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sexta-feira, 17 de junho de 2011

QUE LOUCURA? Pastores da Igreja Mundial são expulsos por denunciarem desvio de 3 milhões de dólares de dízimos e ofertas!

Pastores da Igreja Mundial são expulsos por denunciarem desvio de 3 milhões de dólares de dízimos e ofertas
O bispo Juliano Marques expulsou da IMPD (Igreja Mundial do Poder de Deus) de Angola pelo menos três pastores angolanos porque eles teriam descoberto que os responsáveis pela igreja, todos brasileiros, desviaram para seus bolsos US$ 3 milhões (R$ 4,76 milhões) do dízimo e da venda de canetas e gravatas com poder de “cura divina”. A informação foi divulgada pelo semanário Agora e repercutiu em toda a imprensa angolana, como o site AngoNotícias [reprodução acima].
A IMPD abriu uma filial naquele país em meados do ano passado e se encontra instalada em um templo provisório em Luanda, a capital. A expulsão dos pastores ocorreu durante uma cerimônia religiosa.
O seminário publicou que os brasileiros estão aplicando o dinheiro do dízimo em negócios próprios em Angola e no exterior. Marques também estaria pagando por mês cerca de US$ 28 mil (R$ 44,4 mil) pelo aluguel de um casarão em Talatona, o bairro dos ricos de Luanda. O salário de um pastor angolano é 30 mil kwanzas, o que corresponde a U$ 344 ou a R$ 546.
Um angolano disse ao Agora: “A igreja se transformou em uma forma de enriquecimento familiar. Quase todas as semanas chegam brasileiros que regressam com os bolsos cheios”.
No AngoNotícias, um leitor comentou: “O governo angolano é tímido em agir perante estes casos, sobretudo perante aos brasileiros que vêm roubar o povo. [O governo] só olha os bandidos das ruas e esquecem os bandidos e diabos brasileiros que enganam os angolanos diariamente”.
A IMPD de Angola não se manifestou até agora sobre as acusações.
Marques substituiu em Angola o bispo Marcelo Paiva, que, por “amor à África”, abriu lá a sua própria igreja, a Sê Tu Uma Benção de Deus.

Fonte: Paulopes

sábado, 20 de novembro de 2010

Depois da igreja para gays, para os pelados, conheça agora as “Piranhas de Jesus”, o ministério evangélico para prostitutas

Conheça Annie Lobert, ex-prostituta dedicada a uma única missão: salvar as piranhas de Las Vegas.
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Lobert e sua missão de fé, que ela batizou de “Hookers for Jesus”
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Lobert e sua missão de fé, que ela batizou de “Hookers for Jesus” [Piranhas de Jesus, em tradução livre], serão o tema de “Hookers: Saved on strip“, documentário em três partes. Esse programa especial do canal Investigation Discovery estreia dia 8 de dezembro, nos EUA.

“Toda vez que eu era presa e os policiais me chamavam de ‘piranha’, aquilo realmente me ofendia. Um dia estava pensando que, se queria chegar nessas mulheres, entrar em cassinos e dizer: “Meu nome é Annie. Eu posso ajudá-la a mudar sua vida”, seria uma coisa estranha. Então pensei no nome “Piranhas de Jesus”. Acredito em Deus, além disso fui uma prostituta e agora quero ‘pescar’ essas piranhas”, disse Lobert ao The New York Post.

As câmeras de TV seguem Lobert enquanto ela tenta ensinar a ex-garotas de programa como mudar de vida. No episódio de estreia, a ênfase é a história de Regina. Ela vem de uma família de classe média de Nova Jersey e caiu na prostituição quando estava na Marinha (onde conheceu seu cafetão).

Annie Lobert, 43, é natural do Minnesota. Ela trabalhou como prostituta em Las Vegas por mais de 10 anos. Só abandonou essa vida depois de quase morrer de overdose e de sofrer repetidamente abusos físicos de cafetões violentos.

Ela começou o “Piranhas de Jesus” em 2006. Posteriormente, iniciou a parceria com a Igreja do Sul, de Las Vegas. Foi o seu pastor, Benny Perez, que ajudou Lobert a montar a “Casa do Destino” – um abrigo para ex-prostitutas que as auxilia a recomeçar a vida (arranjando emprego, moradia etc.)

“As outras igrejas não receberam as meninas como eu gostaria que elas fossem recebidas. Mas foi quando viemos para esta igreja que realmente eles ajudaram a mudar a vida das meninas”, diz Lobert.

“Depois que essas mulheres largam seus cafetões, acabam ficando sem casa, sem roupas, sem jóias, sem dinheiro e sem carro. Antes eu as levava para meu pequeno rancho ou as colocava em hotéis. Então Benny disse: “Gostaria que tivéssemos uma casa para estas meninas?”

“Nós a chamamos de Destiny House [Casa do Destino]. O nome surgiu porque eu tive um aborto espontâneo e nome da criança seria Destiny.”

A história de Lobert, que inclui a relação com seu marido, Oz Fox – guitarrista da banda de metal cristão Stryper – imediatamente pareceu interessante para um programa, diz Henry Schleiff, presidente do Investigation Discovery, parte da rede Discovery Channel.

“Certamente é algo que se enquadra na nossa ênfase: o conceito de que uma pessoa pode fazer a diferença. Apreciamos histórias fascinantes, e vemos Annie como uma mulher que viveu essa vida… mas agora está tentando salvar outras dessa indústria crescente, violenta e perigosa. Todo ano cerca de 100.000 mulheres são compradas e vendidas nos Estados Unidos contra a sua vontade. Essa minissérie colabora com nosso desejo de lançar uma luz sobre essa questão séria. Faremos isso de uma maneira divertida mas que, ao mesmo tempo, vai gerar o debate “, finaliza Schleiff.
Fonte: New York Post e Discovery