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domingo, 13 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? África: um continente em extinção?


A pandemia da AIDS não encontra mais barreiras no continente africano. Milhares de pessoas contaminam-se diariamente. Mais de 10% da população dos países da região subsaariana já sofrem da assim chamada doença magra.
Acima, foto de mãe carregando filho, portador do vírus da AIDS, nas cercanias da cidade de Nwanza, ao noroeste da Tanzânia (África).
Quem vê fotos como essa, compreende o clima reinante no Congresso Internacional de AIDS, realizado de 9 a 15 de julho em Durban, África do Sul.  O evento reuniu cerca de 11 mil cientistas, médicos e especialistas de todos os continentes.  Preocupados com o avassalador crescimento da terrível epidemia em todo o mundo e, em particular, no continente africano, debateram a necessidade de se encontrar uma vacina contra a doença, única solução - do ponto de vista médico -  para um problema praticamente insolúvel: a extinção da epidemia da AIDS, que vai se expandindo com rapidez assombrosa.  
Dados assustadores
Os dados são simplesmente aterradores. Segundo o relatório anual da ONU, divulgado no início de julho, são portadores do vírus da AIDS 34.300.000 adultos de 15 a 49 anos e 1.300.000 crianças até 15 anos. Desse total, vivem na África subsaariana 24.500.000; 5.600.000 no sul e sudeste da Ásia; 1.300.000 na América Latina; 900.000 na América do Norte; 530.000 no leste da Ásia e Pacífico; 520.000 na Europa Ocidental; 420.000 na Europa do Leste e Ásia Central; 360.000 no Caribe; 220.000 no norte da África e Oriente Médio; e 15.000 na Austrália e Nova Zelândia.
Desde o início da epidemia, em 1981, morreram 18.800.000 pessoas, das quais 3.800.000 eram crianças. Ou seja, praticamente o dobro de vítimas causadas pela Primeira Guerra Mundial. Quando as pessoas atualmente infeccionadas morrerem, a AIDS já terá matado mais gente do que as duas Guerras Mundiais.
De tudo se falou em Durban. Por exemplo, na abertura do Congresso, o presidente da África do Sul, Mbeki, utilizando um palavreado tipicamente marxista, chegou a responsabilizar os “países ricos” pela expansão da AIDS nos “países pobres”...
Afronta à ordem  sobrenatural e natural
Entretanto, ninguém mencionou o aspecto moral que se encontra na origem do problema. A questão vem sendo considerada apenas como de ordem humanitária. É uma catástrofe imensa, um novo holocausto, a pedir a intervenção do mundo inteiro. E fotos como a da mãe de Nwanza  só tendem a favorecer esse enfoque unilateral da questão. Unilateral sim, porque tendem a criar um clima de comiseração, aliás justa, para com os aidéticos, mas que não apontam para a verdadeira raiz da calamidade, a qual teve seu ponto de partida numa grave desordem moral.
A doença da AIDS surgiu há duas décadas a partir de um vírus transmitido através de relações homossexuais. E enquanto tal espalhou-se inicialmente entre os praticantes desse vício. Depois atingiu também parceiros heterossexuais ou adultos por transfusão de sangue contaminado. Finalmente afetou crianças, nascidas de mães portadoras do vírus.
Ora, a relação íntima entre pessoas do mesmo sexo é qualificada pela moral católica como particularmente grave, por ser antinatural. E portanto gravemente ofensiva a Deus, o Criador da ordem natural e sobrenatural. Para punir esse pecado Deus não hesitou em fulminar duas cidades: Sodoma e Gomorra (2 Ped. 2, 6).
AIDS: flagelo de Deus?
