Páginas

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A frente gay no paredão do Congresso!

Vencedor do programa BBB, o deputado Jean Wyllys tenta criar uma bancada em defesa dos direitos dos homossexuais, mas esbarra na resistência dos parlamentares com aversão ao tema.

  

A chegada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), primeiro gay assumido a levantar a bandeira do movimento, provocou agitação no Congresso. Liderado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um grupo começa a se alinhar em uma bancada informal antigay. Ela é formada por deputados da Frente Evangélica, somados aos da Frente da Família e a outros que compartilham a contrariedade em ver a discussão sobre direitos homossexuais avançar.
Wyllys começou seu mandato na ofensiva. Ele vai propor um projeto de lei que institui o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de insistir apenas na regulamentação da “união civil” – termo adotado por alguns integrantes do movimento gay, para evitar a discussão no campo religioso. “Tem de ser casamento civil porque é o mesmo direito para todos”, afirma. “Quando um cônjuge morre, o parceiro da união estável só tem direito a herança se não houver nenhum herdeiro direto. Já no casamento, ele é herdeiro direto.” Sua primeira ação, como deputado, foi recolher assinaturas para a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Na semana passada, Wyllys sentiu uma pequena demonstração do incômodo gerado por sua movimentação. Menos de 24 horas depois de ter começado a percorrer a Câmara pedindo assinaturas para a Frente, sua página no Facebook foi bloqueada. Isso ocorreu porque uma série de usuários da rede fez uma ação coordenada para denunciar a página como falsa. Wyllys diz que sabia que sua presença iria provocar reação e que está preparado para o embate. Jornalista e professor universitário, ele demonstrou habilidade para o debate público quando ganhou o programa Big Brother, em 2005, contra um grupo de participantes que tinham em comum o orgulho da masculinidade. Na arena política, porém, vai enfrentar opositores mais experientes.
A principal voz na Câmara contra a discussão sobre direitos dos homossexuais é a de Bolsonaro, deputado no sexto mandato e capitão do Exército. Enquanto os representantes da Frente Evangélica e os da Família medem as palavras ao tecer críticas aos projetos que combatem a homofobia, Bolsonaro é desabrido e promete enterrar os projetos do colega (leia as entrevistas de Wyllys e Bolsonaro abaixo).

Segundo João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica, o grupo respeitará as posições de Wyllys e de sua Frente. Um dos pontos de atrito entre eles é o material contra a homofobia, a ser distribuído pelo Ministério da Educação nas escolas. “Somos contra discriminação, mas não queremos que o governo faça apologia da homossexualidade”, diz Campos.
No Senado, a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT é liderada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que desarquivou o projeto de lei que torna a homofobia crime. Marta e Wyllys começam a procurar parlamentares simpáticos a seus projetos. “Vamos atrás dos que se inclinam a nos apoiar, mas não têm coragem por questões eleitorais”, diz Marta. Não foi difícil mapear o inimigo. Wyllys precisa, agora, encontrar os aliados para o dia do paredão.

Luis Alves
Jean Wyllys: "O movimento GLBT chegou"
O deputado estreante pretende propor o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, uma evolução da união civil
ÉPOCA – Qual é a pauta da Frente GLBT?
Jean Wyllys – Primeiro, a defesa do projeto Escola Sem Homofobia. Depois, também vou protocolar o projeto de casamento civil [entre pessoas do mesmo sexo]. Vou propor e protocolar no dia do lançamento da frente. Existe um projeto tramitando de união estável, nós vamos propor outro. Não é “casamento gay”. Quando a imprensa coloca assim, provoca um equívoco quanto à noção do sacramento do casamento. Não estamos tratando disso, mas de um direito civil. O Estado é laico e o casamento é um direito civil, ele tem que ser estendido ao conjunto da população, independente da orientação sexual e identidade de gênero. Se os homossexuais têm todos os deveres civis, então têm que ter todos os direitos. É assim que funciona uma república democrática de verdade.
ÉPOCA – E o projeto que criminaliza a homofobia?
Jean Wyllys – O projeto que criminaliza a homofobia foi desarquivado agora pela senadora Marta Suplicy, que faz parte da Frente no Senado. Esse projeto altera a lei do racismo e inclui discriminações por identidade de gênero e orientação sexual. Essa lei não vai proibir ninguém de continuar odiando homossexual, para aqueles que odeiam. Quem quiser que continue alimentando seus ódios, privadamente. É um direito. Agora, publicamente ela não pode impedir um homossexual de acessar um direito e nem de expressar publicamente a sua sexualidade. E quase sempre o homossexual é impedido de acessar um direito e expressar sua homossexualidade de maneira violenta.

