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domingo, 29 de janeiro de 2012

QUE LOUCURA? Deputado gay Jean Wyllys afirma que pastores evangélicos brasileiros têm as mãos sujas de sangue!

Deputado gay Jean Wyllys afirma que pastores evangélicos brasileiros têm as mãos sujas de sangue
Depois de atacar a igreja Católica afirmando que o papa Bento XVI é um “genocida em potencial”, o deputado militante da causa LGBT, Jean Wyllys (PSOL-RJ), acusou pastores brasileiros como Silas Malafaia de ter as mãos sujas de sangue por causa da morte de homossexuais no país.
Na última sexta feira o deputado concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Guardian na qual comparou sua luta pela causa LGBT no país com a saga de Dom Quixote de La Mancha. Dom Quixote é um personagem criado por Miguel de Cervantes conhecido na literatura por sair em uma aventura, com uma visão distorcida da realidade, para viver um romance de cavalaria.
O deputado afirmou que sua luta em torno da causa LGBT “é uma batalha difícil de combater”, mas ressaltou que essa seria sua vocação: “Mas esta é a minha vocação. Minha vocação. Eu sinto que eu preciso para estar aqui”, destaca Wyllys.
Wyllys disse ao jornal que faz parte da linha de frente de uma briga cada vez mais venenosa com uma legião de pastores evangélicos radicais. Ele afirmou também que a reputação do Brasil, como uma nação arco-íris aberta e tolerante, é prejudicada pela agitação dos pastores que realizam exorcismos de lésbicas e gays.
O jornal britânico afirmou que ‘radicais da direita religiosa’ odeiam Jean Wyllys, e acusa religiosos, como o pastor Silas Malafaia, de atacarem o parlamentar com mensagens depreciativas.
Wyllys, que é umbandista, disse que “as mãos de Silas Malafaia e desses outros pastores estão cobertas de sangue: ‘o sangue dos homossexuais que morrem em vítimas no Brasil, por ‘homofobia’.” O parlamentar se referia à oposição das lideranças cristãs em relação à mudança da Constituição Federal para permitir o casamento gay.

Fonte: Gospel+

domingo, 13 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? Silas Malafaia diz que vai "fornicar" Toni Reis, líder da causa gay!



O pastor evangélico reclama de representações contra ele feitas pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)

HUMBERTO MAIA JUNIOR
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Silas Malafaia é o pastor líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Foto: Marcelo Min/ÉPOCA)
Em guerra com militantes da causa gay, o pastor evangélico Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, disse que vai “fornicar”, “arrombar” e “arrebentar” Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). As declarações foram feitas em entrevista a ÉPOCA nesta quinta-feira (10). Malafaia chama Reis de “bandido” e “safado”. Diz ainda que vai entrar com queixa crime contra ele por causa da polêmica de um vídeo de 41 segundos colocado no YouTube.
O vídeo em questão tenta associar uma fala de Malafaia a agressões sofridas por um um casal homossexual na avenida Paulista, em São Paulo. Malafaia aparece no vídeo fazendo a seguinte declaração: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, baixar o porrete em cima”. O pastor falava sobre um grupo de homossexuais que, segundo ele, teriam ridicularizado símbolos católicos na Parada Gay de São Paulo. Após essa fala, o vídeo mostra uma reportagem a respeito das agressões contra o casal gay. Toni Reis encaminhou o material ao Ministério das Comunicações e à procuradora geral dos Direitos do Cidadão, Gilda Carvalho, pedindo para verificar se o caso configura incentivo à violência e à discriminação.
Para Malafaia, a edição do vídeo no YouTube é tendenciosa e leva as pessoas a concluírem que ele incita a violência a homossexuais. “Nunca mandei bater em homossexual porque não sou imbecil nem idiota”, afirmou. “Eu vou arrebentar o Toni Reis. Eu não tenho advogado de porta de xadrez (cadeia). A minha banca aqui de advogados é uma das maiores que tem. Eu vou fornicar esse bandido, esse safado.” Em seguida, afirma que “baixaria do movimento gay” é “coisa de bandido” e de “mau caráter”. Depois de citar a queixa crime, diz, sem completar: “Eu vou arrombar com esses...”
Reis ironizou as declarações de Malafaia. “Ele não faz o meu tipo. Não vou deixar ele me fornicar, embora eu goste da coisa. (Para fazer isso) vai ter de me conquistar, mas eu estou muito bem casado com um inglês. Se fizer sem eu permitir, é estupro, atentado violento ao pudor.” Em seguida, sério, Reis lamentou as afirmações do pastor da Igreja Vitória em Cristo. “Isso não é postura de um pastor.”
Nota da redação:
Poucos minutos após ÉPOCA publicar o texto acima, o pastor Silas Malafaia divulgou mensagens no Twitter dizendo que sua declaração havia sido deturpada. "Nessa guerra de manipulação de vídeo que o movimento gay fez, eu disse ao jornalista que ia 'funicar', e não 'fornicar', como ele publicou", foi um de seus tuites. A expressão "funicar", reivindicada por Malafaia, não existe em nenhum dos quatro principais dicionários da língua portuguesa, o Aurélio, o Houaiss, o Luft e o Michaelis. 
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/silas-malafaia-diz-que-vai-fornicar-toni-reis-lider-da-causa-gay.html

sábado, 5 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? Pastor Silas Malafaia é denunciado no Ministério Público e gays tentam tirar seu programa do ar!

