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domingo, 29 de janeiro de 2012

QUE LOUCURA? Prefeito muçulmano proibe construção de igreja porque rua tem nome islâmico!

Prefeito muçulmano proibe construção de igreja porque rua tem nome islâmico
O prefeito de Bogor disse que tem uma nova razão para não permitir que a igreja de Yasmin, na Indonésia, reabra as portas. Segundo o prefeito, a igreja não pode ser construída no local, porque a rua em que o templo está tem um nome islâmico.
O prefeito de Bogor, Diani Budiarto, continua a desafiar as decisões do Supremo Tribunal da Indonésia e da Comissão de Justiça para a reabertura da igreja, disse o ministro dos Assuntos Internos do país, Gamawan Fauzi.
Segundo o ministro, não existem impedimentos para a construção da igreja, mesmo que a rua tenha nome islâmico.
Muhammad Mustofa, um clérigo muçulmano local, cujo pai é homônimo nas ruas, disse que não faz nenhuma objeção quanto à construção da igreja no local. Ele disse que as diferenças entre as religiões não são problemas novos e coisas semelhantes acontecem desde os tempos do profeta Maomé.
O porta-voz da igreja, Bona Sigalingging, disse que o raciocínio do prefeito de Bogor está mais uma vez errado, já que algumas igrejas estão em ruas com nomes islâmicos e mesquitas foram construídas em ruas com nomes cristãos.
Sigalingging disse que a igreja de Yasmin irá recusar utilizar qualquer espaço alternativo. A igreja quer continuar com a construção de seu templo.
“O problema é que o prefeito está indo contra a lei, contra a decisão do tribunal e contra a recomendação da Justiça. Ele também está violando normas da segurança jurídica. Nós, da igreja, queremos somente nosso templo.”

Fonte: Portas Abertas

sábado, 5 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? Terry Jones, Pastor que queimou o Alcorão, anuncia que irá concorrer a presidência dos Estados Unidos!

Terry Jones, Pastor que queimou o Alcorão, anuncia que irá concorrer a presidência dos Estados Unidos
O polêmico pastor evangélico Terry Jones, da igreja Dove World Outreach Centre, localizada na Flórida, declarou nesta última quinta-feira que irá concorrer a presidência dos Estados Unidos. Pelo seu comunicado de campanha, ele não aparenta ter medo de continuar causando polêmicas.
Com uma campanha nomeada de “Levante-se agora Estados Unidos”, ele propõe, por exemplo, deportar todos os ilegais. “Temos que começar imediatamente a deportação dos 20 milhões de cidadãos ilegais que estão vivendo em nosso país”, declarou. A estimativa oficial de ilegais é de 11 milhões.
Segundo ele, “estamos [norte-americanos] nos afogando em burocracia, regras e regulações”, portanto, os impostos às corporações devem ser reduzidos, impulsionando a abertura de novos negócios e a expansão das já existentes, gerando mais empregos consequentemente. As metas de Jones são ousadas. Ele também pretende reduzir o gasto militar, equilibrar o orçamento da nação e cortar gastos.

Alcorão

Terry Jones chamou a atenção mundial em 2010, quando prometeu queimar Alcorões, o livro sagrado dos muçulmanos, em sua igreja em memória do aniversário dos atentados terroristas de 11 de setembro.
Após fortes reações no mundo muçulmano e condenações de líderes internacionais, entre eles do presidente americano Barack Obama, Jones desistiu de sua ideia e disse que nunca mais voltaria a tentar.
No entando, no dia 20 de março deste ano, ele presidiu um “julgamento” dentro de sua igreja, no qual o livro sagrado muçulmano foi declarado “culpado” de várias acusações, entre elas assassinato. A queima do Alcorão foi a execução de sua pena.
O livro foi molhado com querosene e colocado em um recipiente de metal no centro do templo, queimando por 10 minutos. Na ocasião, ele declarou que “tentamos dar ao mundo muçulmano uma oportunidade de defesa de seu livro”.
O religioso disse ainda que o evento foi um sucesso e uma “experiência daquelas que temos uma vez na vida”.