ÉPOCA – Como é a reação a suas ideias?
Wyllys – Meu Facebook foi tirado do ar em uma ação orquestrada. É natural que minha presença na Câmara provoque uma reação. O movimento GLBT chegou ao Congresso. Por enquanto, não tive muito contato com os deputados da bancada evangélica e cristã. Vou ter esse contato porque estou reestruturando a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT. Ela existiu com o nome Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, mas como a maioria das frentes aqui, não tinha uma agenda de atividades e ação concreta. A primeira decisão que tive, depois de uma conversa com a Associação GLBT, é que a frente vai funcionar de verdade. Acho que há condições de criar um ambiente propício. Mesmo no contato com a bancada evangélica, embora muitos deputados tenham se colocado publicamente. Eu acredito no meu papel pedagógico, de sentar e explicar as questões que merecem ser explicadas para que os preconceitos sejam derrubados. Eu não sei se vai haver terreno fértil do outro lado. Mas para mim o exercício da política é esse.

ÉPOCA – Como vê a reação contra o programa que combate a homofobia na escola?
Wyllys – É uma ignorância que persiste por má-fé. O material não ameaça os valores cristãos. Pelo contrário, ele assegura algo que é valoroso para os verdadeiros cristãos: o valor da vida e o respeito ao outro. Quem fala o contrário fala por má-fé, porque não quer ver seus espaços de poder ameaçados.
Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz.

ÉPOCA – O deputado Bolsonaro diz que o material incentiva a homossexualidade.
Wyllys – Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz. É mais para produzir um efeito midiático e despertar o que há de pior nas pessoas para ter ganho eleitoral. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos e dos quais as pessoas não se livram exatamente porque não há um projeto sério que radicalize na defesa dos direitos humanos no país.

ÉPOCA – Como avaliou o material do kit Escola Sem Homofobia?
Wyllys – O material cumpre a função a que se propõe. Ao contrário do que alguns deputados de orientação evangélica têm falado, cumpre muito bem o que se propõe sem ferir brios, sem ferir a moral. É um material muito bem elaborado que contribui para construir uma cultura livre de direitos humanos e diversidade na orientação sexual nas escolas, que é hoje o espaço privilegiado de reprodução da homofobia.

ÉPOCA – Como o material vai mudar essa realidade?
Wyllys – Ele é destinado aos formadores de opinião dos alunos, aos monitores e professores. Hoje o bullying e a homofobia são praticados largamente pelos alunos, mas também pelos professores que não reconhecem outras sexualidades que a heterossexualidade. Quando reconhecem, é sempre numa perspectiva de discriminação, de algo menor. Por exemplo, os professores de ensino médio tem uma dificuldade enorme de lidar com as transexuais e travestis. Não deixam que usem o nome social e, quando usam, transformam em objeto de injúria – o que faz essas alunas abandonar a escola. Os professores não sabem lidar com os alunos afeminados, que fogem dos papéis de gênero definidos pela sociedade.
Eu fui um menino que fugia das normas. Não curtia futebol, das brincadeiras de briga. Eu gostava de desenhar e de ler e por isso eu sofria muito e não era protegido pelos meus professores. Muito pelo contrário, eu era constrangido a me enquadrar naquele modelo ali.

ÉPOCA – Alguma vez o senhor sofreu violência por parte dos professores?
Wyllys – Violência física não, mas simbólica constantemente. Os professores sempre me constrangeram. Eles diziam ‘tome jeito de menino’. Só não sofria mais porque era um excelente aluno. O material do projeto Escola sem Homofobia incide no imaginário desses professores, sensibiliza-os para outras realidades. Principalmente os vídeos que dramatizam as histórias de vida. Em um país como o nosso, em que a telenovela tem papel preponderante na formação das mentalidades, a dramatização das histórias das vítimas da homofobia é fundamental para sensibilizar o professor para essa outra existência violentada permanentemente.
Além disso, tem um material escrito que explica o que é identidade de gênero de maneira didática. Para que as pessoas compreendam, por exemplo, que existem pessoas como as transexuais e que a maneira delas se perceberem não está de acordo com o que a natureza lhes deu. A saúde psíquica dessas pessoas depende da aceitação do outro. O professor tem que entender que existem diferentes orientações sexuais e que o papel de gênero do menino pode ser dilatado. Quem foi que recebeu um fax dos céus dizendo que menino se comporta dessa e não daquela maneira? Que tem que gostar dessa ou daquela cor? A escola tem que ser um campo aberto para a pluralidade de comportamentos e existências.

___________________________________________________________________

Janine Moraes
Jair Bolsonaro: "Vamos fazer de tudo para enterrar"
Capitão do Exército, o deputado não reconhece a legitimidade da
discussão sobre direitos dos homossexuais

ÉPOCA – Como vê a criação da Frente Parlamentar pela
Cidadania GLBT?
Jair Bolsonaro – O primeiro passo para desgraçar um país
é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.

ÉPOCA – O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro – Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?

ÉPOCA – Como vai ser o diálogo com o deputado Jean Wyllys?
Bolsonaro – Vou ter atrito com ele no campo das ideias e dos projetos, que vamos fazer de tudo para enterrar nas comissões. Se depender de mim, e de muitos outros, não vai para a frente. Em nome da família e dos bons costumes. Eles vão querer o quê? Vamos colocar um espanador na orelha? Vão vender os serviços de “homossexualismo” deles, é isso?
ÉPOCA – Se a homofobia virar crime, o senhor vai parar de criticar os gays?
Bolsonaro – Tenho imunidade para falar. Não vou medir palavras. Eu defendo a pena de morte, que é mais grave que criticar homossexual. O pessoal me chama de retrógrado, dinossauro, mas a verdade é que o Brasil está piorando desde o fim do regime militar.

