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domingo, 23 de outubro de 2011

QUE LOUCURA? Dia Mundial das Missões: confira estatísticas da Igreja Católica!

                             
                             Vaticano é o "coração" da catolicidade no mundo

 
 
A Agência Fides revela algumas estatísticas para apresentar um quadro panorâmico da Igreja missionária no mundo. As tabelas são extraídas do último “Anuário Estatístico da Igreja” publicado (e atualizado em 31 de dezembro de 2009) e se referem a membros da Igreja, suas estruturas pastorais, atividades no campo da saúde, assistencial e educativo. É também indicada a variação, aumento (+) ou redução (-), em relação ao ano precedente, segundo o confronto efetuado pela Agência Fides.

População mundial 
Em 31 de dezembro de 2009, a população mundial era de 6.777.599.000 pessoas, com um aumento de 79.246.000 unidades em relação ao ano precedente. O aumento global se constata em todos continentes: África (+19.983.000); América (+8.744.000); Ásia (+47.702.000); Oceania (+967.000); Europa (+1.850.000).

Católicos 
Na mesma data, o número de católicos era de 1.180.665.000, com um aumento total de 14.951.000 em relação ao ano passado. Este incremento interessa todos os continentes: África (+6.530.000); América (+5.863.000); Ásia (+1.814.000); Europa (+597.000); Oceania (+147.000). A porcentagem dos católicos aumentou globalmente de 0,02%, confirmando-se em 17,42%. No detalhe dos continentes, registraram-se aumentos na África (+0,3); América (+0,04) e Ásia (+ 0,01), enquanto diminuições se verificaram, como no ano passado, na Europa (- 0,02) e Oceania (- 0,3).

Habitantes e católicos por sacerdote
O número de habitantes por sacerdote aumentou também este ano de 139 unidades, alcançando 13.154 unidades. Dividindo por continentes: aumentos na América (+70), Europa (+ 42) e Oceania (+181), e diminuições na África (-313) e Ásia (-628). O número de católicos por sacerdote aumentou no total em 27 unidades, alcançando 2.876. Registram-se aumentos em todos os continentes, enquanto a única diminuição foi na Ásia: África (+25); América (+32); Ásia (-30); Europa (+16); Oceania (+25).

Circunscrições eclesiásticas e estações missionárias 
As circunscrições eclesiásticas são 11 a mais em relação ao ano precedente, chegando a 2.956. novas circunscrições foram criadas na África (+3), América (+2) e Ásia (+6). As estações missionárias com sacerdote residente são no total 1.850 (185 a mais em relação ao ano precedente) e aumentaram na África (+280) e América (+94), com diminuições na Ásia (-69), Europa (-110) e Oceania (-10). As estações missionárias sem sacerdote residente se tornaram 5.459 unidades, somando no total 130.948, com aumentos na África (+2.143), América (+2.131), Ásia (+937) e Oceania (+278), enquanto se reduzem na Europa (-30).

Bispos
O número total de Bispos no mundo aumentou de 63 unidades, chegando a 5.065. No total, aumentam seja os Bispos diocesanos como os religiosos. Os Bispos diocesanos são 3.828 (42 a mais em relação ao ano precedente), enquanto os Bispos religiosos são 1.237 (21 a mais). O aumento de Bispos diocesanos interessa todos os continentes: África (+2), América (+19), Ásia (+1), Europa (+17), Oceania (+3). Quanto aos Bispos religiosos, a única redução se registra na Oceania (-1), enquanto África (+10), América (+4), Ásia (+5) e Europa (+3) registraram aumento.

Sacerdotes
O número total de sacerdotes no mundo aumentou em 1.427 em relação ao ano precedente, chegando a 410.593. A maior diminuição foi mais uma vez na Europa (-1.674), enquanto o número aumenta na África foi (+1.155), na América (+413), na Ásia (+1.519) e na Oceania (+14). Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram globalmente em 1.535, chegando a um total de 275.542, tendo aumentado na África (+888), América (+946), Ásia (+780) e Oceania (+26) e diminuído na Europa (-1.105). Os sacerdotes religiosos diminuíram de 108 unidades, e são no total 135.051. O aumento é marcado, como já há alguns anos, pela África (+267) e Ásia (+739), enquanto reduções se verificaram na América (-533), Europa (-569) e Oceania (-12).