Pastor Silas Malafaia é denunciado no Ministério Público e gays tentam tirar seu programa do ar
A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT) solicitou à Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, em Curitiba que o Ministério Público tome providências contra o Pastor Silas Malafaia, por incitar a violência contra homossexuais em programas veiculados em emissoras de televisão que operam com concessão pública.
No último dia 24/10, foi encaminhado pela ABLGBT uma carta ao Ministro das Telecomunicações solicitando que o caso seja acompanhado de perto pelo Ministério, segundo notícia publicada no site Holofote.net. O site do Partido dos Trabalhadores informa que a ABLGBT é uma entidade congrega 237 associações voltadas à causa homossexual.
A principal acusação da ABLGBT é que Malafaia teria mandado “baixar o porrete em cima, para os caras aprenderem a ter vergonha”. Como os programas da Associação Vitória em Cristo são apresentados em emissoras de televisão que dispõem de concessões do governo para veicularem sua programação, a associação argumenta que os programas do Pastor Silas Malafaia estariam sendo usados para promover o ódio e a intolerância, o que seria inconstitucional.
No documento da entidade enviado à Procuradora, consta o link de um vídeo no Youtube, que não pode mais ser acessado, pois foi removido pelo usuário. A reportagem do Gospel+ tentou contato com o Pastor Silas Malafaia, porém não obtivemos resposta até o fechamento desta matéria.
Leia a íntegra do documento enviado pela ABLGBT ao Ministério Público:
Ofício PR 236/2011 (TR/dh)
Curitiba, 24 de outubro de 2011
À: Exma. Sra. Gilda Pereira de Carvalho
Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão
pfdc001@pgr.mpf.gov.br
Assunto: Solicitação de tomada de providências – utilização de concessão de meio de comunicação para incitar a violência contra pessoas LGBT
Prezada Senhora,
A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – é uma entidade de abrangência nacional que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.
Neste sentido, recebemos diversas denúncias sobre a veiculação, em rede de televisão que funciona por meio de concessão pública, da incitação da violência à população LGBT por parte do Pastor Silas Malafaia, conforme pode ser averiguada em http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tzZFJHm_Zto no qual o pastor afirma que é preciso “baixar o porrete em cima, para os caras aprender a vergonha”.
Nos últimos tempos, não tem sido pouca a cobertura da mídia nacional sobre ocorrências de violência contra as pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), especialmente na região da Avenida Paulista em São Paulo, entre outras.
Cabe apontar que esta situação de agressão contra a população LGBT se encontra agravada pelas incitações do Pastor Malafaias no programa acima mencionado, ainda mais por sua utilização dos meios de comunicação de concessão pública para contrariar os preceitos constitucionais, especialmente os contidos nos artigos 3º e 19 da Carta Magna:
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil (…):
IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.
Assim, vimos por meio deste solicitar a tomada das medidas necessárias quanto à emissora que veiculou as incitações do Pastor Malafaia, inclusive, se for considerado apropriado por este Ministério Público, a retirada do ar do programa de televisão em questão com base nas disposições do artigo 19 da Constituição Federal, assim como a aplicação de eventuais penas criminais que possam se aplicar ao Pastor Malafaias pela promoção ativa da discriminação e da violência contra determinados setores da sociedade.
Na expectativa de sermos atendidos, colocamo-nos à disposição.
Atenciosamente
Toni Reis
Presidente
Fonte: Gospel+

QUE LOUCURA? Ex-Pastor que criou grupo de ajuda a homossexuais, assume ser gay e afirma que não crê em Deus!