ÉPOCA – O kit contra homofobia nas escolas não é importante para reduzir a violência contra os alunos gays?
Bolsonaro – Não tem nada a ver. Ele está é estimulando o homossexualismo e a promiscuidade. Dependendo do público que você permite a informação, vai deturpar. Nesse kit, consta três filmetes, um deles é o “Encontrando Bianca”. A história é esquisita. É um menino, que pinta as unhas, que quer ser chamado de Bianca, que quer frequentar o banheiro feminino. E no final ele passa a ser uma referência na escola. Eles alegam que é da 5ª série em diante, mas não tem como você botar uma linha porque os prédios são de 1ª à 9ª série, como vai dizer que aqui só pode ver quem está na 5ª série para cima?

ÉPOCA – Qual é o problema do filme?
Bolsonaro – É um estímulo ao homossexualismo. É uma porta aberta para a pedofilia. Você vai aguçar a curiosidade dessa molecada numa idade muito precoce. Acho que a garotada vai para escola para aprender matemática, língua portuguesa, história e, se possível, um pouquinho de educação moral e cívica, que hoje não existe mais.

ÉPOCA – Em discurso, o senhor disse que “se um garoto tem um desvio de conduta (de orientação sexual), ele tem que ser direcionado para o caminho certo. Nem que seja pelas palmadas”. O senhor não teme estimular casos de violência dentro de casa, que podem levar a agressões físicas graves e até a morte?
Bolsonaro – Essa política de defender o coitadinho já está aí desde que o Figueiredo saiu e olha como está a situação da educação no país hoje em dia. O professor tem preocupação de dar nota baixa porque ele pode apanhar do aluno. No meu tempo, os meus colegas tinham medo de comentar nota baixa com os pais. Eu não quero abrir mão de dar umas palmadas na minha filha se preciso for. Tem um projeto de lei criminalizando isso aí. O espancamento, que é uma lesão física, está previsto em lei que você não pode, é crime. Mas, quando um filho nosso começa a ter desvios, ter comportamento violento, você pega uma cinta, dá três lambadas e ele se endireita. E se você pode direcionar o comportamento agressivo, porque não o comportamento delicado demais? Eu tenho pavor, Deus me livre um filho meu começar a entrar para esse lado de ser delicado demais.

ÉPOCA – O senhor acha que falar mal de gays publicamente é um direito?
Bolsonaro – Qual o problema? Eu vou continuar criticando porque eles querem ser uma classe de primeira categoria. É o plano do Projeto de Lei 122 [que criminaliza a homofobia] que está no Senado. Se aprovar aquele projeto e um dia eu tiver que aprovar alguém comissionado, eu já nem pego o funcionário se perceber que joga no outro time. Isso porque, na hora de ser mandado embora, você nunca sabe o que ele vai alegar. Olha que absurdo, numa escola, dois moleques de 16 anos começam a trocar beijos e, se o diretor advertir, começa com três anos de detenção. Quer dizer, começa com “kit gay” na escola, uma proibição como do PL 122, mais a lei da palmada, esse país vai virar terra de ninguém.


Fique longe dessa Cabana!

 foto

Recentemente, as vendas do livro A Cabana aproximaram-se de [sete] milhões de cópias. Já se fala em transformar o livro em filme. Mas, enquanto o romance quebra os recordes de vendas, ele também rompe a compreensão tradicional de Deus e da teologia cristã. E é aí que está o tropeço. Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?