Fonte: The Christian Post

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

QUE LOUCURA? Ex muçulmana deseja que islã adote valores cristãos!

Ex muçulmana deseja que islã adote valores cristãos
A escritora Ayaan Hirsi Ali, ex-muçulmana defende que os islâmicos se convertam ao Cristianismo para que o extremismo religioso possa ser contido.
Em entrevista à revista Carta Capital, a somali Ayaan relatou que viu seus valores islâmicos sofrerem uma reviravolta, depois que passou a morar na Holanda, fugindo de um casamento arranjado pelo pai. Inicialmente viveu como refugiada e depois se tornou cidadã, passando nesse tempo de militante de uma Irmandade Muçulmana a agnóstica.
No país europeu, produziu o curta Submissão, em 2004, em que uma muçulmana aparece vestida com uma burca parcialmente transparente, enquanto reza e critica o Islã. O vídeo provocou a ira dos Muçulmanos e resultou no assassinato de Theo van Gogh, diretor holandês do filme, por um extremista religioso.
Hoje escritora e autora do Best seller “Infiel”, onde conta suas memórias, Ayaan passou a ser alvo de extremistas religiosos e vive sob escolta nos EUA. Seu mais novo livro, “Nômade”, discorre sobre os perigos do Islã e como o Cristianismo pode ser usado para conter os extremistas.
De acordo com Ayaan, o Cristianismo oferece melhores valores que o Islã.
“Olho a cultura islâmica e a cristã e vejo que a cristã passou por um longo período de esclarecimento. As pessoas aceitaram a separação entre a religião, Estado e assuntos de sexualidade, embora isso não se aplique a todos os cristãos. (…) Neste sentido, creio que essa nova cultura cristã, que passou por uma reforma e esclarecimento, é superior à cultura islâmica, isenta desse processo”, disse a escritora na entrevista à publicação.
Ela esclarece que no Ocidente a Igreja não é a legisladora, pois a lei é feita de forma independente no Parlamento e no Congresso. “Isso é um grande progresso em termos de humanidade se compararmos o Cristianismo ao Islamismo, um progresso que os Muçulmanos ainda não enfrentaram por completo”.
Ayaan sugere ainda que o Islã se reconcilie com a modernidade, e sugere que aprenda com a história do Cristianismo. “Os líderes islâmicos têm que reconhecer a liberdade dos membros das comunidades. (…) No Cristianismo, o indivíduo possui direitos e a liberdade para formar sua livre associação, sua própria comunidade. Nasci Muçulmana e decidi não ser Muçulmana, deveria ser decaptada por isso? é o que pensam os radicais Muçulmanos. Você não pode deixar a fé? Isso é errado”, argumenta.
Segundo a escritora, a maioria dos Muçulmanos diz não gostar do pensamento radical, mas também não quer ser vista como ocidentalizada, o que seria considerado uma traição aos valores islâmicos.
“Tento dizer que há outras opções disponíveis sem rótulos ocidentais. Muitos Muçulmanos com quem encontro e converso, por exemplo, são atraídos pela ideia de libertar mulheres, mas crêem que isso seria trair o Alcorão e o profeta Maomé. Digo que é correto trair os seus ensinamentos por um bem maior: a liberdade das mulheres e sua igualdade perante a lei”.
Ayaan se considera inserida em uma pequena parcela de mulheres que resolveram se opor às normas e preceitos de suas famílias muçulmanas e decidiram enfrentar os problemas. “Precisamos garantir que elas tenham ajuda”, disse referindo-se à sua própria tragetória.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

QUE LOUCURA? Mais uma Igreja é atacada no Egito!

Na segunda-feira, 3 de outubro, os muçulmanos cercaram a Igreja de Santa Maria, em uma aldeia do Alto Egito de Elmadmar, Tema do distrito da província de Sohag, em um esforço para demoli-la.