Ex-Pastor que criou grupo de ajuda a homossexuais, assume ser gay e afirma que não crê em Deus
Sergio Viula é um dos fundadores do Movimento pela Sexualidade Sadia (Moses). Em 1997, com amigos, fundou o grupo que trabalha com pessoas que buscam orientação para abandonar a homossexualidade.
Viula, hoje com 42 anos, na adolescência teve seu primeiro caso homossexual e aos 16 anos se converteu ao cristianismo em uma igreja neopentecostal e depois mudou-se para uma Igreja Batista, onde aderiu a um programa de restauração e mais tarde foi consagrado a Pastor.
Hoje, Sergio Viula que chegou a casar, ter dois filhos, voltou à homossexualidade e diz ter se tornado um apóstata. “Na verdade, ex-gay não existe, é pura auto-sugestão. Eu comecei a ir à igreja e percebi que os homossexuais não tinham como lidar com suas dificuldades, por falta de orientação das lideranças, então decidi fundar o MOSES. Foi aí que comecei a dizer em momentos oportunos que era ex-gay”, conta Viula.
Sergio, que acompanhava de perto a metodologia aplicada pelo MOSES, afirma que o grupo fazia “lavagem cerebral” e que além de não funcionar, os métodos causam dor aos participantes. “Você tem que se isolar do seu antigo círculo de amigos, começar a se enfiar nas reuniões da igreja, fazer sessões de aconselhamento, orar, jejuar, essas coisas.
Quando acontecia de alguém se envolver com outro homossexual, ele tinha que confessar o que fez. No grupo, basicamente, pensávamos que ser gay fosse pecado, que devia ser confessado e abandonado. Para isso fazíamos proselitismo, aconselhamento, oração, pregação… Recomendávamos certos livros, leitura bíblica, coisas que os crentes geralmente fazem, mas com foco na homossexualidade, sempre demonizando a homo afetividade, infelizmente”, relata o ex-Pastor Sergio Viula.
Em uma viagem à Cingapura, Sergio Viula se envolveu sexualmente com um filipino e resolveu assumir novamente sua homossexualidade, abandonando dezoito anos de envolvimento com a igreja evangélica e seu casamento. “Houve perseguição por parte do MOSES, muita gente ficou em choque. Mas meus filhos nunca criaram problemas”, afirma Viula, que garante que sua filha com 12 anos e seu filho, com 11, mantém um bom relacionamento com seu atual parceiro.
Segundo o Gospel Prime, quando quesiotado sobre o momento atual, em que os assuntos envolvendo o movimento de defesa dos homossexuais tem atraído bastante atenção, Viula ataca um dos principais críticos do movimento, o Pastor Silas Malafaia, e levanta dúvidas sobre sua orientação sexual: “Ele é um idiota! Atua na base da má-fé mesmo, com interesses financeiros, projetos de poder, etc. E diz ele que nunca foi gay, será? Fico muito desconfiado de gente que gasta tanta energia e dinheiro para combater algo que não tenha nada a ver consigo mesma. Entendo heterossexuais que compreendem os riscos da homofobia, mas não entendo heterossexuais que quase surtam só por saberem que os gays estão felizes, saudáveis e produzindo para o país”.
Após assumir sua condição homossexual, Viula foi convidado para ser Pastor em diversas igrejas, incluindo a Comunidade Metropolitana, que é a mais proeminente das “igrejas inclusivas”. Porém, recusou todos os convites, pois segundo ele, o que o fez abandonar o Ministério não foi sua opção sexual, mas sim, ter deixado de acreditar em Deus. “Nem Deus, nem escrituras, nem igrejas passam pelo crivo da razão”, afirma o agora ex-Pastor. “Não me refiro à razão de uma mente brilhante como a de Nietzsche, Darwin, Sartre, Hopkins, Dawkins, etc. Refiro-me à razão de uma mente mediana como a minha. Não posso ir contra mim mesmo e contra aquilo que enxergo tão distintamente. No entanto, defendo a liberdade. Por isso, crer e não crer são coisas que não podem ser controladas, coibidas, exceto quando colocam os direitos humanos em xeque”, conclui.
Em 2010, Viula lançou o livro “Em busca de mim mesmo”, e entre suas histórias, conta que “sair do armário foi a decisão mais acertada” de sua vida e afirma que pretende ser um ativista para que outros gays se assumam, “principalmente aqueles oprimidos por motivos religiosos”. Sobre os homossexuais que buscam ajuda em igrejas ou em programas como o MOSES, Viula é enfático: “Conversão religiosa que não admite sua homossexualidade não merece seu tempo e talento”.

Fonte: Gospel+

domingo, 23 de outubro de 2011

QUE LOUCURA? Polêmico Pastor publica livro em que afirma: masturbação é homossexualidade!

Polêmico Pastor publica livro em que afirma: masturbação é homossexualidade
Mark Driscoll, polêmico Pastor da Igreja Mars Hill, em Seattle, nos Estados Unidos, afirma em seu recém publicado livro Porn-Again Christian (Cristãos e Pornografia: novamente) que a masturbação masculina é uma forma de homossexualidade.
“Principalmente quando masturbador olha para um espelho, excitando-se com o próprio corpo”, escreveu Driscoll. Segundo ele, como não há contato com uma mulher no ato da masturbação, o homem estaria causando prazer a ele próprio.
Driscoll afirma ainda que a masturbação deixa de ser pecado se o homem estiver na presença de sua esposa, e mesmo que ela não participe do ato, não há nada de errado. No caso de uma viagem, se o homem estiver distante de sua mulher e se masturbar olhando para uma foto dela, não há problemas. Porém, se a imagem for de uma outra mulher que não a sua, Driscoll afirma que é adultério.
O Pastor Driscoll apresenta seu livro como uma exposição sincera e direta de ideias sobre o tema pornografia. Na divulgação do material, afirma que a proposta da publicação é debater o assunto com “argumentos práticos e teológicos” sobre o assunto.
O livro ainda não foi publicado no Brasil e por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

QUE LOUCURA? Pastor homossexual de igreja gay lança DVD de pregações sobre a Bíblia!