Quem é o autor? William P. Young [Paul], um homem que conheço há mais de uma década. Cerca de quatro anos atrás, Paul abraçou o "Universalismo Cristão" e vem defendendo essa visão em várias ocasiões. Embora freqüentemente rejeite o "universalismo geral", a idéia de que muitos caminhos levam a Deus, ele tem afirmado sua esperança de que todos serão reconciliados com Deus, seja deste lado da morte, ou após a morte. O Universalismo Cristão (também conhecido como a Reconciliação Universal) afirma que o amor é o atributo supremo de Deus, que supera todos os outros. Seu amor vai além da sepultura para salvar todos aqueles que recusaram a Cristo durante o tempo em que viveram. Conforme essa idéia, mesmo os anjos caídos, e o próprio Diabo, um dia se arrependerão, serão libertos do inferno e entrarão no céu. Não pode ser deixado no universo nenhum ser a quem o amor de Deus não venha a conquistar; daí as palavras: reconciliação universal.
Muitos têm apontado erros teológicos que acharam no livro. Eles encontram falhas na visão de Young sobre a revelação e sobre a Bíblia, sua apresentação de Deus, do Espírito Santo, da morte de Jesus e do significado da reconciliação, além da subversão de instituições que Deus ordenou, tais como o governo e a igreja local. Mas a linha comum que amarra todos esses erros é o Universalismo Cristão. Um estudo sobre a história da Reconciliação Universal, que remonta ao século III, mostra que todos esses desvios doutrinários, inclusive a oposição à igreja local, são características do Universalismo. Nos tempos modernos, ele tem enfraquecido a fé evangélica na Europa e na América. Juntou-se ao Unitarianismo para formarem a Igreja Unitariana-Universalista.
Ao comparar os credos do Universalismo com uma leitura cuidadosa de A Cabana, descobre-se quão profundamente ele está entranhado nesse livro. Eis aqui algumas evidências resumidas:
1) O credo universalista de 1899 afirmava que "existe um Deus cuja natureza é o amor". Young diz que Deus "não pode agir independentemente do amor" (p. 102),[1] e que Deus tem sempre o propósito de expressar Seu amor em tudo o que faz (p. 191).
2) Não existe punição eterna para o pecado. O credo de 1899 novamente afirma que Deus "finalmente restaurará toda a família humana à santidade e à alegria". Semelhantemente, Young nega que "Papai" (nome dado pelo personagem a Deus, o Pai) "derrama ira e lança as pessoas" no inferno. Deus não pune por causa do pecado; é a alegria dEle "curar o pecado" (p. 120). Papai "redime" o julgamento final (p. 127). Deus não "condenará a maioria a uma eternidade de tormento, distante de Sua presença e separada de Seu amor" (p. 162).
3) Há uma representação incompleta da enormidade do pecado e do mal. Satanás, como o grande enganador e instigador da tentação ao pecado, deixa de ser mencionado na discussão de Young sobre a queda (pp. 134-37).
4) Existe uma subjugação da justiça de Deus a seu amor - um princípio central ao Universalismo. O credo de 1878 afirma que o atributo da justiça de Deus "nasce do amor e é limitado pelo amor". Young afirma que Deus escolheu "o caminho da cruz onde a misericórdia triunfa sobre a justiça por causa do amor", e que esta maneira é melhor do que se Deus tivesse que exercer justiça (pp. 164-65).
5) Existe um erro grave na maneira como Young retrata a Trindade. Ele afirma que toda a Trindade encarnou como o Filho de Deus, e que a Trindade toda foi crucificada (p. 99). Ambos, Jesus e Papai (Deus) levam as marcas da crucificação em suas mãos (contrariamente a Isaías 53.4-10). O erro de Young leva ao modalismo, ou seja, que Deus é único e às vezes assume as diferentes modalidades de Pai, Filho e Espírito Santo, uma heresia condenada pela igreja primitiva. Young também faz de Deus uma deusa; além disso, ele quebra o Segundo Mandamento ao dar a Deus, o Pai, a imagem de uma pessoa.
6) A reconciliação é efetiva para todos sem necessidade de exercerem a fé. Papai afirma que ele está reconciliado com o mundo todo, não apenas com aqueles que crêem (p. 192). Os credos do Universalismo, tanto o de 1878 quanto o de 1899, nunca mencionaram a fé.
7) Não existe um julgamento futuro. Deus nunca imporá Sua vontade sobre as pessoas, mesmo em Sua capacidade de julgar, pois isso seria contrário ao amor (p. 145). Deus se submete aos humanos e os humanos se submetem a Deus em um "círculo de relacionamentos".
8) Todos são igualmente filhos de Deus e igualmente amados por ele (pp. 155-56). Numa futura revolução de "amor e bondade", todas as pessoas, por causa do amor, confessarão a Jesus como Senhor (p. 248).
9) A instituição da Igreja é rejeitada como sendo diabólica. Jesus afirma que Ele "nunca criou e nunca criará" instituições (p. 178). As igrejas evangélicas são um obstáculo ao universalismo.
10) Finalmente, a Bíblia não é levada em consideração nesse romance. É um livro sobre culpa e não sobre esperança, encorajamento e revelação.
Logo no início desta resenha, fiz uma pergunta: "Será que um trabalho de ficção precisa ser doutrinariamente correto?" Neste caso a resposta é sim, pois Young é deliberadamente teológico. A ficção serve à teologia, e não vice-versa. Outra pergunta é: "Os pontos positivos do romance não superam os pontos negativos?" Novamente, se alguém usar a impureza doutrinária para ensinar como ser restaurado a Deus, o resultado final é que a pessoa não é restaurada da maneira bíblica ao Deus da Bíblia. Finalmente, pode-se perguntar: "Esse livro não poderia lançar os fundamentos para a busca de um relacionamento crescente com Deus com base na Bíblia?" Certamente, isso é possível. Mas, tendo em vista os erros, o potencial para o descaminho é tão grande quanto o potencial para o crescimento. Young não apresenta nenhuma orientação com relação ao crescimento espiritual. Ele não leva em consideração nem a Bíblia, nem a igreja institucional com suas ordenanças. Se alguém encontrar um relacionamento mais profundo com Deus que reflita a fidelidade bíblica, será a despeito de A Cabana e não por causa dela.
The Berean Call

(As páginas citadas são as da edição original em inglês.)


O que eu gosto nos... Católicos - Pr. George E. Vandeman







O diabo veste Armani - Líderes evangélicos e suas extravagâncias



sábado, 19 de fevereiro de 2011

Novo salário minimo...parece piada!!!