Nessa perspectiva, é inevitável perguntar se a AIDS não está sendo um tremendo castigo, um novo flagelo de Deus para a humanidade, na última quadra do século XX e no limiar do terceiro milênio.
A pandemia da AIDS vai tomando tais proporções na região subsaariana do continente africano que não se pode deixar de pensar na  frase que se encontra na segunda parte do segredo de Fátima:  “Se os homens não se converterem e fizerem penitência”, virão sobre o mundo castigos de tal ordem que “várias nações desaparecerão”.
Um dos castigos foi a Segunda Guerra Mundial, que deixou a Europa em escombros, Hirohisma e Nagasaki em cinzas e mais de 40 milhões de mortos, entre os quais alguns milhares de brasileiros.  O possível desaparecimento de várias nações africanas da região subsaariana não se inserirá talvez na seqüência dos castigos prenunciados em Fátima? Seja como for, a hipótese de tal desaparecimento foi levantada por um cientista no congresso internacional de Durban.
Desaparecimento de nações: espectro próximo da realidade
De fato, os dados disponíveis sobre a expansão da AIDS na África parecem dar-lhe razão, pois:
·        Mais de 10% da população encontra-se infeccionada;
·        Na África do Sul, por exemplo, estão morrendo anualmente 250.000 pessoas. A continuar nesse ritmo, dentro de cinco anos este número será de 500.000 e 20% da população estará infeccionada;
·        A média da expectativa de vida baixou em cerca de 20 anos; em Moçambique ela é agora de apenas 38 anos;
·        Os governos da região não dispõem de recursos financeiros para custear remédios; não há hospitais nem leitos suficientes para acomodar os doentes;
·        A região subsaariana conta hoje com 10.000.000 de crianças órfãs. Em 10 anos esse número ter-se-á triplicado;
·        Hordas de crianças órfãs, sem parentes que as acolham e sem teto, estão invadindo as ruas. Para sobreviverem caem facilmente no roubo, na prostituição, no tráfico de drogas, ou se engajam em gangs que se tornam para elas um substituto da família;
·        Tais crianças - e mesmo as que não caírem no crime - não terão meios de receber educação religiosa e formação profissional. Resultado: faltará em futuro próximo toda uma geração de profissionais. A desestruturação social e o colapso da economia serão uma conseqüência inevitável;
·        Finalmente, como fator de aceleração do desastre econômico, a fuga de capitais estrangeiros. Não é mais interessante investir na região. A espiral para baixo torna-se praticamente irreversível.
A persistirem as condições acima, é de se temer que vários países da África subsaariana venham a desaparecer dentro de uma ou duas décadas. Tanto é que já se aventa nos Estados Unidos a necessidade urgente de um novo Plano AIDS-Marshall para a África. Teme-se que a catástrofe, caso não seja  barrada logo, atingirá em breve os demais países do Ocidente. Contudo, se houver um Novo plano Marshall, além de ajuda financeira para a profilaxia da AIDS vai ele certamente impulsionar a maciça distribuição de preservativos - o que colide com a moral católica - e incrementar a educação sexual nas escolas, como tentativa de cortar passo à expansão da epidemia.
A única solução verdadeira para o problema é a observância fiel do sexto e do nono mandamentos da Lei de Deus (“Não pecarás contra a castidade” e “Não desejarás a mulher do próximo”). Esta é a única barreira séria que pode, de fato,  impedir o avanço da AIDS. Enquanto ela não for aplicada, continuarão os jornais a publicar cada vez mais fotos como a daquela infeliz mãe carregando nos braços seu filho moribundo por causa da AIDS.