Pastor homossexual de igreja gay lança DVD de pregações sobre a BíbliaO fundador da Igreja Cristã Contemporânea do Rio de Janeiro, pastor Marcos Gladstone, está lançando um DVD com um resumo de palestras ministradas por ele sobre a Bíblia e a homossexualidade.
Gladstone, que é casado com o também pastor Fábio Inácio de Souza, reuniu no DVD temas de palestras dadas ao longo de 10 anos em igrejas, ong’s e universidades do Brasil e de outros países.
Segundo o site Mix Brasil, o objetivo de Gladstone é acabar com o preconceito e rejeição à Bíblia, por parte dos homossexuais. O conteúdo do DVD, que contém perguntas dos fieis da Igreja Contemporânea, relata passagens bíblicas que, segundo Gladstone, foram pregadas de forma equivocada por igrejas tradicionais, gerando assim, uma aversão de ambos os lados.

Trailer do DVD



Fonte: Gospel+

sábado, 10 de setembro de 2011

QUE LOUCURA? Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie é demitido após postar piadas homofóbicas no Facebook!

Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie é demitido após postar piadas homofóbicas no Facebook
O professor Marco Antônio Ferreira Lima (foto), da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, foi demitido por usar de piadas homofóbicas no Facebook. Em algumas delas, ele zombava do STF (Superior Tribunal Federal) por legalizar a união estável de pessoas do mesmo sexo e por ter autorizado a chamada Passeata da Maconha.
No dia 17 de junho, às 8h54, Lima escreveu um “aviso de utilidade pública” no qual disse que o “STF determinou que ser gay agora é obrigatório”.
Ele fez ainda menção ao uso de “supositórios mentolados extra-extra-grandes”.
No dia 26 do mesmo mês afirmou: “Deus criou o homem e a mulher! O resto quem criou foi o STF…”.
Antes, no dia 22: “viva falcão… homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e viado é viado…” Falcão é o cantor de música brega. Faz parte de sua discografia, por exemplo, “A besteira é a base da sabedoria” e “What Porra Is This?”
 Estudantes disseram que o professor também faz piadas homofóbicas em sala de aula. Ele acumula a função de procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo. Formou-se doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Na terça-feira do dia 30 de agosto, Lima usou o Facebook para defender o seu irmão Paulo Marcos, também professor da Mackenzie e procurador de Justiça, em um caso que está agitando os meios estudantis e jurídicos, pois, Paulo ameaçou dar voz de prisão a uma aluna Tatiana, do 5º semestre noturno, porque ela questionou a sua metodologia de ensino.
Tatiana foi acusada por Marcos de racismo no Facebook, segundo ele, porque ela teria chamado seu irmão de “negro sujo”, dizendo que “preto não pode dar aula no Mackenzie e que “preto não pode ter poder”.
“Somos negros sim e não ‘afro-descendentes’. “Temos orgulho de ter engraxado o sapato dos pais de muitos brancos que hoje são nossos colegas…” Post de Marcos no seu perfil da rede social de setembro de 2011.
Em nota, Rodrigo Rangel – presidente do Centro Acadêmico João Mendonça Júnior – acusou Paulo de abuso de poder, dizendo: “Em um país de ‘Doutores’, em que qualquer um se acha acima da lei, não podemos permitir que em nossa faculdade, um ambiente exclusivamente acadêmico, pessoas desse tipo continuem a desrespeitar nossa Constituição, em uma perfeita cena de abuso de autoridade”.
O professor Marco Antônio Ferreira Lima deletou no dia 31 de agosto seu perfil no Facebook, onde debochou dos homossexuais e  STF., o que não adiantou se a intenção era esquecer o assunto polêmico, pois, seus comentários, contudo, foram reproduzidos por vários blogs e sites.

Fonte: Paulo Lopes

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

QUE LOUCURA? Missionária Lanna Holder critica os “crentes hipócritas” e afirma que diferente do que as igrejas pregam, não existe cura para gays!