TIPOS DE SALÁRIOS?!!!

Salário Cebola
 Você pega, olha e chora.

 Salário Cafajeste
 Não lhe ajuda em nada, mas você não vive sem ele.

 Salário Brasil
 Você acha que tem jeito, mas o Governo não colabora.

 Salário FMI
 Impõe um monte de restrições e ajuda muito pouco.

 Salário Futebol
 Uma caixinha de surpresas.

 Salário "Mais por Menos"
 Mais trabalho por menos dinheiro.

 Salário Anticoncepcional
 Tira o seu tesão!

 Salário Mentira Sacra
 Até Deus duvida!

 Salário Regime
Com ele, você come menos.

 Salário Ejaculação Precoce
 Quando entra, já acabou.

 Salário Menstruação
 Vem uma vez por mês e dura cinco dias.

 Salário Broxa
 Na hora que você mais precisa, ele te decepciona.

 Salário Ateu
 Você prefere nem acreditar...

 Salário Surfista
 Sóóóó...

 Salário Universo do Humor
 Você ri pra não chorar!  

" 56 anos separam mínimo de salário de parlamentar "

" Quem ganha piso de R$ 545 por mês terá de trabalhar mais de meio século para alcançar o salário anual de um deputado ou senador. Por mês, cada congressista recebe o equivalente a quatro anos de salário mínimo."
                       
"Um busto para o trabalhador: quem ganha salário mínimo terá de trabalhar os mesmos 56 anos que Sarney tem de vida pública para alcançar o rendimento anual de um parlamentar "

Edson Sardinha

" O trabalhador que ganha um salário mínimo por mês terá de trabalhar mais de meio século de vida, sem gastar um centavo, para amealhar o que recebem em apenas um ano os deputados que aprovaram o mínimo de R$ 545 anteontem (16). Mais precisamente 56 anos, o mesmo tempo de vida pública que tem o mais antigo dos congressistas, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Ao longo do ano, os parlamentares recebem 15 salários de R$ 26,7 mil, ou seja, um montante de R$ 400,5 mil. A conta dos assalariados de baixa renda é bem mais modesta. Caso a proposta do governo seja confirmada pelo Senado, serão 13 salários de R$ 545: apenas R$ 7.085 anuais. Em tese, uma diferença que só poderia ser alcançada em 2067. Além do salário, os congressistas têm direito ainda a uma série de benefícios, como passagens aéreas, auxílio-moradia ou apartamento funcional e ressarcimento por despesas relacionadas ao mandato.

Quando se compara o mínimo proposto aos vencimentos mensais dos parlamentares, a distância é literalmente olímpica. Quatro anos, o intervalo de uma edição dos Jogos Olímpicos para outra, ou de uma Copa do Mundo, esse é o tempo necessário para que alguém que ganhe o piso de R$ 545 acumule os R$ 26,7 mil recebidos mensalmente por deputados, senadores, pela presidenta Dilma Rousseff, pelo vice Michel Temer e por seus 37 ministros. Detalhe: nesse período, o assalariado não poderia gastar um centavo.

Com os R$ 545 propostos pelo governo, o brasileiro que sobrevive com o piso salarial terá de trabalhar 49 meses para alcançar a renda mensal dos congressistas e da cúpula do Executivo. Se o trabalhador tiver carteira assinada, poderá atingir a cifra em três anos e dez meses de trabalho, considerando-se os 13 salários anuais.

Se fosse contemplada a proposta das centrais sindicais, de R$ 560, a distância salarial entre parlamentares e assalariados de baixa renda seria um pouco menor. O trabalhador teria de suar 55 anos para alcançar o montante anual dos congressistas ou três anos e nove meses para chegar aos R$ 26,7 mil mensais.

Caso os tucanos consigam emplacar no Senado o mínimo de R$ 600, objeto de emenda rejeitada pelos deputados, seriam necessários três anos e meio de trabalho para quem ganha um salário mínimo juntar o salário mensal de um parlamentar, presidente da República ou ministro de Estado. Ou 51 anos de trabalho para alcançar o rendimento anual dessas autoridades. Com os R$ 700 propostos pelo Psol, que nem sequer chegaram a ser discutidos, a distância seria reduzida, respectivamente, a três e 44 anos.

Bolso cheio, boca calada

No dia 15 de dezembro do ano passado, os parlamentares aprovaram a toque de caixa uma proposta que elevou em 62% seus salários. Para Dilma, Temer e seus ministros, o aumento superou os 100%.

Como mostrou o Congresso em Foco, apenas quatro dos 395 deputados presentes na sessão que resultou na elevação dos vencimentos dos congressistas de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil registraram voto contrário. O aumento foi aprovado por uma maioria silenciosa: somente 11 deputados se dispuseram a usar o microfone para defender o aumento. Entre eles, apenas Sérgio Moraes (PTB-RS), aquele que disse "se lixar para a opinião pública", votou agora a favor do mínimo de R$ 560.