Artigo oferecido pela Revista Catolicismo.

sábado, 27 de agosto de 2011

QUE LOUCURA? Com a palavra: Lúcifer

Quem o criou?

Lúcifer: Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28.15]

Como voce era quando foi criado?

Lúcifer: Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28.12,13]

 
Onde você morava?

Lúcifer: No jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus [Ezequiel 28.13]

Qual era sua função no Reino de Deus?

Lúcifer: Como querubin da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando. [Ezequiel 28.14] [Apocalipse 12.4]

Alguma coisa faltava a você?

Lúcifer: (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada [Ezequiel 28.13]

O que aconteceu que o afastou da função de maior honra que um ser vivo poderia ter?

Lúcifer: Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras ( como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14.13-14] [Ezequiel 28.15-17]

O que detonou finalmente a sua rebelião?

Lúcifer: Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por consequencia, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14.12-14]

O que aconteceu com os anjos que estavam sob o seu comando?

Lúcifer: Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12.3-4]

Como voce encara o homem?

Lúcifer: (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1 Pedro 5.8]

Quais são suas estratégias para destruir o homem?

Lúcifer: Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas idéias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente como o meu séquito para enfraquecer as Igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos servos de Deus, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1 Pedro 5.8] [Tiago 4.7] [Gálatas 5.19-21] [1 Coríntios 3.3] [2 Pedro 2.1] [2 Timotéo 3.1-8] [Apocalipse 12.9]

E sobre o futuro?

Lúcifer: (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus amigos anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. [Ezequiel 28.19] [Judas 6] [Apocalipse 20.10-15]


 

domingo, 22 de maio de 2011

QUE LOUCURA? Nova terapia? Casa recebe alcoólatras que não pretendem parar de beber!



Quem olha para o quarto de Nick Lott não consegue imaginar tudo que ele passou. Roupas em ordem dentro do armário, quarto arrumado e cama feita. Para ele, é “uma bênção” ter seu próprio lugar para manter limpo.
Seu quarto impecável contradiz o estado de sua própria vida, completamente abalada por conta do vício ao álcool. Foi isso que o trouxe para a Residência de Santo Antônio. Na parede ao lado da estante da TV, Nick mantém o controle de quantos dias está sem beber: apenas quatro.
Isso porque a Residência de Santo Antônio, localizada em Minnesota, Estados Unidos, não é uma clínica de reabilitação. Os cerca de 60 alcoólatras em estágio final que vivem na casa parcialmente financiada pelo governo estadual e mantida por instituições de caridade católicas não estão em busca da cura.
O único tipo de tratamento ao qual os moradores têm acesso são os de aconselhamento. O álcool nem é proibido – não há oferta de bebidas na casa, mas tampouco há proibição de bebidas alcoólicas na residência. Cada morador ainda recebe um cheque mensal de 89 dólares. A maior parte do dinheiro é gasto em bebida.
“Nós podemos usar essa quantia em qualquer coisa”, diz o morador Ray Spoor, que trata o assunto com naturalidade. “E eu não gasto somente com álcool, eu também uso o dinheiro com as minhas necessidades pessoais, como artigos de higiene… É, mas no final das contas, eu também uso para comprar bebida”.
A Residência de Santo Antônio argumenta que é mais seguro e mais barato manter esses 60 homens bebendo em um ambiente controlado do que nas ruas frias de Minnesota, EUA.
“Todos os nossos moradores já passaram por inúmeras tentativas de tratamento”, explica Bill Hockenberger, o diretor da residência. “Estes homens perderam seus empregos, suas esposas e suas casas devido ao álcool. Eles realmente atingiram o fundo do poço”.