Diáconos permanentes
Os diáconos permanentes no mundo aumentaram em 952 unidades, totalizando 38.155. O aumento mais consistente se confirma mais uma vez na América (+552) e na Europa (+326), seguidas por Oceania (+57) e Ásia (+23). A única diminuição foi na África (-6). Os diáconos permanentes diocesanos no mundo são 37.592, com um aumento total de 1.053 unidade. Aumentam em todos os continentes com exceção da África (-2), e mais precisamente: América (+623), Ásia (+15), Europa (+359) e Oceania (+58). Os diáconos permanentes religiosos são 563, isto é, 101 a menos em relação ao ano precedente, com um único aumento na Ásia (+8) e reduções na África (-4), América (-71), Europa (-33), Oceania (-1).

Religiosos e religiosas
Os religiosos não sacerdotes são 412 a menos, e somam globalmente 54.229. Registram-se aumentos apenas na África (+294), mas se reduzem na América (-195), Ásia (-60), Europa (-445) e Oceania (-6). Confirma-se a redução global do número de religiosas (-9.697) que são no total 729.371, assim divididas: aumentam novamente este ano na África (+1.249) e na Ásia (+1.399), e diminuem na América (-4.681), Europa (-7.468) e Oceania (-196).

Institutos seculares
Os membros dos Institutos seculares masculinos totalizam 737, tendo-se reduzido de 6 unidades. Em nível continental, aumentam na África (+5) e América (+3), permanece invariável na Oceania e se reduzem na Ásia (-1) e Europa (-13). Os membros de Institutos seculares femininos se reduziram este ano de 386 unidades, , totalizando 26.260 membros. Aumentam na África (+37), Ásia (+180) e Oceania (+1), e se reduzem na América (-30) e na Europa (-574).

Missionários leigos e Catequistas 
O número de Missionários leigos no mundo é 320.226, com um aumento global de 3.390: na África (+736), Ásia (+3.774) e Europa (+428). Diminuições foram registradas na América (-1.531) e Oceania (-17). Os catequistas no mundo são globalmente 68.515 a mais, chegando a 3.151.077. o número aumentou na África (+19.538), América (+36.319), Ásia (+13.365) e Oceania (+287). A única redução se registrou na Europa (-994),

Seminaristas maiores
O número de seminaristas maiores, diocesanos e religiosos aumentou de novo este ano: globalmente os candidatos ao sacerdócio são 954 a mais, totalizando o número de 117.978. Como nos anos passados, o aumentos se verificam na África (+565), Ásia (+781) e Oceania (+15), e as reduções, novamente este ano, se verificaram na América (-60) e na Europa (-347). Os seminaristas maiores diocesanos são 71.219 (+43 em relação ao ano precedente) e os religiosos 46.759 (+911). Os seminaristas diocesanos aumentaram na África (+425) e na Ásia (+121), e se reduziram na América (-353), Oceania (-14) e Europa (-136). Os seminaristas religiosos aumentam na África (+140), América (+293), Ásia (+660) e Oceania (+29) e se reduzem na Europa (-211).

Seminaristas menores
O número total de seminaristas menores, diocesanos e religiosos, aumentou de 1.631 unidades, chegando ao número de 103.991. Aumentaram na África (+1.765), Ásia (+211) e Oceania (+53) e se reduziram América (-337) e Europa (-61). Os seminaristas menores diocesanos são 79.142 (+1155) e os religiosos 24.849 (+476). Já os seminaristas menores diminuíram na América (-264), Ásia (-97) e Europa (-18), mas aumentaram na África (+1.483) e na Oceania (+51). Os seminaristas religiosos estão diminuindo na América (-73) e na Europa (-43), e aumentando na África (+282), Ásia (+308) e Oceania (+2).

Institutos de instrução e educação 
No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 68.119 escolas maternais, frequentadas por 6.522.320 alunos; 92.971 escolas primárias onde estudam 30.973.114 alunos; 42.495 escolas superiores médias com 17.114.737 alunos. Além disso, acompanha 2.288.258 jovens de escolas superiores e 3.275.440 estudantes universitários. Seja o número de Institutos como o de alunos, de todos os níveis, está em aumento em relação ao ano precedente.