Os muçulmanos bloquearam a estrada da igreja e atiraram tijolos no edifício. O pessoal da Igreja contactaram as autoridades. "Pela primeira vez, a segurança chegou e em grandes números", disse o ativista George Bouchra.
Nenhum dos assaltantes foi preso.
De acordo com o dirigente da igreja, os muçulmanos vieram cedo antes das 8 da manhã com cartazes escritos com "Não à Igreja" e exigiu que nenhuma oração fosse realizada. Ele descreveu os assaltantes como jovens, sob a liderança de alguns muçulmanos da vila, "que eu conheço pelo nome."

Os muçulmanos insistiram que ali nunca foi uma igreja, mas uma casa que foi transformada em uma igreja. Este foi refutada pelo padre, que disse que a igreja foi construída há oito anos, para ser usado como uma igreja e pertence à Diocese copta. "Ele tem a aprovação do estado de segurança para operar, mas sua licença ainda está pendente." A igreja foi usada uma vez por mês e uma massa tem sido realizada todos os sábados durante cinco meses. Os muçulmanos afirmam que temos uma missa todos os dias às 4:00, e toca o sino da igreja e além disso cantam hinos, que alegam que os perturba. "
Embora, Elmadmar é habitada por 15 mil cristãos, que tem apenas uma outra igreja do outro lado da vila, que também serve aldeias vizinhas.
"O problema na aldeia Elmadmar vem fermentando há algum tempo", disse Bouchra. "Temos vindo a assistir-lo por algum tempo." Ele acrescentou que, apesar da calma atual e da presença das forças de segurança não se pode ser otimista, porque os muçulmanos ainda estão insistindo que a igreja seja fechada.
Fonte: Persecution
Tradução: Conhecer é Preciso

sábado, 10 de setembro de 2011

QUE LOUCURA? Muçulmano pede proibição da Bíblia: “tem trechos imorais e é um insulto a todos os muçulmanos”!!!

Muçulmano pede proibição da Bíblia: “tem trechos imorais e é um insulto a todos os muçulmanos”
O mulá Abdul Rauf Farouk, líder do partido islâmico paquistanês JUI (Jamial Ulama Slam), encaminhou à Suprema Corte pedido para que a Bíblia seja proibida por “difamar o nome de alguns profetas”. O cristianismo e o islã são religiões abraâmicas.
Um desses profetas é Ló (também conhecido por Lot), da linhagem de Abraão. Gênesis 19:33-36 relata como as suas duas filhas o embeberam para ter uma relação incestuosa.
Outro é Jacó, também descendente direto de Abraão. Gênesis 29:23 diz que Lia, mulher de Jacó, lhe deu a sua criada Zilpa para que ele pudesse ter filhos.
Farouk argumentou que trechos bíblicos como esses são imorais porque “minam a santidade dos santos”. “Isso é um insulto a todos os muçulmanos.”
Ele disse que o islã respeita os livros sagrados de todas as religiões, mas não aceita, nem nessas escrituras, calúnia contra os profetas.
Afirmou que desistirá de proibir a Bíblia caso esses trechos sejam suprimidos, mas manterá a acusação de que o apóstolo Paulo distorceu as escrituras sagradas para criar uma falsa religião. “O cristianismo é um grande fonte de imoralidade que se estende à pornografia, dança e outros males.”
O Paquistão fica ao sul da Ásia e tem uma população de 170 milhões. É uma república islâmica cuja constituição prevê a liberdade religiosa.
A comunidade cristã reagiu com veemência contra a solicitação de proibição da Bíblia. O bispo John Alexander Malik, por exemplo, disse que o JUI está se intrometendo em religião alheia, além de “semear as sementes da discórdia”.
Ele disse temer que a iniciativa do fundamentalista Farouk seja o prenúncio de perseguições mais vigorosas aos cristãos.

Fonte: Paulopes

QUE LOUCURA? Igrejas convidam sacerdotes judeus e muçulmanos para ler e pregar em templos!