Os homens são recomendados pelo município, após inúmeras internações infrutíferas em centros de desintoxicação, ou eles podem diretamente solicitar viver lá.
A Residência de Santo Antônio não é a única casa do ramo. Há outras cinco instituições semelhantes no estado de Minnesota e em 2005 foi aberta uma residência dessas em Seattle, capital do estado de Washington. Pesquisas já foram realizadas para provar que instituições como essas valem a pena de serem construídas.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Washington estudou um grupo de 95 alcoólatras crônicos e sem-teto e descobriu que, em apenas um ano, eles custaram mais de 8 milhões de dólares aos contribuintes em internações, tratamentos em centro de reabilitação e prisões.
Quando o mesmo grupo passou um ano em uma residência em Seattle onde é permitido beber, a cifra caiu pela metade: o grupo custou 4 milhões de dólares em dinheiro do contribuinte.
A Residência de Santo Antônio se define como uma “opção econômica e compassiva”, que custa menos de 50 dólares por noite, em comparação com os 200 dólares que custam uma noite em uma clínica de desintoxicação.
Mas nem todos são a favor da ideia de alimentar o vício de alcoólatras crônicos com o financiamento do cidadão. “Isso significa basicamente desistir de uma doença tratável”, opina William Moyers, diretor do Centro de Tratamento de Vícios Hazelden, na área de Minneapolis.
“Nós sentimos que nunca é tarde demais. Mesmo que o alcoólatra não queira ajuda, a bebida jamais pode ser oferecida ou mesmo facilitada a uma pessoa nesta situação”, conta Moyers, autor de “Acabado: Minha história de Toxicodependência e de Redenção”. “Eu vejo em residências como a de Minnesota um modelo que permite que o dependente de álcool continue com seus padrões destrutivos”, completa.
Depois de a vodca arruinar sua carreira profissional como gerente de cozinha, Nick Lott passou a dormir debaixo de uma ponte – ou “sob as estrelas”, como ele diz. “Eu ia dormir sempre tão bêbado que para mim não fazia a menor importância”, lembra.
Há cinco anos, ele trocou a ponte pela Residência de Santo Antônio. “No início minha irmã criticou a minha decisão, mas acho que depois de algum tempo, todos da minha família perceberam que era a melhor opção para mim”, conta. “Eles preferem me ver em um lugar como este do que nas ruas”.
Nick passou por centros de desintoxicação “pelo menos cem vezes”, na maioria dos casos apenas permanecendo lá para tomar banho ou ter um lugar para dormir. Ele não gosta de falar sobre seu passado, mas assume prontamente a responsabilidade pela sua situação.
“Eu me arrependo muito das decisões que fiz. E realmente não tenho ninguém para culpar por nenhuma das minhas desgraças além de mim mesmo”, diz. “Se eu não bebesse do jeito que eu bebo, sei que as coisas poderiam ter sido muito diferentes”.
Toda primeira sexta-feira do mês, Nick recebe o seu cheque de 89 dólares e, após algumas compras no Walmart, ele gasta o resto em uma loja de bebidas. “A maioria dos 89 dólares eu gasto em bebida mesmo. Eu sei que isso deve soar horrível para vocês, contribuintes, mas é o que acontece”, relata. “Talvez isso seja tudo o que resta para mim”, lamenta-se.
Nick diz que ainda tem um resto de esperança de que pode mudar de vida. “Pessoas morrem aqui o tempo todo…”, observa. “Mas ainda há uma possibilidade de eu não ter o mesmo destino que elas, talvez algo aconteça que me puxe para cima e me obrigue a fazer mudanças no meu estilo de vida”.
Menos de um mês após esta entrevista, Nick Lott morreu, aos 52 anos – um choque para aqueles que o conheciam. Funcionários de Santo Antônio não têm detalhes sobre sua morte e a família não pôde ser contactada para comentar o assunto.
Suas palavras resumem a luta que os alcoólicos crônicos enfrentam todos os dias: “No final, você quase sente medo de parar de beber porque às vezes parece que isso é tudo que existe”.

