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domingo, 13 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? África: um continente em extinção?


A pandemia da AIDS não encontra mais barreiras no continente africano. Milhares de pessoas contaminam-se diariamente. Mais de 10% da população dos países da região subsaariana já sofrem da assim chamada doença magra.
Acima, foto de mãe carregando filho, portador do vírus da AIDS, nas cercanias da cidade de Nwanza, ao noroeste da Tanzânia (África).
Quem vê fotos como essa, compreende o clima reinante no Congresso Internacional de AIDS, realizado de 9 a 15 de julho em Durban, África do Sul.  O evento reuniu cerca de 11 mil cientistas, médicos e especialistas de todos os continentes.  Preocupados com o avassalador crescimento da terrível epidemia em todo o mundo e, em particular, no continente africano, debateram a necessidade de se encontrar uma vacina contra a doença, única solução - do ponto de vista médico -  para um problema praticamente insolúvel: a extinção da epidemia da AIDS, que vai se expandindo com rapidez assombrosa.  
Dados assustadores
Os dados são simplesmente aterradores. Segundo o relatório anual da ONU, divulgado no início de julho, são portadores do vírus da AIDS 34.300.000 adultos de 15 a 49 anos e 1.300.000 crianças até 15 anos. Desse total, vivem na África subsaariana 24.500.000; 5.600.000 no sul e sudeste da Ásia; 1.300.000 na América Latina; 900.000 na América do Norte; 530.000 no leste da Ásia e Pacífico; 520.000 na Europa Ocidental; 420.000 na Europa do Leste e Ásia Central; 360.000 no Caribe; 220.000 no norte da África e Oriente Médio; e 15.000 na Austrália e Nova Zelândia.
Desde o início da epidemia, em 1981, morreram 18.800.000 pessoas, das quais 3.800.000 eram crianças. Ou seja, praticamente o dobro de vítimas causadas pela Primeira Guerra Mundial. Quando as pessoas atualmente infeccionadas morrerem, a AIDS já terá matado mais gente do que as duas Guerras Mundiais.
De tudo se falou em Durban. Por exemplo, na abertura do Congresso, o presidente da África do Sul, Mbeki, utilizando um palavreado tipicamente marxista, chegou a responsabilizar os “países ricos” pela expansão da AIDS nos “países pobres”...
Afronta à ordem  sobrenatural e natural
Entretanto, ninguém mencionou o aspecto moral que se encontra na origem do problema. A questão vem sendo considerada apenas como de ordem humanitária. É uma catástrofe imensa, um novo holocausto, a pedir a intervenção do mundo inteiro. E fotos como a da mãe de Nwanza  só tendem a favorecer esse enfoque unilateral da questão. Unilateral sim, porque tendem a criar um clima de comiseração, aliás justa, para com os aidéticos, mas que não apontam para a verdadeira raiz da calamidade, a qual teve seu ponto de partida numa grave desordem moral.
A doença da AIDS surgiu há duas décadas a partir de um vírus transmitido através de relações homossexuais. E enquanto tal espalhou-se inicialmente entre os praticantes desse vício. Depois atingiu também parceiros heterossexuais ou adultos por transfusão de sangue contaminado. Finalmente afetou crianças, nascidas de mães portadoras do vírus.
Ora, a relação íntima entre pessoas do mesmo sexo é qualificada pela moral católica como particularmente grave, por ser antinatural. E portanto gravemente ofensiva a Deus, o Criador da ordem natural e sobrenatural. Para punir esse pecado Deus não hesitou em fulminar duas cidades: Sodoma e Gomorra (2 Ped. 2, 6).
AIDS: flagelo de Deus?