Igrejas convidam sacerdotes judeus e muçulmanos para ler e pregar em templos
Esta ocorrendo desde o dia 26/6, em diferentes partes dos Estados Unidos leituras do Alcorão, da Torá e de outros textos sagrados como parte de uma iniciativa para combater a intolerância contra os muçulmanos e os estereótipos negativos de grupos religiosos.
A conferência Fé compartilhada: Unindo-se em oração e entendimento, é um projeto da Interfaith Alliance e da Human Rights First. Welton Gaddy, presidente da Interfaith, organização que luta pela liberdade religiosa, afirma: “a retórica antimuçulmana tem permeado a visão dos norte-americanos. Ela me deixa chocado e entristecido. Como ministro cristão e pastor de uma congregação local, é importante para mim, para nossa nação e para o mundo saber que nem todos os cristãos promovem o ódio, atacam religiões diferentes da sua e degradam as escrituras sagradas de outros… queremos lê-las e não queimá-las”.
Gaddy é um pastor batista que dirige a Igreja Northminster na cidade de Monroe, Louisiana. Esta é apenas uma das 50 congregações espalhadas por 26 estados americanos que convidaram líderes judeus, muçulmanos e cristãos para que leiam porções dos textos sagrados uns dos outros. O objetivo é enviar uma mensagem de tolerância a todo o mundo. A primeira a realizar o evento será a mais importante igreja católica americana, a Catedral Nacional de Washington.
Tad Stahnke, da Human Rights First, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que a falta de respeito pelos muçulmanos faz com que fique muito mais difícil para os Estados Unidos falar com autoridade sobre questões de direitos humanos no mundo árabe. Ele explica: “Queremos enviar uma mensagem ao mundo sobre respeitar as diferenças religiosas e rejeitar o fanatismo religioso e a demonização do Islã ou qualquer outra religião”.
Ao se reunirem para ler e ouvir trechos de textos sagrados diferentes dos seus, os organizadores acreditam que os líderes cristãos, judeus e muçulmanos envolvidos podem ser um modelo de respeito e cooperação, criando oportunidades concretas para construir e fortalecer as relações dessas tradições de fé distintas. Eles pretendem levar a iniciativa a outros países no futuro.

Fonte: Pavablog

QUE LOUCURA? Muçulmanos pedem desculpas à Cristãos por ataques e massacres!

Muçulmanos pedem desculpas à Cristãos por ataques e massacres
Dois anos depois dos trágicos acontecimentos ocorridos em Gojra, no Paquistão, que, na noite de 30 de julho de 2009, afetaram a comunidade local cristã, dois líderes religiosos islâmicos pediram perdão publicamente por “uma das piores manifestações do ódio aos cristãos no Paquistão”.
O pedido de perdão aconteceu durante um encontro depois de uma Missa em sufrágio pelas vítimas, presidida pelo arcebispo de Faisalabad, Dom Joseph Coutts.
O diretor de uma escola islâmica da região, Israr Bihar Shah, e o chefe de uma mesquita próxima, Hafiz Abbul Haui, acusaram explicitamente os “fanáticos” como responsáveis pelo ocorrido e condenaram suas ações como “contrárias ao espírito do Islã”.
O chefe da polícia já havia entoado o mea culpa em 2010; as forças da ordem foram acusadas, de fato, de não terem intervindo de forma alguma para frear a violência.
Há dois anos, uma multidão de 3 mil muçulmanos invadiu o bairro cristão de Gojra, cidade do Punjab paquistanês. Incendiaram duas igrejas (que Ajuda à Igreja que Sofre [AIS] está ajudando a reconstruir) e mais de 150 edifícios.
No grande incêndio, 8 pessoas morreram queimadas – entre elas, 4 mulheres e uma criança de 7 anos – e outras 20 ficaram gravemente feridas.
A origem da violência foi a acusação de alguns líderes religiosos islâmicos a três cristãos – Mukhtar Masih, Talib Masih e Imran Masih –, culpados, segundo eles, de ter queimado algumas páginas do Alcorão.
Esta ação, aplicando a infame lei antiblasfêmia paquistanesa, prevê a cadeia perpétua.
Em defesa dos três homens se declarou, imediatamente, o então ministro para as minorias, Shahbaz Bhatti – assassinado em um atentado em 2 de março de 2011 – que sustentava firmemente sua inocência.
“São afirmações de importância extraordinária”, declarou a AIS o diretor da Comissão para o ecumenismo e o diálogo inter-religioso de Faisalabad, Pe. Aftab James Paul.
Falando com AIS, o sacerdote destacou que os dois líderes islâmicos, ainda que não tenham estado envolvidos no ataque de 2009, tiveram a coragem de pedir perdão em nome da sua comunidade por todo o ocorrido.
“Pronunciaram frase muito importantes – acrescentou –, afirmando que a religião islâmica não aceita, de forma alguma, o homicídio e que os culpados por tais ações não compreendem o verdadeiro espírito do Islã.”
O Pe. Aftab acrescentou que, ainda que sejam declarações não-oficiais realizadas no final do encontro, as palavras dos dois líderes religiosos são duplamente preciosas, porque essas duas pessoas são muito conhecidas na comunidade e dessa forma “influenciarão os demais fiéis”.