Nos discursos de 15 de dezembro, houve de tudo um pouco: de deputado envergonhado com a magreza do seu contracheque a deputado lamentando passar cinco meses do ano “sem fazer absolutamente nada”. De deputado querendo ganhar quase o dobro dos R$ 26,7 mil aprovados a deputado querendo que o contribuinte garantisse sua “independência financeira”.


VOTAÇÃO DO MÍNIMO

Salário mínimo vigente: R$ 540

PROPOSTAS EM DISCUSSÃO

— Governo: R$ 545 (só reposição da inflação)

— Centrais: R$ 560 (inflação e mais 3%. Valor a mais seria antecipado do aumento de 2012)

— DEM: R$ 560 (sem antecipação do aumento de 2012)

— PSDB: R$ 600 (valor defendido por José Serra na campanha eleitoral)

— Psol: R$ 700 (emenda que não chegou a ser votada)."

 
Fonte:http://catedralnoticias.blogspot.com/2011/02/que-tal-um-deputado-ou-senador-ganhar.html

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Pentecostalismo, que loucura!

Posso falar porque já fui um deles, e nunca mais quero sê-lo. Posso falar porque conheci o movimento por dentro e não quero mais saber dele. Posso falar porque estive dentro do movimento, tempo mais que suficiente para conhecer cada um de seus falsos ensinos e suas práticas anti-bíblicas. Posso falar porque hoje tenho certeza que, não apenas o que experimentei, mas também o que eles continuam experimentando é falso à luz da revelação bíblica.
Preciso falar porque fui muito prejudicado pelos falsos ensinos do movimento pentecostal. Há muitos que estão sofrendo de uma espécie de psiconeurose, causada pela mistura venenosa que existe ali dentro; há muitas pessoas feridas, frustradas, decepcionadas, desoladas, e muitas delas são ovelhas do Senhor, mas sei que nem todas.
Minha crítica não é contra qualquer igreja local, em particular, mas contra um movimento que vem invadindo quase todas as igrejas. Denuncio e aponto para um corpo de falsos ensinos, que nem mesmo se pode chamar de doutrina, porque está permeada de práticas de feitiçaria, ocultismo, esoterismo.
Evidentemente que não quero julgar a intenção de muitos que estão ali enganados, porque sei que o povo dessas igrejas e mesmo muitos pastores, são pessoas simples e humildes em sua maioria, eu já estive entre eles. Ali dentro se prega a Bíblia, é verdade. Mas isso não é o mesmo que pregar o evangelho. O apóstolo Paulo não disse aos anciãos de Éfeso que lhes pregou toda a Bíblia (Velho Testamento), mas que lhes anunciou todo o conselho de Deus (At 20.27). Pregar o evangelho é muito diferente de pregar alguns textos da Bíblia. Os pentecostais nem mesmo conhecem o evangelho ou as doutrinas da graça. Eu não conhecia. Pastoreei igrejas por anos, li inúmeros livros, dos quais coloquei no lixo reciclável mais de 100 deles e ainda tenho muitos outros para jogar, mas nunca havia lido uma única confissão de fé, nem um catecismo, nem mesmo um credo. Isso porque os pentecostais acham esses escritos ultrapassados.
curl.gif (13208 bytes)                me_ve_27.gif (9438 bytes)      
Eles ensinam que a esta geração da igreja tem muito mais 'revelação' ou 'luz' do que os nossos antigos pais espirituais. Dá para se ver. Ninguém dentro do movimento tem certeza sobre a origem das manifestações que ali ocorrem. O máximo que eles admitem, e isso os mais 'centrados', é que há muita coisa falsa entre eles, mas que nem tudo ali é falso, e que existe também o verdadeiro.
Se você estiver dentro desse movimento responda honestamente a si mesmo: Crê você realmente que suas experiências vêm do Senhor? Honestamente, diante de Deus, você crê com todo o seu coração que tudo quanto tem experimentado vem do Espírito Santo? Penso que tem ocorrido com muitos dentro desse movimento, que têm recebido como resultado da sua desobediência, uma espécie de loucura, conforme Deus disse através de Moisés - O Senhor te ferirá com loucura, e com cegueira, e com pasmo de coração - Dt 28.28. Aqueles que são do Senhor e estão sinceramente enganados Ele os guardará, mas outros serão entregues à loucura.
A agitação criada pelos instrumentos musicais utilizados pelas bandas, pelo alto barulho que fazem, pelos gritos, pelas danças, pelas palmas ritmadas, é tal que leva as pessoas a um histerismo, a uma neurose, a emoções desequilibradas, chegando muito próximo do culto afro-asiático. As imitações do dom de línguas, que de fato são algaravias, levam o movimento pentecostal ao 'ecumenismo'. As algaravias que eles falam estão igualmente presentes nas demais religiões e seitas, tais como católicos carismáticos, hinduístas, maometanos, espiritismo... As pseudo-revelações ou pseudo-profecias são na verdade adivinhações e previsões mentais, as quais também ocorrem nas seitas.
A idolatria a mamon também deixa seu estrago no meio pentecostal. O comércio que fazem dentro dos templos chega ao cúmulo dos absurdos. A exploração, a venda de produtos religiosos ou melhor, artigos esotéricos, faz corar de vergonha qualquer pessoa de boa índole, mesmo que não seja cristã. Parece que não têm outra coisa a falar se não sobre dinheiro, finanças, sucesso financeiro, prosperidade, riquezas. Os que vão à TV pedir dinheiro então... é de deixar rubro qualquer pessoa que tenha um pouquinho de brio e de educação. Porque é uma tremenda falta de educação entrar nas casas das pessoas, ainda que via satélite, e pedir dinheiro. Além do que é um péssimo testemunho para os incrédulos. Um homem de fé, que verdadeiramente confie em Deus, jamais ousaria pedir ajuda financeira aos telespectadores. O Deus da Bíblia, que é o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, é o dono do ouro e da prata. Quando os crentes precisam de alguma coisa dirigem-se ao Deus providente e não aos mortais. E se Ele quiser que algum servo seu tenha um programa de rádio ou TV ou qualquer outro meio de comunicação, claro que Ele proverá os recursos. Se não prover é porque Ele não deseja que tal programa seja feito. E convenhamos, a maioria absoluta de tais programas são tão escandalosos e tão nocivos à fé que seria melhor que nunca fossem transmitidos. Eles envergonham o bom nome do Senhor Jesus e da Sua Igreja com suas descaradas petições e vendas dos seus produtos.