Institutos de saúde, de beneficência e de assistência 
Os institutos de beneficência e assistência administrados no mundo pela Igreja incluem: 5.558 hospitais, com maior presença na América (1.721) e África (1.290); 17.763 postos de saúde, a maioria na América (5.495), África (5.280) e Ásia (3.634); 561 leprosários, distribuídos principalmente na Ásia (288) e África (174); 16.073 casas para idosos, doentes crônicos e pessoas com deficiências, em maioria na Europa (8.238) e na América (4.144); 9.956 orfanatos, um terço dos quais na Ásia (3.406); 12.387 jardins de infância; 13.736 consultórios matrimoniais distribuídos em maioria na Europa (5.948) e América (4.696); 36.933 centros de educação ou reeducação social e 12.050 instituições de outros tipos, grande parte na América (4.484), Europa (3.939) e Ásia (1.857).

Circunscrições eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos 
Em 1º de outubro de 2011, as circunscrições eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos (Cep) eram 1103 no total. A maior parte delas se encontra na África (499) e na Ásia (473), seguidas por América (85) e Oceania (46).

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

QUE LOUCURA? Pregações e orações em trens fazem bem ou fazem mal? Empresa proibe, pastor continua e polêmica aumenta!

Pregações e orações em trens fazem bem ou fazem mal? Empresa proibe, pastor continua e polêmica aumenta
A pregação religiosa nos vagões da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) é motivo de uma queixa por dia enviada por passageiros à empresa. De janeiro a junho, a estatal recebeu 177 mensagens de celular reclamando das orações. Em todo o ano de 2010, foram 261. O assunto é polêmico. Assim como há passageiros que reclamam, há os que reivindicam mais espaço para os religiosos.
A possibilidade de converter os passageiros é o que leva o analista de informática Agostinho Ferreira da Silva (foto), de 46 anos, a evangelizar há 8 nos trens da Linha 12-Safira, que liga o centro da capital a Poá, na Grande São Paulo. “A maioria das pessoas gosta de ouvir”, garante.
Conhecido como Irmão Guto, ele prega diariamente no trem que sai às 19h30 do Brás. O vagão escolhido é sempre o mesmo, o quarto. Ele ora e entoa hinos evangélicos. “A situação melhorou nos últimos tempos. Antes, os seguranças nos tratavam com truculência. Uma vez, chegaram a rasgar minha camiseta.”
A assessora jurídica Teresinha Neves, de 40 anos, já pregou nos trens da CPTM e hoje auxilia os evangelizadores que se sentem intimidados por agentes da CPTM. Se quiserem, eles podem ser truculentos. Isso eu acho que é ilegítimo em se tratando de um estado democrático e da liberdade religiosa, de culto.”
A CPTM informou que a proibição à pregação nos trens “não se confunde com os direitos assegurados na Constituição”, “nem se trata de preconceito a uma religião específica”. A estatal ainda informou que “o Estado é laico e pela própria Constituição ninguém tem o direito de impor sua fé ao outro, notadamente em ambiente fechado como é o caso dos trens”. Segundo a CPTM, quando um pregador é removido do vagão, ele perde o direito da viagem.
O operador de logística Vanderlei Aparecido Luiz, de 38 anos, usa a Linha 10-Turquesa (Luz/Rio Grande da Serra), a que tem mais denúncias. Ele diz sentir-se incomodado. “Às vezes, eles chegam a gritar. E atrapalham as pessoas que tentam voltam dormindo de um dia cansativo.” Ele chegou a ver um evangelizador sendo expulso por passageiros revoltados. “Em uma estação, seguraram a porta e falaram que o trem só andaria se ele saísse.”
Passageira da mesma linha, a operadora de impressão Adriane Proença, de 23 anos, defende a pregação em outros locais. “Tem de ser na igreja. Nem todo mundo gosta de ouvir ou tem a mesma religião.”
A auxiliar de limpeza Dalva Maria de Jesus Pereira, de 49, discorda. “Tem muita gente que precisa, mas não vai à igreja”, diz a usuária da Linha 12-Safira – a mesma a que o Irmão Guto vai todos os dias. “Então o trem é um bom lugar para pregarem o que está na Bíblia.”

