evangélico há 14 anos, ele frequenta uma praia naturista – a Praia do Pinho, em Santa Catarina, há três anos. Estevão gosta de orar sozinho na praia e de ler a Bíblia – nu, é claro: “A vivência naturista me aproxima da espiritualidade.

Tenho momentos de comunhão com a natureza, com Deus e com o próximo”, justifica. Ele diz ter tido problemas em sua antiga agremiação religiosa (a Igreja do Evangelho Quadrangular), entretanto, ele continua evangélico e diz: “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem, me aceitam”, garante.

Pastora pentecostal também pratica nudismo

O nudismo evangélico é uma idéia inovadora, por isso alguns preferem o anonimato, como a pastora pentecostal há 15 anos, Márcia, de 48 anos (ela trocou o nome para não ser reconhecida por seus fiéis). A pastora se converteu ao naturismo há três anos, após visitar a Praia Olho de Boi, em Búzios. “Eu me encantei com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”, defende ela. Márcia visita sítios de lazer e já frequentou a Praia do Abricó, no Recreio, que foi proibida para a pratica do nudismo por força de liminar.

Márcia diz ter aprendido que o naturismo não tem conotação sexual. “Vemos a nudez com olhos do espírito, sem malícia”, ensina a pastora, que lamenta o preconceito que enfrenta. “A igreja evangélica está recheada de dogmas e tabus. Somos tolhidos de vermos o mundo como é. Não poderia abrir minhas opiniões aos fiéis. Causaria grande rebelião”, pondera a pastora naturista. Ela também faz evangelizações com amigos em recantos de nudismo. “Certa vez, uma irmã estava com sérios problemas e prestei favores espirituais para ela ali mesmo, em um sítio de convívio naturista”, recorda.

 


Argumentos saídos do Livro Sagrado

De acordo com a narrativa bíblica, ao comerem o fruto proibido, Adão e Eva tiveram a consciência do “bem” e do “mal” e cobriram os corpos nus, por se sentirem envergonhados perante o Criador. Em tempos modernos, a passagem do livro de Gênesis é usada por evangélicos para defender ou condenar a prática do naturismo. Com interpretações divergentes, muitos crentes se cobrem dos pés à cabeça ou tiram a roupa nas praias e áreas de nudismo.

“A nudez não era rejeitada até o pecado original. O naturismo leva as pessoas ao estágio original de inocência, a reviver a Criação”, justifica a pastora naturista Márcia. Para a pastora Suzana Viana, da Igreja Metodista do Brasil, o nu não é pecado, mas agride a consciência do próximo. “Temos que respeitar a comunidade, como diz a Bíblia”, avalia.

Nudistas evangélicos buscam paraísos ecológicos

Não é só no Rio de Janeiro que os evangélicos estão deixando de lado as roupas típicas de “crentes”. Considerada um paraíso naturista, a Praia de Tambaba, em João Pessoa, no estado da Paraíba, reúne entre seus frequentadores um grupo de pelo menos 15 evangélicos, segundo o ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba Nelci Rones Pereira de Sousa, de 47 anos.

Nascido em família evangélica, Nelci é naturista há mais de 20 anos. “Detesto roupas, o que não quer dizer que eu não tenha Deus no coração. Imoral é o que se faz de sujo com o corpo”, defende ele, que faz parte da Igreja Batista. “Não sofri nenhuma crítica”, diz o naturista.
Já o aposentado Carlos Antonio Pereira de Moraes, 52 anos, deixou os cultos por se sentir “incomodado com o conservadorismo e o fanatismo”. E acrescenta: “Optei pelo naturismo e sou livre. Ser cristão é pregar o Evangelho onde for”.

Fonte:Arte Profana