Fonte: Zenit

domingo, 4 de setembro de 2011

QUE LOUCURA? Muçulmanos jogam água fervendo em cima de rapaz por ter se convertido ao cristianismo!


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Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo foi atacado com água fervendo e ácido por muçulmanos em um centro de recepção para solicitantes de asilo político na Noruega.
De acordo com a agência Mohabat News, Ali (nome fictício), um solicitante de asilo político em um centro de imigrantes em Jaeren, Noruega, teve água fervendo derramada em seu corpo depois que se converteu ao cristianismo e se recusou a obedecer às regras de jejum do ramadã. Ele e outros convertidos do centro agora temem por suas vidas.
Ainda de acordo com a Mohabat News, o incidente foi acompanhado da mensagem de outros solicitantes de asilo: “Se vocês não retornarem ao islã, nós os mataremos”.
Ali não quer revelar seu verdadeiro nome por medo de represálias. Esse também é o motivo pelo qual ele foi fotografado de cabeça baixa na imagem anexa.
A agência noticia que as autoridades afegãs descobriram sobre o incidente, e que por isso ele estava para ser deportado. Ali teme o risco de ser sentenciado à morte por apedrejamento.
Ele sobreviveu ao incidente, mas foi ficou com as costas desfiguradas, cobertas de pele descamada por baixo das bandagens.
Seu companheiro de quarto, Reza, também cristão, tem cuidado de suas feridas que não param de sangrar. Mesmo assim, Ali — com o rosto contorcido em dor — mantém uma voz calma enquanto conta sua história.
“Dois residentes muçulmanos me perguntaram por que eu não havia jejuado durante o ramadã”. Quando eu me recusei a responder, eles começaram a discutir o assunto. “Um deles me disse que sabia que eu era um muçulmano e que havia me convertido ao cristianismo, e que eles deveriam usar a Jihad” disse Ali à Mohabat News.
Ele conta que um dos residentes lhe imobilizou enquanto outro o atingiu atrás da cabeça com uma panela de água fervendo que o fez desfalecer no chão. Vários outros residentes muçulmanos se juntaram ao ataque. Um terceiro homem entrou no quarto de Ali e começou a depredá-lo.
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Fonte: The Christian Post

sábado, 16 de julho de 2011

QUE LOUCURA? Muçulmano recebe 100 chibatadas por fazer sexo antes do casamento!

Um casal de   namorados estrangeiros muçulmanos foram condenados a 100 chibatadas por terem feito sexo antes do casamento nos Emirados Arábes Unidos. O casal, formado por uma filipina e um homem de Bangladesh, foi punido por um tribunal local e a pena foi atribuída por serem islâmicos. O caso ocorreu em Sharjah, a 32 km da capital Dubai.

O bangalês já foi submetido às 100 chibatadas. 

De acordo com a lei do país, os muçulmanos que cometem adultério devem ser punidos com 100 chibatadas e deportados. Caso não pertencessem à religião islâmica, eles apenas seriam presos e deportados.

Eles foram denunciados pela dona da casa em que estavam morando e confirmaram ter feito sexo por várias vezes na casa. A mulher ainda não sofreu a punição.

Um caso semelhante ocorreu em 2008, quando dois britânicos foram deportados por fazer sexo em uma praia em Dubai.
Esta lei da punição com chibatada foi determinada por Maomé no livro dos mulçumanos, o Alcorão.
 