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Católicos e Evangélicos Unidos para Impedir Fim de Exibição de Programas Religiosos!


Fiéis estão se mobilizando para reverter a decisão da Empresa Brasileira Comunicação (EBC) de acabar com os programas religiosos na TV Brasil. 


 Segundo a Folha de S.Paulo, nesta terça-feira (5),o padre Dionel Amaral - diretor do programa "Santa Missa"- pediu aos fiéis que enviassem cartas e mensagens à Dilma Rousseff contra a decisão. O diretor do programa "Reencontro", da Igreja Batista, o pastor Flávio Lima disse que os religiosos são vítimas de preconceito. "É lamentável essa decisão, e discriminação, pois nunca nos consultaram em nada." 
A decisão, tomada na semana passada, passa a valer em setembro. Os programas de religiões específicas, como a católica e a evangélica, darão lugar a programas que tratam mais amplamente sobre o assunto, "respeitando o critério da pluralidade máxima das vivências religiosas".


 


A discussão começou em junho de 2010. Quatro programas serão atingidos pela decisão do órgão: na TV Brasil, os católicos "A Santa Missa" e "Palavras de Vida", exibidos aos domingos, e o evangélico "Reencontro", aos sábados; e na Rádio Nacional de Brasília, a missa católica dominical, informa O Estado de S. Paulo.
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"Demos seis meses. Acho que vai gerar polêmica, mas fizemos o que tínhamos de fazer", disse a presidente do conselho curador, Ima Célia Guimarães Vieira. "Ponderamos de vários lados. Apenas duas religiões usavam os meios públicos de comunicação. Estamos dando uma oportunidade para ampliar as religiões."


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Com informações Portal Imprensa / Folha de SP / Estadão

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pastor Marco Feliciano chama de idiotas, cachorros e dementes quem discorda de suas opiniões no Twitter!

Deputado estadual Marcos Infeliciano

Em uma noite não muito calma, o Pastor Marco Feliciano se alterou com alguns de seus seguidores no Twitter. Uma das histórias começou com uma pergunda de Edcleyton Souza (evangelizador de 19 anos e membro da Assembléia de Deus) ao pastor Geremias Couto (pastor e Assistente Nacional da Associação Evangelística Billy Graham para o Brasil) pelo Twitter no dia 23 de março. “O que o Pastor Geremias achou do convite do Pr Marco Feliciano para pregar na festividade do centenário das AD’S em Belém do Pará?” E a reposta foi a seguinte: “É um assunto da alçada de quem convidou e de quem foi convidado”.


A pergunta refere-se ao evento de comemoração de 100 anos das Assembléia de Deus no Brasil, que será nos dias 16,17 e 18 de junho. A indagação, que a princípio parece ser simples, gerou um grande desconforto para Edcleyton Souza e o pastor Geremias pois o pastor Marco Feliciano deu uma resposta um tanto ríspida: “Só avisando que meu nome não é osso pra ficar na boca de cachorro”, escreveu Feliciano.

Sentindo-se ofendido Edcleyton postou os seguinte comentários:”Apenas queria ouvir uma opinião. Não precisava de tais palavras do Marco Feliciano”, “As palavras do MF envergonham o evangelho de Cristo”, disse outro usuário.

Segundo Edcleyton o que o motivou a fazer a pergunta foi a questão de o pastor Geremias estar há muito tempo na Assembléia de Deus. Sobre isso o pastor Geremias postou no dia 24 de março: “Há quem diga que o seu nome não é osso na boca de cachorro. Prefiro que o meu nome seja pronúncia de bênção na boca de Deus”.

Mas Edcleyton resolveu não se pronunciar mais a respeito. “Pastor Geremias, não esquento com o Marco Feliciano disse. Oremos por ele. E com certeza, o silêncio é a melhor resposta. Deus o abençoe”.

Sobre seu comentário Marco Feliciano postou ainda no dia 23 de março: “Amo o twitter rssssss quem já me viu pregar sabe q essa é uma das minhas frases… Mas… Quem tinha q ler, leu e covardemente calou-se rsss”.