Missionária Lanna Holder critica os “crentes hipócritas” e afirma que diferente do que as igrejas pregam, não existe cura para gays
A missionária evangélica Lanna Holder ficou conhecida mundialmente por testemunhar que havia sido curada da homossexualidade. Deu palestras e promoveu o que seria a cura da homossexualidade em igrejas dos quatro cantos do mundo. Lanna acaba de protagonizar um episódio que abalou as estruturas evangélicas.
Ela se apaixonou por uma cantora gospel de renome nos Estados Unidos e se uniu à ela. A notícia de que ela voltou a ser homossexual abalou as estruturas de muitas igrejas que ouviram (e acreditaram) em seu primeiro testemunho de cura da homossexualidade. Junta com sua namorada, Lanna inaugurou em São Paulo a Comunidade Cidade de Refúgio, primeira denominação religiosa dirigida por um casal de lésbicas no Brasil. Hoje a missionária reconhece que nunca deixou de sentir atração sexual por mulheres e critica a postura das igrejas que, segundo ela, pregam uma libertação que não existe. Mesmo disposta a não falar mais de sua vida pessoal, já que se diz alvo de represálias de várias instituições evangélicas, ela aceitou receber a reportagem em seu escritório. Na ocasião, falou sobre a mentira em que viveu por anos devido à intolerância religiosa.
Antes você afirmava que a homossexualidade era possessão demoníaca e hoje se arrepende da visão que tinha. O que te fez mudar de opinião?
Quanto me converti, fui ensinada que a homossexualidade era uma maldição, então expunha para os fiéis da maneira que eu havia aprendido. Milhares de pessoas me procuravam para saber como eu havia deixado de ser lésbica e no fundo sabia que continuava gostando de mulheres. Eu professava aquela mentira na esperança de que um dia ela pudesse se tornar verdade na minha vida. Realmente lutei porque acreditava que iria mudar. Com o passar dos anos percebi que toda a teoria que eu pregava não surtia efeito em mim e muito menos nas multidões que se apoiavam na minha suposta cura. Resolvi deixar toda aquela vida falsa e mergulhei no estudo da teologia inclusiva, que considera a homossexualidade uma orientação, algo natural, sem nenhuma condenação de Deus.
Existem muitos gays mal resolvidos dentro das igrejas?
As igrejas evangélicas estão cheias de homossexuais tentando se curar em vão e por isso estão ficando doentes. O sucesso que eu fiz no passado se deve justamente ao grande número de gays evangélicos que se identificavam e se apoiavam no meu testemunho. Durante os cultos eles me procuravam deseseperados para dizer que estavam sofrendo e sendo discriminadas dentro da própria igreja e que precisavam de uma transformação. Atualmente recebo jovens traumatizados que foram expulsos de denominações evangélicas durante as reuniões porque eram afeminados.
O que você diria para as pessoas perderam anos de duas vidas acreditando nas coisas que você falava?
Eu olho para a minha história, para todas as coisas que eu dizia e lamento pelas pessoas que até se suicidaram, pessoas que geraram em seus corações uma expectativa de mudarem sua sexualidade e não conseguiram. Gente que achava que Deus me amava mais do que elas porque eu dizia que tinha sido liberta e não era verdade. Eu criei feridas no coração das pessoas e alimentei falsas expectativas. Tanta gente que, por minha causa, lutaram dentro das igrejas para deixarem de ser gays e não obteram exito. Peço perdão à todas essas pessoas. A igreja precisa acordar para esse erro que está comprometendo a vida de tanta gente.
Contantemente os evangélicos te atacam no meios de comunicação. Como você reage?
Eles sempre lançam pedras e me chamam de mentirosa. Eles não enxergam que eu deixei o vício das drogas, do cigarro e do álcool. O que Deus pôde transformar na minha vida ele transformou, a única coisa que continuou igual foi a minha sexualidade, que é algo intrínseco em mim e não pode ser mudado. Isso não é uma escolha, mas sim uma orientação. Quem escolheria sofrer e ter um bando de crente hipócrita lançando na cara da gente que somos uma maldição? Ninguém no mundo escolhe sofrer.
Qual recado você daria para aquelas pessoas que ainda estão tentando ser curadas?
Eu tenho 49 anos e a maior parte da minha vida, assim como a de tantos evangélicos, foi jogada fora. Fiquei dentro de um armário porque se eu assumisse quem realmente era não poderia pregar, ser missionária, e muito menos considerada crente. Tive que omitir e esconder a minha sexualidade, proferindo que havia sendo curada, para conseguir continuar exercendo o meu ministério. Isso não vale a pena, cansei disso.
Qual é a proposta da Comunidade Cidade de Refúgio?
Deus não faz acepção de pessoas. Essa nova igreja foi criada para desmistificar a postura equivocada dos cristãos e para receber aqueles que querem viver com Deus, mas que não são aceitos por sua condição sexual. Praticamente todos os membros que recebemos, são pessoas rejeitadas por igrejas evangélicas. Aqui os casais gays poderam viver em paz, pregar, cantar e exercer seus dons diante de Deus. Aqui podemos reconhecer que somos gays, somos cristãos e somos felizes. Nos sentimos completamente amados e aceitos por Deus.
Você passou por algum tipo de ritual de libertação?
Todos que você possa imaginar. Fiz intensas sessões de regressão e cura interior, me entreguei para todas essas propostas, mas obviamente nada fez com que eu deixasse de ser lésbica.
Como é a sua atual relação com a igreja evangélica e com a sua família que pertence à denominações tradicionais?
Hoje não tenho nenhuma proximidade com os evangélicos e eles não aceitam minha atual condição. Todas as igrejas que no passado me convidavam para pregar não se comunicam mais comigo. Qualquer tipo de aliança foi quebrada porque eles consideram a homossexualidade possessão, maldição hereditária e algumas até mesmo doença. Eles não concordam com a visão que passei a seguir e são completamente opostos ao que estou pregando atualmente. A minha família tem a mesma postura, precisei me desligar deles para viver esse novo ministério.
Você se tornou uma das celebridades mais rentáveis do meio gospel. Qual foi o destino dos produtos comercializados com o seu nome?
É inevitável que as vendas diminuam. Aqueles que compravam não compram mais. Como o preconceito da igreja evangélica continua cada vez maior, a primeira atitude deles foi retirar todos os produtos com meu nome de suas livrarias.
Como você conheceu sua atual companheira?
Conheci a cantora e pastora Rosania Rocha em Bonton, nos Estados Unidos, na Assenbléia de Deus, igreja onde congregávamos. Nós éramos muito conhecidas entre o evangélicos e começamos a nos encontrar em viagens para pregar e cantar, foi quando iniciou o envolvimento. Na época contamos para a liderança da igreja com o objetivo de nos separármos. Eles reagiram da pior maneira possível, trouxeram o assunto à público e fomos humilhadas por evagélicos no Brasil e nos Estados Unidos. Depois dessa situação, resolvemos nos separar de nossos maridos e nos unir.

