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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Irã proíbe jeans apertado, unha comprida e tatuagem em algumas universidades!

Gif de amigas
O Irã impôs um código islâmico de vestuário mais rigoroso para algumas universidades, que proíbe mulheres de usaram unhas longas, cores chamativas e tatuagens, informou uma agência de notícias local nesta segunda-feira.
A agência semi-oficial Fars publicou uma lista de universidades no Irã que receberam uma mensagem explicando o novo código, mas não disse como elas foram selecionadas.
 Gif de amigas
As novas regras proíbem mulheres de “usarem bonés ou chapéus sem lenços, jeans justo ou curto, e piercing no corpo”, exceto brincos, informa a Fars.
O texto diz que tatuagens, unhas compridas, joias nos dentes e cores chamativas também foram banidas.
O novo código também proíbe os rapazes de tingirem o cabelo, fazerem a sobrancelha, usarem roupas apertadas, camisas com “mangas muito curtas” e joias, diz a Fars.
O Irã tem travado uma campanha nacional contra influências culturais do Ocidente. Sob a lei islâmica imposta após a revolução de 1979, as mulheres têm de cobrir o cabelo em público e vestir roupas longas e largas.
As autoridades têm intensificado os esforços antes dos meses quentes de verão, quando as mulheres tendem a usar roupas mais leves e véus de cores chamativas, em geral puxados para trás para mostrar o cabelo.
Nos últimos anos, as medidas enérgicas também se estenderam à moda de inverno, incluindo calças femininas consideradas justas demais e homens com corte de cabelo espetados “em estilo ocidental”.
As jovens, especialmente nas áreas urbanas mais abastadas, costumam desafiar as restrições ao usar roupas justas e véus coloridos que mal cobrem o cabelo. As regras continuam menos desafiadas em áreas pobres de subúrbio ou rurais.
Gif
Fonte: Folha

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Irã proíbe produção de presentes do Dia dos Namorados!

                              Gif de rato
TEERÃ (Reuters) - O Irã proibiu a produção de presentes do Dia de São Valentim (Dia dos Namorados nos Estados Unidos) e de qualquer promoção do dia que celebra o amor romântico, para combater o que vê como sendo a difusão da cultura ocidental, anunciou a mídia iraniana.
A comemoração do dia 14 de fevereiro, que ganhou o nome de um santo cristão, não é oficialmente proibida, mas representantes da linha dura já lançaram vários avisos sobre a difusão corruptora de valores ocidentais.

Pelas leis islâmicas vigentes no Irã, casais não casados não são autorizados a ficar juntos sozinhos.
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O sindicato de proprietários de gráficas divulgou uma instrução sobre a proibição imposta pelas autoridades e que cobre coisas como cartões e caixas com os símbolos de corações ou rosas vermelhas.
"Honrar celebrações estrangeiras é a difusão da cultura ocidental", disse o presidente do sindicato, Ali Nikou Sokhan, segundo a agência de notícias Ilna. "Nosso país tem uma civilização antiga e vários dias para honrar a bondade, o afeto e o amor."
O Dia de São Valentim vem ganhando popularidade entre os jovens iranianos e garantindo lucros para empresas, em um país onde 70 por cento da população tem menos de 30 anos e não se recorda da revolução islâmica de 1979 que derrubou o xá, que era apoiado pelos EUA.
"É proibido imprimir ou produzir qualquer produto ligado ao Dia de São Valentim, incluindo cartazes, folhetos, cartões, caixas com símbolos de corações, metade de corações, rosas vermelhas, ou quaisquer atividades que promovam esse dia", diz a instrução.
Alguns nacionalistas sugeriram que o Dia de São Valentim seja substituído por "Mehregan", uma festa iraniana celebrada desde a era pré-islâmica. Mehr significa amizade, afeto ou amor.
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Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/110118/mundo/mundo_ira_dia_namorados