No mesmo dia, o pastor também acabou ofendendo outros usuários do Twitter. Marco Feliciano como deputado, votou contra o aumento do salário mínimo para R$600 e a favor de aumento de apenas R$5 e por isso foi criticado por dois internautas. A resposta do pastor foi a seguinte: “Você é só mais um demente que não sabe o que fala! 5 bilhões de rombo ao ano nos cofres públicos, desemprego em massa. Acorda bocó!”

Continuando a chamar o internauta Wagner Lemos (que edita o twitter Web Evangeslista) de demente, Marco Feliciano postou: ” rssss perdão? Por expor um demente que nem o rosto mostra? E fala mentiras? Rssss”.

Para um ministro evangélico que também o criticou pelas suas grosserias respondeu: “rsssss xingando? Acorda você também… E cresce um pouco e não seja idiota também” e continuou suas alfinetadas: “respostas inteligentes pra pessoas inteligentes… Pra tumultuadores que querem se aparecer CAJADADA NeLES”. “Tumultuadores, desconhecidos que querem holofotes, fakes, idiotas e dementes de plantão: VAO PLANTAR BATATAS! rsssssssss”.

Após perceber a irritação de alguns internautas e a perda de vários seguidores, em sua defesa postou explicações sobre os xingamentos: “Idiota: vem de idiótes, em grego, significa, aquele que só vive a vida privada, que recusa a política, que diz não à política. Enfim que não a entende”, “Bocó=pateta=tolo=Néscio; Que presume muito de si; que não tem nexo ou significação; Falso; que não tem razão de ser; Ridículo, desagradável”.

Ao final da discussão o deputado Pastor Marco Feliciano ironizou seus seguidores e críticos: “To muito feliz! Foram quase 1.500 twitts de apoio x 4 de desaprovacao” e completou “Agradeço aos 4. Sem vocês o twitter seria um tédio… Rsss”

Fonte: Gospel+

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Psicóloga evangélica é entrevistada por padre em programa de TV!


  Marisa Lobo é psicóloga Cristã, Pós graduada em saúde mental, escritora com 2 livros publicados "Como Fazer de seu Filho uma Criança Feliz", e "Porque as Pessoas Mentem", e já está na editora seu 3º livro muito esperado "Psicopata da Fé", que promete causar muita polêmica e já está sendo muito aguardado, no meio cristão evangélico.
Não é só no meio evangélico que Marisa Lobo é reconhecida, além de palestrar em universidades, como PUC/Pr., Opet, Santa Cruz, Positivo, órgãos Públicos e representar o Delegado Francischini em muitas reuniões e palestras. Marisa Lobo tem sido muito requisitada pela CNBB, para palestras sobre sexualidade da família e prevenção às drogas nas igrejas Católicas de todo Paraná.
Recentemente foi convidada a representar o eleito Deputado Federal Delegado Fernando Francischini no programa EVANGELIZAR do Pe. Reginaldo Manzotti, que vai ao ar dia 27 de novembro às 7:00 Hs da manhã na BAND em rede nacional.
                  Gif de amizade
A entrevista foi feita pelo próprio Pe. Reginaldo Manzotti. Ao ser questionada sobre "o que fazer?", "como tratar a dependência química, já que tudo o está sendo feito parece não estar dando muito resultado?", Marisa Lobo não teve dúvidas e respondeu: "falta Deus padre! Pais que criam seus filhos na igreja, não terão no futuro que visitá-los numa prisão ou numa comunidade terapêutica. Falta Jesus na vida dessas famílias". O padre deu uma gargalhada e encerrou o programa feliz, alegre.
Após o término da gravação do programa, o Pe. Reginaldo expressou gratidão. Leandro seu produtor aproveitou e convidou Marisa Lobo para um próximo programa falar sobre o livro "Porque as Pessoas Mentem" e pediu em seguida, orientação sobre o assunto.
Marisa saiu da gravação testemunhando que "Deus ouviu suas preces", pois sempre teve desejo em seu coração de falar aos católicos, e, ultimamente Marisa é constantemente convidada para palestrar, ministrar, em igrejas, creches e até num convento em santa Catarina foi convidada para dar um treinamento para 80 freiras, que fazem caridade com meninas vítimas de violência e drogas.
Disse Marisa, "O que mais gosto disso tudo, é que Deus me tem dado coragem, discernimento e muito amor por estas pessoas, não agredindo, não falando contra sua doutrina, fé, apenas sobre o maravilhoso amor de Jesus e o compromisso com Ele, sua posição no mundo espiritual como único e verdadeiro Salvador, no final sempre as pessoas pedem para os padres autorização para orar pela sua igreja, e os padres não só dão como pedem orações, eles me respeitam muito, estes dias fui ministrar na homilia da Igreja Santo António do Boa Vista, a igreja chorou muito e oramos foi uma benção, como agradecimento o padre mandou me dar todo cobertor que eu precisava, é que ele ficou sabendo na sacristia que eu precisava de cobertores para atender uma comunidade terapêutica e me deu 34 cobertores, foi um milagre porque eu estava pedindo a Deus, onde poderia conseguir, Deus é maravilhoso e trabalha de maneiras totalmente inesperadas. Deus é Deus. rsrs"