Nessa perspectiva, é inevitável perguntar se a AIDS não está sendo um tremendo castigo, um novo flagelo de Deus para a humanidade, na última quadra do século XX e no limiar do terceiro milênio.
A pandemia da AIDS vai tomando tais proporções na região subsaariana do continente africano que não se pode deixar de pensar na  frase que se encontra na segunda parte do segredo de Fátima:  “Se os homens não se converterem e fizerem penitência”, virão sobre o mundo castigos de tal ordem que “várias nações desaparecerão”.
Um dos castigos foi a Segunda Guerra Mundial, que deixou a Europa em escombros, Hirohisma e Nagasaki em cinzas e mais de 40 milhões de mortos, entre os quais alguns milhares de brasileiros.  O possível desaparecimento de várias nações africanas da região subsaariana não se inserirá talvez na seqüência dos castigos prenunciados em Fátima? Seja como for, a hipótese de tal desaparecimento foi levantada por um cientista no congresso internacional de Durban.
Desaparecimento de nações: espectro próximo da realidade
De fato, os dados disponíveis sobre a expansão da AIDS na África parecem dar-lhe razão, pois:
·        Mais de 10% da população encontra-se infeccionada;
·        Na África do Sul, por exemplo, estão morrendo anualmente 250.000 pessoas. A continuar nesse ritmo, dentro de cinco anos este número será de 500.000 e 20% da população estará infeccionada;
·        A média da expectativa de vida baixou em cerca de 20 anos; em Moçambique ela é agora de apenas 38 anos;
·        Os governos da região não dispõem de recursos financeiros para custear remédios; não há hospitais nem leitos suficientes para acomodar os doentes;
·        A região subsaariana conta hoje com 10.000.000 de crianças órfãs. Em 10 anos esse número ter-se-á triplicado;
·        Hordas de crianças órfãs, sem parentes que as acolham e sem teto, estão invadindo as ruas. Para sobreviverem caem facilmente no roubo, na prostituição, no tráfico de drogas, ou se engajam em gangs que se tornam para elas um substituto da família;
·        Tais crianças - e mesmo as que não caírem no crime - não terão meios de receber educação religiosa e formação profissional. Resultado: faltará em futuro próximo toda uma geração de profissionais. A desestruturação social e o colapso da economia serão uma conseqüência inevitável;
·        Finalmente, como fator de aceleração do desastre econômico, a fuga de capitais estrangeiros. Não é mais interessante investir na região. A espiral para baixo torna-se praticamente irreversível.
A persistirem as condições acima, é de se temer que vários países da África subsaariana venham a desaparecer dentro de uma ou duas décadas. Tanto é que já se aventa nos Estados Unidos a necessidade urgente de um novo Plano AIDS-Marshall para a África. Teme-se que a catástrofe, caso não seja  barrada logo, atingirá em breve os demais países do Ocidente. Contudo, se houver um Novo plano Marshall, além de ajuda financeira para a profilaxia da AIDS vai ele certamente impulsionar a maciça distribuição de preservativos - o que colide com a moral católica - e incrementar a educação sexual nas escolas, como tentativa de cortar passo à expansão da epidemia.
A única solução verdadeira para o problema é a observância fiel do sexto e do nono mandamentos da Lei de Deus (“Não pecarás contra a castidade” e “Não desejarás a mulher do próximo”). Esta é a única barreira séria que pode, de fato,  impedir o avanço da AIDS. Enquanto ela não for aplicada, continuarão os jornais a publicar cada vez mais fotos como a daquela infeliz mãe carregando nos braços seu filho moribundo por causa da AIDS.