Fonte: Mix Brasil

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

QUE LOUCURA? 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido!

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1. O “casamento” homossexual não é casamento
Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.
Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.
Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural
Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.
O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.
Qualquer situação que institucionalize a  defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.
Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).
3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.
A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.
O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.
4. O “casamento” homossexual  valida e promove o estilo de vida homossexual
Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.
As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.
O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.
5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil
Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.
Isso é falso.
Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são  realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.
O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.
Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.
6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril
O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.
Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.
Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.
7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento
Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.
O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.
8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade
Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.
Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.
Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual
Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.
Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.
A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:
“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”
10. O “casamento” homossexual ofende a Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.
O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).
O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).
O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).
Uma posição de princípios, não pessoal
Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é  defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.
Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.
Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.
Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.
Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.
Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.
 

Fonte:
Original inglês: 10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed. Disponível em: http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.html

QUE LOUCURA? A problemática sobre as uniões civis homossexuais!

Casamento Gay.gif
Num caso sério como esse devemos ter o cuidado de não cair em "achismos", por isso pretendo me ater em argumentos. Ao meu ver a problemática da legalização das uniões civis homosexuais é querer tratar coisas desiguais de forma igual. A lesgislação jurídica acerca do casamento heteresexual prevê uma série de direitos que funcionam para proteger essa instituição humana que existe fundamentalmente para procriar e defender a vida humana, e que apesar de se mostrar falível em alguns casos, nunca se encontrou outra melhor. Ela existe para isso, pela possibilidade de entrega total entre os parceiros complementares e pela abertura à vida, e estes são os motivos pelas quais recebe direitos e benefícios específicos do Estado. O Estado não pode oferecer o que o casamento heterosexual oferece e por isso lhe concede tais direitos.
Os homosexuais, não todos, defendem para sí esses direitos alegando discriminação e injustiça. Ora, todo cidadão, independente de sua tendência sexual merece direitos jurídicos iguais, mas o que estamos falando aqui é sobre mais direitos além dos direitos cívicos a todos garantidos. Se reclama a legitimação de uma outra possível instituição. O que se pretende é equiparar, igualar a união homosexual ao casamento heteresexual. Fala-se de discriminação mas não se vê que aqui mora uma via de mão dupla: há discriminação ao se tratar coisas iguais de forma diferente assim como tratar coisas desiguais de forma igual.
Tais homosexuais querem privilégios aonde naturalmente não podem ter deveres. A questão é séria e complexa e não dá para perder o uso da razão, caminho fundamental da justiça. Não questiono aqui o cidadão homosexual; há que se ver que existem pessoas com tais orientações de ótima índole e qualidade cultural. Não se negue ainda a possibilidade de haver forte reciprocidade afetiva entre pessoas do mesmo sexo, contudo querer igualar uma união de tais pessoas ao casamento heterosexual, célula base da sociedade, é uma falácia. Quando se iguala direitos de um relacionamento homosexual ao complexo relacionamente entre um homem e uma mulher se diminui e muito este último e simploriza-o por demais.
Veja que mesmo que exista forte reciprocidade afetiva, jamais haverá num casal homosexual as prerrogativas necessárias que clamem por uma legitimação jurídica, tais quais uma entrega completa, porque isso pressupõem uma complementaridade estrutural humana entre feminino e masculino, e uma completa abertura a vida, que aqui não acontecem. Pelo contrário, aqui esta abertura está encerrada, na verdade nunca começou. Portanto uma legislação cívica para uma instituição como o casamento, com direitos e benefícios como dito no começo, no caso homosexual carece simplesmente de razões.
E mesmo que exista adoções de filhos entre casais homosexuais, estes sempre dependerão da entrega, da complementaridade e da abertura à vida presente apenas nos casais heterosexuais. Neste terreno a lei do homem pode até tentar, mas nunca irá convencer e revogar a lei da natureza, que sempre tem a última palavra.