Fonte: RadioGospelOnline

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A igreja e a questão homossexual: Como lidar com o tema?






Por Bráulia Ribeiro

Era um travesti alto, magro e desengonçado, e tinha uns implantes. Não sei como começou na homossexualidade, mas disse que tinha sede de Deus desde antes. Quando criança, num passeio a uma Igreja Católica com sua mãe, viu um caixão de vidro com uma estátua de Jesus dentro. “Igreja do Jesus morto”; a mãe era devota. Quando chegaram perto, ele, pirralho, sentiu que Jesus lhe olhava.

– Mãe, Jesus está vivo!
– Pare de dizer besteira, menino… – ela não viu, mas ele sabia que Jesus não estava morto.

Adulto, Daisy foi se desiludindo consigo mesmo numa sede que não terminava por outro tipo de vida, apesar de ter tudo o que um travesti poderia desejar, como um parceiro e um filho adotivo. Ligava o rádio na sintonia dos pentecostais. Ouvia músicas e pregações o dia inteiro.

Não se cansava nem da repetição nem dos chavões. Ouvia até a hora de sair para ganhar a vida na rua. Tornou-se um hábito ouvir o evangelho. O parceiro e os vizinhos se irritavam. Daisy ficava mais amuado, mais convicto. Começou a ler a Bíblia.

Uma noite não agüentou mais. Percebeu que não tinha coração para levar a vida assim. Decidiu que aquela seria a sua última noite na rua. Ouviu rádio e pegou a Bíblia. Abriu no primeiro capítulo de Apocalipse, que fala sobre a revelação de Jesus, em suas vestes de luz e língua como espada de fogo. Lindo! Assim seria sua fantasia, a última da vida de rua.

– Vou de “drag-jisas”.

Enfeitou-se todo de branco e dourado, reverente. Não era uma drag qualquer, era o próprio Jesus de uma maneira simbólica dizendo-lhe que chegara sua hora de mudar. Não conseguiu fazer a vida naquela noite; pregava sem parar, como os pregadores do rádio que ouvia há tanto tempo. Pregava para as prostitutas, para os clientes, para os passantes. O ponto se esvaziou, os habituais corriam para não ouvi-lo. Finalmente, no romper da manhã, tendo arruinado a noite de todos os freqüentadores do ponto, sentou-se feliz, cantando uma daquelas músicas do tipo “sai demônios e vem Jesus”.

Logo depois Daisy adoeceu e descobriu-se portador do vírus HIV.

Estranhamente não teve medo. Sua irmã conhecia algumas pessoas em Belo Horizonte e resolveu dar uma passada por lá para ver se encontrava ajuda para ele. A vida tem seus caminhos; ao receber a medicação, Daisy encontrou também algumas pessoas do grupo VHIVER, que ajuda portadores do vírus da aids a viver com qualidade. De lá esbarrou nos crentes da Caverna de Adulão e conheceu o Jesus que amava. Converteu-se, “destravecou-se”, “homenzou-se” do melhor jeito que pôde. O parceiro ficara no Rio de Janeiro com o filhinho adotivo.