Artigo oferecido pela Revista Catolicismo.

QUE LOUCURA? Alerta: Crianças Africanas são Usadas em Rituais Macabros na Europa!

Um relatório do Departamento de Estado americano afirma que Uganda se transformou em um dos principais países onde crianças são sequestradas e levadas à Europa para serem exploradas ou usadas em rituais de curandeirismo.
Números obtidos pela BBC e publicados no Terra mostram que nos últimos quatro anos pelo menos 400 crianças foram sequestradas, levadas para a Grã-Bretanha, mas posteriormente foram resgatadas pelas autoridades britânicas. Só nos último quatro anos cerca de 9 mil delas desapareceram no país.
A reportagem da BBC usou uma câmera oculta para gravar a conversa com Yunus Kabul, que afirmou que participa da operação de sequestro de crianças para curandeiros há anos.
Kabul, que não sabia que estava sendo filmado, afirmou que poderia conseguir até 100 crianças, e possuía contatos em todo o país.
A entrevista, que foi realizada em um hotel isolado, Kabul disse ainda que não teria dificuldades em conseguir crianças por meios oficiais, mas que também poderia fazer de forma ilegal, por meio de sequestro. Ele revelou ainda que o preço da operação seria de cerca de US$ 15 mil (quase R$ 27 mil) por criança. Nesse momento o repórter da BBC se retirou da negociação.
De acordo com a publicação, a Grã-Bretanha está surgindo como um dos principais destinos para essa terrível realidade, de crianças que são sequestradas e retiradas de suas famílias na áfrica.
Segundo Christine Beddoe, da organização de caridade britânica que combate o tráfico Ecpat-UK, os traficantes de crianças "podem ser pessoas poderosas, pessoas ricas e também pessoas envolvidas em bruxaria. O tráfico de crianças envolve curandeiros e outras pessoas nas comunidades que praticam estes rituais", afirmou.
Infelizmente, a popularidade dos curandeiros está crescendo na Grã-Bretanha. Muitos divulgam seus “serviços” e rituais ao custo de 350 libras (mais de R$ 900).
Em conversas gravadas pela BBC com diversos curandeiros, foi relatado que eles oferecem poções com ervas, sendo que alguns deles oferecem rituais com sangue humano, o que é conhecidamente ilegal.

Fonte: The Christian Post

QUE LOUCURA? Pastor Yousef Nadarkhani é Pressionado para Voltar ao Islã!

Recentemente, funcionários do governo apresentaram um livro ao pastor Yousef Nadarkhani que falava sobre a cultura islâmica em sua cela, em Rasht, informando que ele deveria repensar sobre sua decisão de continuar sendo um cristão.
O livro intitulado de “A Mensagem das Duas Eras” refere-se tanto ao Novo quanto ao Velho Testamento que estão na Bíblia cristã, que afirma que o cristianismo é uma invenção. Sem do assim o Islã é superior.
Segundo advogados e especialistas, ainda é incerto de qual seria a intenção do aiatolá ao mandar livros islâmicos para o pastor, pois pode ser visto como uma nova chance ao pastor ou também algo que confirme ainda mais a sentença de morte para ele.
Embora a primeira instância do tribunal houvesse decidido que o pastor não cometeu apostasia, como está sendo acusado, o tribunal deu a ele a oportunidade de se retratar e voltar ao islamismo, mas Nadarkhani repetidamente recusou os pedidos.
Todas as minorias religiosas do Irã têm enfrentado perseguição e marginalização política durante o atual governo iraniano, mas o governo sempre castiga com severas restrições aqueles que querem deixar o Islã e se converter a outras religiões.
Por favor, continue orando pelo pastor Yousef e por todos os cristãos perseguidos no Irã. Ore para que Deus possa ser manifestado por meio de nossos irmãos que estão sofrendo por amor a Cristo.

Fonte: Worthy News

QUE LOUCURA? Cristão Cria o ‘Milagre Card’ que Promete um Milagre em Troca de um Depósito Bancário!

O ‘Milagre Card’ é uma idéia inovadora criada por um pastor da igreja Assembleia de Deus que propõe o alcance de um milagre em troca de um depósito bancário.
Segundo o PbAgora, o Milagre Card, um cartão de visitas na qual o pastor disponibiliza duas contas correntes para o depósito, foi criada pelo Pastor Missionário Clóvis Lopes do Ministério Assembleia de Deus Pentecostal Pai Nosso.
No cartão, Lopes promete a “cura e libertação” e oferece mensagens de motivação como: “Agindo Deus, quem impedirá”.
Através do cartão o fiel pode fazer um depósito nas contas bancárias indicadas do Banco Real e outra do Banco do Brasil, pertencentes a ele e à Missionária Maria Lenice Moisés de Oliveira, sem valor estipulado.
O cartão é mais uma das ferramentas para otimizar o recebimento de dízimos, doações e apoio à igreja evangélica.
Críticos, entretanto, comparam tais igrejas, especialmente às neopentecostais, com grandes empreendimentos de geração de capital, que buscam arrecadar dinheiro de inúmeras formas possíveis.
Apologistas acreditam que existe uma crise de ética nessas igrejas e superficialidade na fé relacionada com falta de hermenêutica sadia.
Citando a ausência de ética cristã em algumas igrejas neopentecostais, o apologista Johnny T. Bernardo explica que “A ética cristã pressupõe defesa dos bons costumes, da moral e de uma vida pautada nas Escrituras Sagradas...”.
A quantia de dinheiro requerida vinda dos fiéis para alguns empreendimentos muitas vezes surpreende. Um exemplo disso é a construção do templo de Salomão pela Igreja Universal do Reino de Deus que possui um custo estimado em torno de R$ 200 milhões.
Pastores justificam a quantidade e forma de arrecadação pela necessidade de manutenção dos templos e de outros programas como de televisão e rádio.