Fonte: [CNN]

QUE LOUCURA? Hospitais chineses negam tratamento para pacientes com AIDS!



China, a nação mais populosa do mundo, com 1,34 bilhões de pessoas, possuía 740.000 pessoas infectadas com HIV, o vírus causador da AIDS, em 2009. E, segundo um novo estudo, todas essas milhares de pessoas são rotineiramente negadas para tratamento médico em hospitais, devido ao medo e ignorância sobre a doença.
A AIDS tornou-se um grande problema para a China nos anos 1990, quando centenas de milhares de agricultores na província de Henan se infectaram graças à esquemas de venda de sangue. Agora, o vírus está se espalhando no país principalmente através de contato sexual.
Baseado em entrevistas com 103 pessoas vivendo com HIV e 23 trabalhadores da área de saúde, pesquisadores concluíram que assistência médica tem sido recusada aos doentes, que são discriminados pelos profissionais de saúde.
E não só para o tratamento da AIDS. Um homem HIV positivo contou que não conseguiu tratamento médico para seu problema nas costas por causa de seu status de HIV.
Segundo ele, em um dos hospitais o médico disse que lá muitos pacientes necessitavam de cirurgia, e se outras pessoas fossem infectadas, seria muito ruim. Em outro hospital, o médico afirmou que simpatizava com seu sofrimento, mas por causa de seu status, não se atrevia a operá-lo.
Ele já visitou muitos outros hospitais e encontrou recusas semelhantes, e desculpas como falta de equipamentos. Como se não bastasse tudo isso, o homem, que é lavrador, foi forçado a deixar seu emprego em uma empresa siderúrgica quando seu chefe descobriu que ele tinha HIV.
A cidade de Pequim demorou para reconhecer a ameaça da doença, mas desde então tem intensificado sua luta, gastando mais em programas de prevenção, lançando programas para dar acesso universal a medicamentos antirretrovirais para conter a doença, e introduzindo políticas para combater a discriminação.
Porém, em um país onde os tabus sexuais permanecem fortes e a discussão do tema é bastante limitada, a discriminação persistente por parte dos profissionais da saúde pode significar que muitos doentes evitem o tratamento médico.
A política da China de que as pessoas com HIV só devem ser tratadas em hospitais designados para tratamento de doenças infecciosas é uma das causas para a discriminação. Segundo especialistas, o país deve eliminar esses hospitais “especiais”.
Ao mesmo tempo, em outros hospitais, quando uma pessoa soropositiva recebe tratamento, muito poucas pessoas visitam o mesmo hospital, o que lhes preocupa quanto ao impacto sobre os ganhos econômicos.
E muita mentalidade tem que mudar ainda. Embora a luta tenha começado no país, muitos ativistas são considerados “agitadores”. Hu Jia, defensor dos portadores de AIDS, foi condenado a três anos e meio de prisão por um tribunal chinês em abril de 2008, por “incitar a subversão do poder estatal”. Outro ativista, o ex-funcionário do Ministério da Saúde Wan Yanhai, fugiu para os Estados Unidos com sua família por causa da pressão das autoridades. Desse jeito, como o país pretende combater a doença?

Fonte: [Reuters]

QUE LOUCURA? Café parece diminuir chance de morte por câncer de próstata!



Nem sempre beber muito café faz bem, mas para os homens, tem um grande benefício: segundo um novo estudo, beber seis ou mais xícaras de café por dia pode reduzir o risco de câncer de próstata fatal em até 60%.
Os efeitos potencialmente benéficos do café têm recebido muita atenção nos últimos anos. O consumo de café já foi associado a um menor risco de diabetes tipo 2, mal de Parkinson e câncer de fígado, entre outras condições. Na semana passada, pesquisadores suecos relataram que as mulheres que bebiam pelo menos cinco xícaras por dia tinham um risco menor de desenvolver certo tipo agressivo de câncer de mama.
Cientistas já haviam explorado uma possível ligação entre o café e o câncer de próstata, mas os estudos feitos tiveram resultados mistos e eram pequenos. A nova pesquisa é a maior de seu tipo, envolvendo cerca de 48.000 homens.
A cada quatro anos, entre 1986 e 2006, os participantes relataram a quantidade de café consumida por dia. Durante o período de acompanhamento (que durou até 2008), 5.035 homens desenvolveram câncer de próstata.
Em 642 desses casos, o câncer foi considerado letal, o que significa que os tumores se propagaram e os homens morreram da doença. O consumo de café foi ligado a apenas um risco ligeiramente mais baixo de todos os cânceres de próstata, mas a mudança no risco foi pronunciada para o câncer letal.
Comparado com os homens que não bebiam café, aqueles que bebiam pelo menos seis xícaras por dia tinham um risco 60% mais baixo de ter câncer letal, e os que bebiam de uma a três xícaras por dia tinham um risco 30% mais baixo.
A diminuição do risco de câncer existiu independentemente dos homens beberem café descafeinado ou cafeinado, o que sugere que o benefício pode vir de uma propriedade do café que não a cafeína.
Segundo os pesquisadores, o café tem um monte de efeitos biológicos diferentes, e muitos deles parecem ser relacionados ao câncer de próstata.
O café é uma importante fonte de antioxidantes e também tem efeitos positivos no metabolismo da glicose e insulina (especialistas acreditam que a insulina desempenha um papel na progressão do câncer de próstata).
O café também parece influenciar os níveis de hormônios sexuais, como testosterona e outros, que têm um papel no câncer de próstata.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que os resultados não provam que o café diretamente previne câncer de próstata agressivo. O estudo mostra apenas uma associação, embora seja uma relativamente forte, já que os pesquisadores foram capazes de levar em conta informações detalhadas sobre as dietas dos homens e outros fatores que podem afetar o risco de câncer de próstata, como histórico familiar, tabagismo, obesidade e atividade física.
Ainda assim, por enquanto, as descobertas não são convincentes o suficiente para os médicos recomendarem que os homens de meia-idade aumentem sua ingestão de café.