Teve de dizer-lhe que era homem agora e que cuidaria do filho, mas já não seria “casado”. Sentiu-se puro como um bebê. Dizia que já tinha feito sexo demais a vida toda e agora não precisava mais; iria viver para Deus de todo o seu coração…

Mas não podia ficar em Belo Horizonte, tinha de voltar ao Rio. O Geraldo, da Caverna, se preocupou: “E agora, o que vai ser de Daisy? Quem vai entendê-lo para integrálo?”A essa altura Daisy já se chamava como homem, mas os trejeitos de uma vida no submundo não saem fácil. As marcas (as mãos na cintura, o andar reboloso e a voz fina que ainda desafina) ficam. Daisy voltou para o subúrbio do Rio. Despachou o parceiro, pegou suas coisas e mudou-se. Mas aí veio a parte dura: conseguir um emprego, se sustentar de maneira digna e encontrar uma igreja onde fosse aceito. Nos primeiros meses quase não tinha dinheiro; a única congregação do bairro era o lugar mais perto. As emoções de Daisy ainda eram as emoções de uma caricatura de mulher. Ia à igreja esperando amor como o que encontrara em Belo Horizonte. No começo encontrava o porteiro:

– “Tem culto hoje não, desculpe.”
– “Ah…” – o ar decepcionado de Daisy não mudava em nada a cara do porteiro.

Infelizmente a igreja não conseguiu entender o rapaz. Daisy tentou mais uma e mais outra. Mas o que aconteceria se no bairro vissem aquele homem ainda com peitos freqüentando os cultos? Terminou por entender que não era bem-vindo – mais uma ferida para carregar para quem já sofreu tantas.

Sem ajuda na fé e sem apoio econômico e social para recomeçar, a fé de Daisy se apagou. Geraldo o viu um dia desses nas páginas de uma revista, militando pela causa homossexual, e respirou aliviado, pensando: “Pelo menos ele ainda está vivo…”

Daisy, se você está lendo isto, tente outra vez. Vamos aprender a caminhar com você pelo caminho da restauração. Vamos aprender a fazer da sua vergonha a nossa vergonha e, pelo naosso amor, fortalecer a sua fé naquele que nos transforma.


***
Fonte: Solomon

Comentário de Leonardo Gonçalves:

Esta semana almocei com um pastor e amigo aqui no Peru. Ele me contou que estava aflito, sem saber o que fazer, pois descobriu que um membro ativo da sua igreja é gay. Segundo meu amigo pastor, este irmão confessou isso em meio à muitas lagrimas... soluçando. Disse que nunca fez sexo com homens, mas já foi beijado algumas vezes por outros gays.

Na conversa, o jovem contou toda sua vida.Entre seus relatos mais fortes, está aquele em que o pai abandonou a familia quando ele tinha 7 anos. Ele correu desesperado chorando e gritando o nome do pai pela rua, mas o pai não parou. Então, o menino parou de correr e olhou para trás, e viu o irmão menor, também chorando. Ele enxugou as lágrimas e prometeu a si mesmo que nunca mais iria chorar pelo pai. Agora ele era o homem da casa. E assim foi...

Trabalho duro desde cedo para ajudar em casa, responsabilidades cada vez maiores eram colocadas sobre seus ombros. Sempre que isso acontecia, ele repetia inconscientemente: "A culpa é do meu pai". Cresceu, foi estudar na cidade, e teve que morar de favor na casa de um rapaz. Um dia este rapaz entrou na casa e, trêmulo, lhe beijou. Isso se repetiu por muito tempo, e ele nunca reclamou, pois morava de favor. Na época ele não gostava dos beijos, e diz que sentia nojo.

Ele diz odiar o pai até hoje. Contudo, o seu relato deixa transparecer que ele projeta em seus amigos o carinho que quis dar e receber do pai. Uma carencia afetiva que chegou a um ponto extremo, pôs em derrocada as emoções e culminou em uma confissão e um desesperado pedido de ajuda.


Amigo pastor,

Você e sua igreja estão preparados para receber, ajudar e integrar pessoas assim?

Não precisa responder agora. A pergunta é pura retórica... Se não tiver a resposta, apenas ore.