Fonte: The Christian Post

QUE LOUCURA? Joel Osteen: ‘Não tenho Certeza Sobre o Fim dos Tempos, Mais Sei que Estamos em Tempos Difíceis’

Harold Camping, Fundador da Family Radio se Aposenta
Fundador da Family Radio, Harold Campaning, pode ter perdido sua credibilidade quando disse em uma previsão que mundo iria acabar este ano, primeiro em maio e depois em outubro.
Em uma entrevista recente para a rádio 9News do Colorado, Joel Osteen, pastor da igreja de Lakewood, em Houston Texas, compartilhou seus pensamentos sobre a cogitação do fim dos tempo, em um futuro próximo.
“Este tempo assustador que estamos vivendo”, disse o âncora Lance Barry. “Estamos vendo tempestades em massa, agitações nas ruas, oscilações financeiras em todo o mundo. Muitas pessoas já estão dizendo que estamos vivendo o fim dos tempos”.
“O que diria seus seguidores sobre isso? E existe alguma teoria que esse é o começo do fim?”
Osteen disse que não pode estar certo, mais que nesse tempo é extremamente importante ter fé em Deus.
“Você sabe, eu não tenho certeza, a Escritura, diz que no final veremos tudo isso,” respondeu Osteen.
“Meu pensamento é sempre seguir em frente, continuar dando o seu melhor, para viver a sua vida normalmente, como poderia ser o seu passado fazendo a contagem de sua vida. Não tenho certeza sobre o fim dos tempos mais sei que estamos vivendo tempos difíceis”.
Barry também perguntou se os Cristãos devem ficar animados com o fim do mundo, como muitos acreditam que naquele dia Deus voltará para buscar sua noiva.
“Nós acreditamos que o final só fica melhor quando você vai estar com Senhor, então não há nada para se preocupar, acho que é por isso que a Escritura diz que quando um monte desses fenômenos está acontecendo, olhe para o céu, se alegre porque não vão ser grandes coisas”.
Osteen também falou um pouco sobre riquezas, fama, homossexualidade, igreja e como tem visto o aumento na congregação com tais acontecimentos.
“Quando as coisas não vão bem, como a economia e os desastres naturais, vemos as nossas igreja subir por que muitas pessoas voltam à buscar a fé, é um momento interessante, mais acho que as pessoas estão voltando e se tornando mais aceitáveis”.


fonte: the Christian Post

QUE LOUCURA? Silas Malafaia diz que vai "fornicar" Toni Reis, líder da causa gay!



O pastor evangélico reclama de representações contra ele feitas pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)