Fonte: http://www.veritatis.com.br/doutrina/familia-sociedade/1129-a-problematica-sobre-as-unioes-civis-homossexuais

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

QUE LOUCURA? Líder de igreja gay de São Paulo diz que beber e fumar não é pecado e diz que sexo só depois do casamento é hipocrisia!

Líder de igreja gay de São Paulo diz que beber e fumar não é pecado e diz que sexo só depois do casamento é hipocrisia
A Igreja da Comunidade Metropolitana, uma das igrejas inclusivas no Brasil, comemora no próximo dia 20/8 uma década no território nacional e em uma entrevista ao site Mix Brasil o responsável pela denominação aqui no país, o reverendo Cristiano Valério fala a respeito de suas crenças e forma de interpretação da Bíblia e segundo ele do olhar fundamentalista dos cristãos tradicionais sob a mesma.
Cristiano Valério diz que a ICM tem como “missão” fazer frente a toda forma de opressão religiosa, social, qualquer forma de preconceito e conta que a ICM é uma das poucas organizações religiosas no mundo que é dirigida por uma mulher atualmente, a reverenda Nancy Wilson é a moderadora mundial da igreja já há alguns anos, depois da aposentadoria do reverendo Troy, que foi o fundador da comunidade inclusiva.
Ele diz que as igrejas evangélicas costumam reproduzir um discurso religioso evangélico do Brasil, e que pelo contrário, a igreja inclusiva repudia o discurso a este e que costumam até evitar alguns termos que são surrados por seus irmãos evangélicos. Referente ao posicionamento de relacionamento com as igrejas não-inclusivas, há uma tentativa de olhar para estes como irmãos e irmãs, ainda estes segundo ele sendo equivocados e limitados, buscando ver que eles também sãos filhos de Deus como qualquer um outro, ressaltando que mesmo que estes nãos os tratem assim.
Dentro da visão do reverendo Cristiano Valério não é errado beber e fumar, ele ainda usa a citação da passagem bíblica em que Jesus transformou a água em vinho e uma festa de casamento “Na verdade a gente tem dificuldade é com os excessos. A pessoa quando perde o controle não é legal. E assim é com bebida e com tudo que é bom nessa vida, o que se bebe, o que se come, tudo, o sexo também. Porque isso pode virar uma patologia, alguém sofrer com isso. Se está dando prazer e é legal isso é maravilhoso. O problema é quando a pessoa começa a sofrer com isso.” Diz o reverendo.
Para Cristiano o princípio de castididade até o casamento apregoado pelo cristianismo, como diria ele ‘o fundamentalista’, é a mais pura hipocrisia e afirma ” esse discurso hipócrita de que pecado é cometido com a genitália, tudo que tem a ver com órgão sexual é pecado. Isso a gente herdou de alguns pensamentos muito complicados. Na ICM a gente desconstrói esse pensamento religioso, por isso algumas pessoas ficam escandalizadas com a forma natural que a gente fala de sexo, pra gente sexo é uma benção, uma coisa maravilhosa. E faz também um movimento de reconciliação da sexualidade com a espiritualidade. Pra gente o ser humano é um todo indissociável, e essa pulsão, esse desejo, isso tudo é maravilhoso. Desde que com responsabilidade, desde que não seja em um contexto de violência, de abuso.”
HOMOSSEXAULIDADE X BÍBLIA, POR REVERENDO CRISTIANO VALÉRIO (ICM)
“Existem algumas particularidades na construção da imagem da ‘família da Bíblia’ que não condizem com o discurso que foi construído pelos cristãos, como, por exemplo, esse pensamento de que família é pai, mãe e o casal de filhinhos. Isso não existe na Bíblia, pois os homens tinham vá. Monogamia na Bíblia inexiste, os homens tinham várias mulheres. E agora começa a ter um discurso monogâmico.”
E em relação a  Gênesis quando se fala de que criou Deus home e mulher e que por esta razão, aquele que fosse contrario a sua natureza estaria em pecado, ele defende que a história de Gênesis é para mostrar para as pessoas que Deus é a origem de tudo, mas não para explicar como foi e que os primeiros dois capítulos se contradizem, existindo dois relatos da criação.
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é (Levitícos 18:22).” Para as igrejas inclusivas, os evangélicos olham para esta passagem isolando o versículo do restante do texto e o usando totalmente fora do contexto para atacar ao homossexuais. “Porque se você for ler o capítulo inteiro ele não está falando de relacionamento amoroso entre dois homens, nem de sexo consentido entre dois homens. Está no contexto de uma adoração a um deus pagão chamado Moloch em que as pessoas às vezes eram obrigadas a servir como prostitutas do templo”, Cristiano.
Gênesis 19 – Sodoma e Gomorra: segundo Cristiano esse é um texto que se tornou clássico dos evangélicos para atingir oas GLS`s, mas diz que para ele a atitude dos sadomitas não os indicavam sinais de homossexualismo, mas sim que eles estava querendo violentar sexualmente aos hóspedes de Ló, independentemente de suas opções sexuais e ainda ironiza: “todo mundo é unânime nas igrejas fundamentalistas: Deus destruiu Sodoma porque era todo mundo gay. Mas olha que absurdo, uma população inteira era gay, os gays tinham filhos lá, olha a viagem! Tipo, Deus teve um desequilíbrio emocional e falou ‘não, vou matar todo mundo porque todo mundo é gay, eu não gosto’. É uma viagem doida.”