Fonte: [CNN]

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mais de 50 pessoas morrem em fila de 26 km de curandeiro na Tanzânia !




 Um pastor da Tanzânia pediu a seus seguidores que parem de ir à remota região em que ele vive em busca de uma ”poção milagrosa”. As visitas à sua casa começaram a causar caos na região, porque atraem milhares de pessoas, e as filas se estendem por dezenas de quilômetros.

O reverendo Ambilikile “Babu” Mwasapile, de 76 anos, disse que não quer que ninguém mais compareça a suas sessões de curandeirismo até a sexta-feira, dia 1º de abril, prazo que deu para que as multidões de peregrinos diminuam.

Uma repórter da BBC contou que as filas para uma visita a Mwasapile chegam a ter 26 quilômetros de comprimento. De acordo com a mídia local, cerca de 52 pessoas morreram quando esperavam para vê-lo.

A crença na magia e nos poderes dos curandeiros tradicionais são costumeiras na Tanzânia.

Alguns curandeiros afirmam, por exemplo, que partes do corpo de pessoas albinas são eficazes na produção de encantos, o que provocou o assassinato de inúmeros albinos nos últimos anos.

Em 2009, o governo da Tanzânia proibiu a atuação de todos os magos e curandeiros tradicionais no país.

Mas na segunda-feira, o primeiro-ministro do país, Mizengo Pinda, disse que não iria tomar qualquer ação para impedir as sessões de Mwasapile.

A popular poção do curandeiro da Tanzânia é feita de ervas e água, que ele vende por 500 shilings tanzanianos (o equivalente a pouco mais de R$ 0,50).

A repórter da BBC Caroline Karobia, quando visitou a região em que Mwasapile vive, disse ter encontrado cerca de seis mil pessoas aguardando para ver o pastor aposentado da Igreja Luterana Evangélica da Tanzânia.

A maior parte delas dorme ao relento ou dentro de seus carros perto da estrada que leva à casa do curandeiro, no vilarejo de Samnuge, que não conta com abrigos, água potável ou banheiros.

Assim que se espalharam os rumores sobre o poder de cura da infusão, muitas pessoas começaram a ser retiradas de hospitais por seus pareentes, que acreditam que elas têm mais chance de cura nas mãos de Mwasapile.

Muitas acabaram morrendo antes de vê-lo, enquanto outras, segundo relatos, teriam morrido após tomar a sua poção.

O ministro da Saúde da Tanzânia, Haji Hussein Mponda, disse à BBC que testes provaram que a mistura é segura para o consumo humano.

Ele acrescentou que estão sendo feitos novos testes para avaliar os supostos predicados médicos da infusão.

A polícia foi reforçada na região que leva à casa do pastor, a fim de conter as grandes multidões, muitas das quais chegam a vir de outros países, como o Quênia e até outras nações mais distantes.

Mwasapile pediu por uma interrupção na visita de seus seguidores, após um encontro com autoridades locais.

 
Fontes: Paulo Lopes

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ex-atriz pornô dá uma mensagem para os homens: parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas!


HOLLYWOOD, EUA, 7 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”.
Jennifer Case
Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.
A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.
“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.
Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.
“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.
Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”. stripmov.gif (2487 bytes)
Veja a entrevista completa aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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