HUMBERTO MAIA JUNIOR
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Silas Malafaia é o pastor líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Foto: Marcelo Min/ÉPOCA)
Em guerra com militantes da causa gay, o pastor evangélico Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, disse que vai “fornicar”, “arrombar” e “arrebentar” Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). As declarações foram feitas em entrevista a ÉPOCA nesta quinta-feira (10). Malafaia chama Reis de “bandido” e “safado”. Diz ainda que vai entrar com queixa crime contra ele por causa da polêmica de um vídeo de 41 segundos colocado no YouTube.
O vídeo em questão tenta associar uma fala de Malafaia a agressões sofridas por um um casal homossexual na avenida Paulista, em São Paulo. Malafaia aparece no vídeo fazendo a seguinte declaração: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, baixar o porrete em cima”. O pastor falava sobre um grupo de homossexuais que, segundo ele, teriam ridicularizado símbolos católicos na Parada Gay de São Paulo. Após essa fala, o vídeo mostra uma reportagem a respeito das agressões contra o casal gay. Toni Reis encaminhou o material ao Ministério das Comunicações e à procuradora geral dos Direitos do Cidadão, Gilda Carvalho, pedindo para verificar se o caso configura incentivo à violência e à discriminação.
Para Malafaia, a edição do vídeo no YouTube é tendenciosa e leva as pessoas a concluírem que ele incita a violência a homossexuais. “Nunca mandei bater em homossexual porque não sou imbecil nem idiota”, afirmou. “Eu vou arrebentar o Toni Reis. Eu não tenho advogado de porta de xadrez (cadeia). A minha banca aqui de advogados é uma das maiores que tem. Eu vou fornicar esse bandido, esse safado.” Em seguida, afirma que “baixaria do movimento gay” é “coisa de bandido” e de “mau caráter”. Depois de citar a queixa crime, diz, sem completar: “Eu vou arrombar com esses...”
Reis ironizou as declarações de Malafaia. “Ele não faz o meu tipo. Não vou deixar ele me fornicar, embora eu goste da coisa. (Para fazer isso) vai ter de me conquistar, mas eu estou muito bem casado com um inglês. Se fizer sem eu permitir, é estupro, atentado violento ao pudor.” Em seguida, sério, Reis lamentou as afirmações do pastor da Igreja Vitória em Cristo. “Isso não é postura de um pastor.”
Nota da redação:
Poucos minutos após ÉPOCA publicar o texto acima, o pastor Silas Malafaia divulgou mensagens no Twitter dizendo que sua declaração havia sido deturpada. "Nessa guerra de manipulação de vídeo que o movimento gay fez, eu disse ao jornalista que ia 'funicar', e não 'fornicar', como ele publicou", foi um de seus tuites. A expressão "funicar", reivindicada por Malafaia, não existe em nenhum dos quatro principais dicionários da língua portuguesa, o Aurélio, o Houaiss, o Luft e o Michaelis. 
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/silas-malafaia-diz-que-vai-fornicar-toni-reis-lider-da-causa-gay.html

sábado, 5 de novembro de 2011

QUE LOUCURA? Está cada vez mais difícil seguir uma religião na maioria dos países!

Está cada vez mais difícil seguir uma religião na maioria dos países
Quase um terço da população mundial vive em países onde está ficando mais difícil praticar religião livremente, afirmou nesta terça-feira um grupo privado de pesquisas dos Estados Unidos.
O Fórum sobre Religião e Vida Pública do Pew Research Center informou que restrições governamentais e hostilidade pública envolvendo religião aumentaram em alguns dos países mais populosos entre meados de 2006 e meados de 2009, a época em que a pesquisa foi feita.
“Durante o período de três anos coberto pelo estudo, a extensão dos abusos e violência relacionados à religião cresceu em maior número de lugares do que o daqueles em que decresceu”, diz o relatório “Crescentes Restrições à Religião”.
Nesses anos, somente cerca de 1 por cento da população mundial vivia em países onde houve maior tolerância religiosa, assinala o texto.
O estudo feito pelo Pew Center em 198 países constatou que aqueles considerados restritivos ou hostis no relatório anterior tiveram o quadro piorado enquanto o oposto foi verificado naqueles com mais tolerância religiosa.
Um aumento substancial da hostilidade pública em relação a grupos religiosos foi observado na China, Nigéria, Tailândia, Vietnã e Grã-Bretanha, enquanto as restrições governamentais cresceram significativamente no Egito e na França.
O Pew Center examinou leis ou outras políticas governamentais destinadas a banir determinadas crenças, limitar a prática, dar preferência a uma religião específica ou proibir conversões.
Para quantificar a hostilidade, o estudo analisou violência sectária, pressões sobre vestimentas religiosas e outros tipos de intimidação.
Os países mais restritivos ou hostis em relação a certas religiões incluem Índia, Paquistão, Indonésia, Egito, Irã, China, Mianmar, Rússia, Turquia, Vietnã, Nigéria e Bangladesh – embora na maioria dessas nações não tenham ocorrido alterações nos três anos.
Entre meados de 2008 e 2009, pessoas foram mortas, detidas, presas, torturadas, desalojadas de suas casas ou tiveram propriedade destruída por governos por motivos religiosos em 101 países. No período anterior eram 91 países, de acordo com o relatório.
Na época estudada, esse tipo de violência aumentou em mais nações do que declinou.
Ataques de multidões motivados por religião ocorreram em 52 países no ano do estudo encerrado em meados de 2009, enquanto no período prévio foram 38.
Ódio ou preconceito religioso resultaram em violência por parte de grupos de cidadãos em 142 países ¿ quase três quartos dos 198 incluídos na pesquisa e número quase semelhante ao verificado até meados de 2008.
Cristãos e muçulmanos, os dois maiores grupos religiosos do mundo, sofreram perseguição na maioria dos países.
Fiéis de outras religiões também foram importunados. Os judeus, que perfazem menos de 1 por cento da população mundial, foram alvo de restrições ou hostilidade em 75 países.