Fonte: http://naoerreis.blogspot.com/2010/11/casal-muculmano-recebe-100-chibatadas.html

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Cristão é incendiado e agredido no Paquistão!

Um evangelista ainda se recupera de queimaduras após seis jovens muçulmanos o agredirem severamente e lhe atearem fogo no mês passado em uma aldeia perto da cidade da província de Punjab, segundo relatos de uma cristã ao Compass Direct.

Cristãos locais disseram ter encontrado o reverendo Wilson Agostinho, de 26 anos, inconsciente, com queimaduras na cabeça, mãos e braços em 22 de novembro de 2010, perto da parada de ônibus nos arredores de Sargodha. Ele distribuía panfletos e anunciava Cristo porta a porta no dia anterior entre as famílias cristãs dali.

O cristão Rustam Masih disse ao Compass Direct que Agostinho ia porta a porta quando os filhos de um poderoso proprietário de terras viu um dos panfletos. Mais tarde os agressores foram identificados: Muhammad Usman Ghani, Taha Muhammad Khan, Mehmood Talha, Warriach Nisar, Cheema Zareen e Jamshaid Ali Ansari.

Aamir Masih, um cristão mais velho da mesma vila, disse que os jovens muçulmanos erroneamente consideravam versos do folheto que descreve a ressurreição de Jesus como algo depreciativo a Maomé, o profeta do islã.

"Depois de me incendiarem, eles começaram a me batendo de novo", disse Agostinho e continuou, “pelas agressões o fogo cessou e então eles me arrastaram para os arbustos próximos dali."

A polícia registrou um primeiro relatório de informação (FIR n º 1135/10) pelo ataque conjunto e tentativa de homicídio, mas se recusaram a nomear os suspeitos que a vítima queria identificar, disse Agostinho.

Um representante da polícia disse ao Compass Direct que os agentes se recusaram a registrar o caso contra os homens porque estava escuro e o cristão poderiam ter se confundido, porém o pai da vítima disse que a polícia foi subornada.

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Extraído do site Portas Abertas

sábado, 1 de janeiro de 2011

Egípcio perde familia e negócio por se converter a Cristo.

      Gif do EgitoUm egípcio que deixou o islã para se tornar cristão, e que por isso perdeu sua esposa, seus filhos, e o seu negócio, pode também perder a liberdade, acusado judicialmente de “difamação” ao islã.
Ashraf Thabet, de 45 anos, está sendo processado por difamar uma religião reconhecida, Artigo 98f do Código Penal Egípcio. As acusações se baseiam na busca de Thabet por uma realização espiritual, que durou seis anos, período em que ele expressou suas dúvidas a respeito do islã e revelou às pessoas que estava aprendendo sobre Jesus Cristo. “Não havia relacionamento espiritual entre eu e Deus no islã. Tudo era baseado no medo e na rotina”, ele revelou.
As autoridades religiosas locais, revoltadas com as idéias e os posicionamentos de Thabet (ele conheceu a Cristo através de sites na internet e ficou impressionado com Jesus após assistir ao filme “A Paixão de Cristo”, pedindo, em seguida, uma Bíblia a um amigo), comunicaram o fato ao Serviço de Inteligência e Segurança do Egito, que logo interrogou o “herege” e o indiciou por difamação religiosa.
Se for considerado culpado, Thabet poderá passar cinco anos na prisão.  Mas, porque os promotores não têm se apressado para julgar o caso, o cristão vive numa situação de incerteza, sendo alvo de ameaças de morte por parte de pessoas de sua comunidade em Port Said no nordeste do Egito.
Líderes muçulmanos de seu bairro conseguiram convencer à sua esposa de pedir o divórcio e de abandonar o lar, levando consigo a filha de dez anos e o filho de seis do casal.
“Eles deram a ela o dinheiro necessário para entrar com o pedido de divórcio, deram um carro, e até um outro homem para casar”, queixou-se Thabet. “Eu não sei o que pode acontecer. Eles tornaram a vida muito difícil para mim. Não estou podendo recuperar o meu computador. Não estou podendo recuperar nada.”
 Fonte: Portas Abertas