Já ouvi de amigos médicos que muitas, não poucas, muitas pessoas que os procuram em seus consultórios, com problemas emocionais participam de igrejas pentecostais e carismáticas. As pessoas estão doentes e não sabem por que. São pessoas agitadas, descompensadas emocionalmente, ansiosas e perturbadas mentalmente, porque estão no engano religioso. Já vivemos numa sociedade agitada, nervosa, estressada. Dia a dia somos vítimas e também vitimamos pessoas com a falta de paciência, falta de tranqüilidade, falta de bom senso. Quando chega o dia do culto coletivo e vamos à reunião da igreja, esperamos encontrar ali um oásis, um lugar de contemplação, meditação, silêncio. O que o pentecostalismo faz? Agita ainda mais. Quando saí do movimento pentecostal, minha maior dificuldade era ficar quieto, calado. Isso porque ali dentro as pessoas são 'condicionadas' a não pensar, mas apenas sentir, fluir, extravasar, navegar, flutuar...
Os cultos pentecostais são mais parecidos com os antigos cultos a Baal e não com a adoração a Jeová. O ensino da demonização é outro responsável por levar as pessoas a um total desequilíbrio mental. A pessoa começa a supor que os demônios estão por toda parte e em todos os objetos. Vêem principados e potestades por todo lado, e julgam ter poder e autoridade para repreendê-los e derrubá-los, bem como julgam ter autoridade sobre os anjos eleitos par comandá-los. Os falsos mestres se julgam muito poderosos, e que quanto mais eles 'oram e jejuam' mais poder ganham. Penso que muitos 'pastores' pentecostais ficam exorcizando as pessoas que os procuram, enquanto que sua família está sendo destruída pelo espírito deste século.
O pecado descompensou o homem, tornando-o desequilibrado. Muito do que os homens dizem e fazem não é normal, embora seja natural. Isso porque o pecado entrou em seu coração e mente, intoxicando suas emoções e seus pensamentos, levando-os a terem ações e reações descontroladas. Os efeitos do pecado são como radiações que impregnam todo o seu ser. Só o Senhor Jesus Cristo pode purificar o homem dessa contaminação e trazê-lo de volta ao equilíbrio. À medida que o Espírito Santo e a Palavra de Deus operam no regenerado, ele vai sendo conformado ao Homem Perfeito - Jesus Cristo. Por conta da contaminação em sua alma é que vemos muitos homens agindo como loucos, desequilibrados, sem tino. E alguns vão longe demais e nos espantam. Muitos dos líderes pentecostais pensam que são profetas, como Elias ou Jeremias, ou pensam que são apóstolos como Paulo ou Pedro. Um diz ser um "pequeno messias", outro diz ser o precursor da Segunda Vinda de Cristo, outro depois de dizer ser uma encarnação do apóstolo Paulo, agora diz ser jesus cristo homem. É verdade que alguns deles não se denominam pentecostais, mas são continuístas tais quais os pentecostalistas. Que é isso?! Estão loucos? Sim, estão porque foram entregues ao espírito de engano, porque não amaram a verdade.
Por isso aqueles que estão embaraçados com esse movimento, saia enquanto puder, saia sem demora. Alguns podem pensar: Puxa alguém que ouviu a Palavra de Deus no movimento pentecostal e viveu por tanto tempo ali dentro, deveria no mínimo ter muita gratidão por esse movimento. Não penso assim. Sou muito grato a Deus por guiar-me para a sua maravilhosa luz. A Ele sim, devo tudo quanto sei e tudo quanto sou. O fato de Deus usar Balaão não fez dele um profeta verdadeiro. O fato de Deus usar a mula de Balaão não fez dela um anjo; o fato de Deus usar algumas coisas do movimento pentecostal não o torna verdadeiro.
Minha denúncia não é uma discriminação, nem preconceito contra pessoas, mas contra um sistema que "levanta com a mão direita e derruba tudo com a mão esquerda". Um pacote de falsos ensinos que tem transformado igrejas em seitas. Escandaliza mais do que ajuda. Na minha própria experiência, se não fosse o Senhor eu teria abandonado a fé que apenas havia conhecido, como vi vários fazerem. Quando vi que havia adultério entre os pastores, mentiras, disputas políticas, e outras coisas mais vis, fiquei muito escandalizado. Mas Deus me guardou. Por isso minha dívida é para com Deus somente. Mas rogo que Deus abençoe aqueles que me pregaram a Palavra de Deus pela primeira vez e que tenha misericórdia deles e os salve.
E aqueles que resistem as repreensões e que se acham muito sabidos, que não têm mais nada a aprender, leiam de novo as palavras inspiradas dos apóstolos de Cristo: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes - Tg 4.6; 1ª Pd 5.5. Somos guardiões da verdade e não podemos nos calar enquanto os falsos pregam em alto e bom som suas heresias e arrastam multidões para o inferno. Que Deus nos ajude.
nome engraçado de igreja unida de caracóis de baixo
foto de faixa de igreja desencapetamento total
pixação engraçada papai noel é o carai jesus cristo é nóis