QUE LOUCURA? Para você os mórmons podem ser classificados como Cristãos? Maioria dos Pastores acreditam que não!

Para você os mórmons podem ser classificados como Cristãos? Maioria dos Pastores acreditam que não
A LifeWay Research, afiliada com a Covenção Batista do Sul, divulgou uma pesquisa no domingo perguntando aos pastores protestantes americanos se eles concordam com a afirmação, “eu pessoalmente considero que os Mórmons (Igreja dos Santos dos últimos Dias) são Cristãos”.
Três quartos ou 75 por cento discordaram com a afirmação, incluindo 60 por cento que fortemente descorda e 15 por cento que discordam parcialmente. Somente 11 por cento concordaram parcialmente, 6 por cento concordaram e 9 por cento não sabiam.
Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, disse em um comunicado, “Uma pessoa pode respeitar um grupo religioso e até mesmo apreciar o seu compromisso com os valores morais sem igualar suas crenças com a ortodoxia cristã”.
A pesquisa foi lançada na esteira de uma polêmica que surgiu quando o Pastor Robert Jeffress disse na Reunião da Cúpula de Valores do Eleitor que o mormonismo é um “culto”. Jeffress fez um comentário no evento onde os candidatos à presidência do Partido Republicano Mitt Romey, um mórmon, estava participando.
Jeffress apoia a campanha do governador do Texas Rick Perry, dizendo a Jim Acosta da CNN, “Eu acho que Mitt Romey é bom, homem de moral, mas eu acho que aqueles de nós que são seguidores de Cristo, nascidos novamente devem sempre preferir um competente Cristão do que um não Cristão como Mitt Romey”.
A questão de se os Mórmons são Cristãos é mais do que um problema nessa eleição porque não somente um, mas dois candidatos à presidência do Partido Republicano são Mórmons. Além de Romey, o ex-governador de Utah, John Hunstaman também é um Mórmon.
Uma pesquisa da Gallup no início deste ano encontrou que 76 por cento dos americanos disseram que votariam em uma pessoa bem-qualificada, que passe a ser um Mórmon para presidente.
Mas na mesma pesquisa, foi dado ao público outras opções hipotéticas sobre se eles votariam em um negro, católico, batista, judeu ou hispano para presidente; todos esses grupos tiveram melhor qualificação do que um Mórmon para presidente. As duas categorias que foram piores foram para gays, lésbicas e ateus para presidentes.
De acordo com o estudo de 2009 pela Pew Research Center, os Mórmons compõem 1,7 por cento da população adulta dos EUA. Comparado a isto, os protestantes evangélicos representam 26 por cento e católicos romanos representam 24 por cento da população. Utah é o estado com a maior população de Mórmon, com 56 por cento da população geral. Além de Romey e Huntsman, outros Mórmons nos EUA incluem o Líder da Maioria do Senado dos EUA, Harry Reid e Glenn Beck, apresentador conservador de talk show.
A pesquisa LifeWay Research foi conduzida por telefone de 7 a 14 de outubro, 2010.

Fonte: The Christian Post