Fonte: Gospel+

QUE LOUCURA? Pastor Silas Malafaia concede entrevista a Revista Época da Globo e diz que amaria seu filho se ele fosse gay!

Pastor Silas Malafaia concede entrevista a Revista Época da Globo e diz que amaria seu filho se ele fosse gay
No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto. Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
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ÉPOCA
– O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?
Silas Malafaia –
Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.
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ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?
Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista…
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ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?
Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.
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ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?
Malafaia – A Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.
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ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?
Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.
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ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?
Malafaia – Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele…
Malafaia –
Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.

ÉPOCA
– Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?
Malafaia –
Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.
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ÉPOCA – Por que o José Serra?
Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.
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ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?
Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.
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ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.
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ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
Malafaia – A Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.
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ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?
Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo… Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.
ÉPOCA – E como se dá essa reversão?
Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.
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ÉPOCA
– Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Malafaia –
Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.
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ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.
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ÉPOCA
– O que fazer com o comportamento homossexual?
Malafaia –
O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.
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ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.
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ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?
Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

QUE LOUCURA? Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil!

Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil
É notória a força e rapidez com que as chamadas igrejas inclusivas – que visam atender o grupo LGBTs – vêem crescendo cada vez mais no Brasil. Hoje dentre umas as mais destacadas estão a ‘Igreja para Todos’ , ‘Igreja Cristã Metropolitana’, ‘Comunidade Cidade Refúgio’ fundada por Lanna Holder , ‘Igreja Contemporânea Cristã’ por Marcos Gladstone e a ‘Comunidade Cristã Nova Esperança’ .
As igrejas que se auto-denominam como inclusivas seguem um movimento de vertente que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. Esta segmentação que existe pouco menos que uma década, foi objeto de pesquisa do antropólogo Marcelo Natividade em sua tese de doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências (IFCS/UFRJ).
Natividade afirma após a conclusão de sua pesquisa de campo que “ser gay dentro de uma igreja conservadora é uma impossibilidade, não há lugar para essa pessoa, a menos que ela venha a aderir à norma e se torne ex-homossexual, por exemplo. A diferença do movimento inclusivo para as outras igrejas é que nele o poder eclesial é concedido às pessoas LGBT, já que há uma proposta política de desconstrução da homofobia religiosa”.
Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, existem muitos cristãos e líderes que acreditam que as igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem (I CO 6:11) e alguns ainda dizem que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não é aceito como membro, porque está em pecado.
Embora hajam infinitas opiniões controversas baseadas biblicamente contra a visão das tais igrejas inclusivas, seu crescimento continua ainda em grande fluxo e um dos fatores de colaboraçãoic para que este venha acontecendo, segundo opiniões dos membros destas, é justamente o fato de que as tradicionais igrejas não aceitarem e o receberem como são.
Em 2002 veio dos EUA a primeira igreja para grupos gays inaugurada no Brasil, a ‘Igreja da Comunidade Metropolitana’ (ICM), completando 10 anos de existência no próximo ano. A ICM tem várias igrejas espalhadas no Brasil, assim como a Igreja Cristã Contemporânea:

Igrejas Comunidades Metropolitanas

  • Belo Horizonte – MG;
  • São Paulo – SP;
  • ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;
  • Vitória – ES;
  • Fortaleza – CE;
  • Pacatuba – CE;
  • Maringá – PR;
  • Divinópolis – MG

Igreja Cristã Contemporânea

  • ICC Rio de Janeiro – Madureira;
  • ICC Rio de Janeiro - Lapa;
  • ICC Campo Grande;
  • Nova Iguaçu- RJ;
  • Niterói – RJ;
  • Duque de Caxias – RJ;
  • Belo Horizonte – MG.
Comunidade Cristã Nova Esperança:
  • CNNE São Paulo – Sede Internacionals/MA
  • CNNE Fortaleza/CE
  • CNNE Guarulhos/SP
  • CNNE Maceio/ AL
  • CNNE Nata/ RN Regional Nordeste
  • CNNE Osasco/ SP
  • CNNE Recife/PE
  • CNNE Rio de Janeiro/ RJ
  • CNNE Santo André/SP
  • CNNE São Luis/MA
A Igreja Comunidade Cidade de Refúgio possui apenas uma sede em São Paulo.

Fonte: Gospel+