Nelson Nincao

Polêmica pelo desalojamento de gays que invadiram o átrio da Catedral de Lima em "beijo massivo"



Um grupo de policiais desalojou à força a uma dezena de casais homossexuais que se beijavam na escadaria da Catedral de Lima (Peru) no sábado passada 12 de fevereiro, como parte de um protesto contra aqueles que se opõem a legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo.
           gay love     lesbian gay love
Embora o Movimento Homossexual de Lima (MHOL) convocou a um ato público denominado "Beijos contra a homofobia" na Praça de Armas da cidade, onde se localiza o Palácio de Governo, a Municipalidade e a Catedral de Lima, na prática os manifestantes se concentraram no átrio do templo maior.

Depois do desalojamento foi apresentada uma denúncia por agressão e abuso de autoridade contra a polícia em uma delegacia local.

Conforme informa o jornal La Republica, o representante do MHOL, Giovanni Romero, anunciou uma nova convocatória para este sábado 19 de fevereiro às 5:00 p.m. no mesmo lugar, denominada "O Beijo contra a Homofobia, a Resistência". Esta vez esperam reunir a casais homossexuais, heterossexuais, transexuais e lésbicas, dispostos a beijar-se em público durante 15 minutos.
Igreja Católica.

A Comissão de Justiça do Congresso do Peru decidiu o passado 8 de fevereiro desprezar o debate do projeto de lei sobre as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo por considerá-lo inconstitucional, dado que a Carta Magna estabelece que o
matrimônio está formado por um homem e uma mulher.

Esta informação se deu a conhecer quando a empresa de sondagens CPI publicou os resultados de uma pesquisa nacional realizada entre o 1º e o 6 de fevereiro, que mostra que quase 75 por cento de peruanos estão contra o "matrimônio" homossexual.  
isrox

O Ministro do Interior, Miguel Hidalgo, anunciou ontem 15 de fevereiro que investigarão os fatos do sábado e sancionarão os policiais que desalojaram com violência os manifestantes que invadiram a escadaria da Catedral.

Entretanto, o funcionário não anunciou se adotará alguma medida para que não se repita a invasão do átrio do templo.

Uma pesquisa online do jornal La Republica revela que 55 por cento dos peruanos não está de acordo com a sanção aos policiais. Sondagens similares e múltiplos comentários em distintos web sites dos meios locais confirmam que para a maioria da opinião pública, a manifestação do sábado foi uma provocação contra a

Fonte: (ACI)
 


Roubam Sacrário com o Santíssimo Sacramento em uma paróquia de Madrid.



Dois indivíduos roubaram na sexta-feira passada o Sacrário da Paróquia da Santa Catalina de Majadahonda "com o Santíssimo dentro", conforme confirmou à Europa Press o pároco, Pe. Juan Francisco Pérez.

Conforme explicou, os fatos aconteceram em um "descuido" às 18:00h da última sexta-feira enquanto havia gente no interior da igreja. "Arrancaram o Sacrário do Retábulo e o levaram", assegurou o sacerdote.


O Guarda Civil confirmou o roubo à Europa Press, manifestou que "a investigação está aberta" e não descartou nenhuma hipótese sobre este acontecimento que, conforme confirmou o pároco, já foi oportunamente denunciado.

Segundo o sacerdote, não obstante, a Guarda Civil tomou impressões digitais e dispõe da descrição das pessoas que estão após atrás do roubo.

Não é o primeiro incidente que se produz nesta Paróquia nos últimos meses. "Na Véspera de natal incendiaram a entrada da porta principal", recordou o Pe. Pérez.

Por sua parte, o prefeito de Majadahonda, Narciso de Foxá, manifestou sua solidariedade com o pároco e com todos seus paroquianos e sua "mais profunda indignação" ante este "atentado" que demonstra a "falta de tolerância de determinadas pessoas".
Escola de Terroristas

Fonte: (ACI/Europa Press)